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9. Para Um Momento Como Este – A História De Assuero E Ester

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Há situações em nossa vida que nem sempre são do nosso agrado: lugares onde temos de morar, pessoas com quem temos de conviver ou problemas que temos de enfrentar. E nem sempre isso ocorre por nossa culpa. Muitas vezes somos vítimas das circunstâncias ou, então, tomamos decisões que achávamos acertadas, mas que acabaram não saindo como esperávamos. Algumas pessoas sentem isso com relação ao seu casamento – a mulher, por exemplo, achava que o homem com quem se casou fosse crente. Mais tarde, ela descobriu ter sido enganada. As atitudes dele constantemente refletiam sua falta de interesse pelas coisas do Senhor, causando a ela uma angústia interminável. Há uma história na Palavra de Deus que deve encorajar as pessoas em tais circunstâncias.

O homem da casa não era outro senão o rei do maior império de seus dias. Os judeus o chamavam de Assuero, a forma hebraica de seu nome persa. A história secular o conhece por seu nome grego, rei Xerxes I, o qual governou a Pérsia de 486 a 465 aC. Seu poderoso império se estendia da Índia até a Etiópia (Ester 1:1). No entanto, isso não era suficiente para ele. Sua verdadeira paixão era fazer o que seu pai, Dario I, não tinha conseguido –conquistar a Grécia.

A Palavra de Deus nos diz que “no terceiro ano de seu reinado, deu um banquete a todos os seus príncipes e seus servos, no qual se representou o escol da Pérsia e Média, e os nobres e príncipes das províncias estavam perante ele. Então, mostrou as riquezas da glória do seu reino e o esplendor da sua excelente grandeza, por muitos dias, por cento e oitenta dias” (Ester 1:3-4). Uma conferência desse nível, com duração de seis meses, tinha de ser muito mais que apenas uma grande festa. Provavelmente, era parte da estratégia de Xerxes para a futura invasão à Grécia. A história secular diz que ele deu início à invasão logo após essa esplêndida convocação, em 481 aC.

Para encerrar a conferência, no entanto, ele planejou uma semana de festas e comemorações (Ester 1:5). Quando já estava meio embriagado pelo vinho, ele chamou sua bela rainha, Vasti, para exibi-la diante de seus amigos (Ester 1:11). Ela se recusou a servir de espetáculo público e Assuero ficou enfurecido. Aconselhado por seus sábios, ele decidiu depor a rainha por meio de edito real – a lei dos medos e dos persas que não podia ser revogada, nem mesmo pelo próprio rei (Ester 1:19). Foi uma decisão precipitada que ele viria a lamentar, mas Assuero era conhecido por ser impulsivo e cabeça dura.

Além disso, ele tinha coisas mais importantes a fazer do que se preocupar com seu harém. Ele estava prestes a conquistar a Grécia. Seus exércitos eram superiores e o momento da história estava a seu favor. No entanto, numa sucessão de batalhas famosas, familiares aos estudantes de história antiga (Termópilas, Salamina e Plateia), seu poderio militar foi finalmente quebrado, e ele voltou à capital Susã como um homem derrotado. Como ele deve ter desejado o consolo e a companhia de sua rainha deposta para minimizar sua vergonha e massagear seu ego ferido! “Passadas estas coisas, e apaziguado já o furor do rei Assuero, lembrou-se de Vasti, e do que ela fizera, e do que se tinha decretado contra ela” (Ester 2:1). Mas era tarde demais. Seu decreto era irreversível.

Foi aí que seus auxiliares sugeriram a realização de um concurso de beleza em toda a Pérsia para encontrar uma rainha para o rei Assuero. “Então, disseram os jovens do rei, que lhe serviam: Tragam-se moças para o rei, virgens de boa aparência e formosura. Ponha o rei comissários em todas as províncias do seu reino, que reúnam todas as moças virgens, de boa aparência e formosura, na cidadela de Susã, na casa das mulheres, sob as vistas de Hegai, eunuco do rei, guarda das mulheres, e dêem-se-lhes os seus unguentos. A moça que cair no agrado do rei, essa reine em lugar de Vasti” (Ester 2:2-4). A coisa toda soou meio divertida ao rei, por isso, ele deu sua permissão e a busca teve início. Um concurso de beleza não é uma maneira ruim de encontrar uma esposa, se o objetivo for somente a aparência. Contudo, nosso Deus soberano ia dar a Assuero muito mais que boa aparência, quisesse ele ou não. Deus já tinha uma esposa escolhida a dedo para esse rei pagão. Embora o nome de Deus não seja mencionado em qualquer parte do livro, Sua mão providencial é claramente visível, governando e dominando as questões dos homens.

Sem que Assuero tivesse a mínima ideia, a próxima rainha da Pérsia seria uma jovem judia. Provavelmente ela preferia estar em Jerusalém com seus compatriotas, mas, por alguma razão, seus pais não quiseram voltar quando o rei Ciro deu sua permissão, cinquenta anos antes. No cativeiro, os judeus tinham permissão para se estabelecer, abrir negócios e viver normalmente, e somente 50.000 deles voltaram a Israel quando tiveram oportunidade.

Os pais desta jovem estavam mortos e seu primo mais velho, Mordecai, tinha se encarregado de educá-la. A Escritura diz: “Ele criara a Hadassa, que é Ester, filha de seu tio, a qual não tinha pai nem mãe; e era jovem bela, de boa aparência e formosura. Tendo-lhe morrido o pai e a mãe, Mordecai a tomara por filha” (Ester 2:7). Ela era uma mulher adorável, e não teve como escapar das garras dos servos do rei que vasculhavam o país à procura de mulheres bonitas. “Em se divulgando, pois, o mandado do rei e a sua lei, ao serem ajuntadas muitas moças na cidadela de Susã, sob as vistas de Hegai, levaram também Ester à casa do rei, sob os cuidados de Hegai, guarda das mulheres” (Ester 2:8).

Todos os dias Mordecai ia ver como ela estava, já que ele era um dos porteiros do palácio. Ele a instruiu para não dizer sua nacionalidade a ninguém, provavelmente para resguardá-la do tratamento cruel dirigido contra os judeus, presente na maioria dos países onde tinham estado ao longo da história, e ela o obedeceu respeitosamente. E, assim, quando chegou sua vez de ser levada à presença do rei, ela não pediu algo especial para tentar impressioná-lo, como fizeram as outras garotas. Sua beleza natural e seu espírito adorável foram suficientes para conquistar o coração do rei. “O rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou perante ele favor e benevolência mais do que todas as virgens; o rei pôs-lhe na cabeça a coroa real e a fez rainha em lugar de Vasti” (Ester 2:17).

A Escritura não diz que Ester quisesse se casar com Assuero. A oferta era lisonjeira, mas ela devia saber que ele não seria um marido ideal, principalmente depois do que tinha acontecido com Vasti. No entanto, como dizer “não” a um monarca tirânico, sem perder a cabeça? E foi assim que essa simples jovem judia veio a ser tornar a rainha do império persa. Foi a ascensão à realeza mais rápida da história.

A cronologia do livro indica que cerca de cinco anos mais tarde uma bomba estourou sobre o povo de Deus. O pivô da tragédia deve ter sido o herói de Hitler no Antigo Testamento. Ele era um amalequita cruel e antissemita chamado Hamã, evidentemente um descendente de Agague, rei dos amalequitas, a quem Saul tinha mantido vivo em desobediência ao mandamento do Senhor (1 Samuel 15:8-9). Quando Assuero o tornou primeiro-ministro, todos no palácio se inclinaram perante ele, menos Mordecai. Hamã prometeu não só punir Mordecai, mas também exterminar todos os judeus do império persa, o que, consequentemente, incluía quem estava no território de Israel, pois este fazia parte do império. Hamã conseguiu fazer Assuero concordar com seu plano e o acordo foi selado com o anel do rei, a lei irreversível dos medos e dos persas. Essa foi outra decisão precipitada que Assuero viria a lamentar.

“Quando soube Mordecai tudo quanto se havia passado, rasgou as suas vestes, e se cobriu de pano de saco e de cinza, e, saindo pela cidade, clamou com grande e amargo clamor; e chegou até à porta do rei; porque ninguém vestido de pano de saco podia entrar pelas portas do rei. Em todas as províncias aonde chegava a palavra do rei e a sua lei, havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos se deitavam em pano de saco e em cinza” (Ester 4:1-3).

Por mais estranho que pareça, não há menção específica à oração neste livro, nem ao nome de Deus, mas você pode ter certeza de que esses judeus estavam orando. Há menção ao jejum e, quando isso ocorre na Escritura, geralmente é associado à oração. Além disso, o lamento provavelmente indicava um clamor desesperado a Deus. Esses judeus estavam longe da pátria por vontade própria, estavam fora do lugar da bênção, separados do lugar de adoração, e talvez, por isso, nem o nome de Deus nem a oração sejam mencionados diretamente. Mas eles estavam orando, e Deus estava cuidando deles, administrando as circunstâncias para glorificar o Seu próprio Nome. E Ele faz a mesma coisa por nós, mesmo quando não estamos conscientes disso.

Estamos prestes a descobrir que há um propósito para as designações de Deus. Isso é revelado na troca de informações entre Ester e Mordecai. Ela enviou um dos camareiros do rei para descobrir por que Mordecai estava pesaroso. Em resposta, ele mandou uma mensagem explicando o plano diabólico, que ela não sabia, pedindo-lhe para interceder junto ao rei. Ela respondeu depressa, relembrando-o de que ninguém podia entrar na presença do rei sem ser chamado, a menos que estivesse cansado de viver, e que há um mês o rei não a chamava. Havia apenas uma pequena possibilidade de ela entrar – se o rei a visse e estendesse seu centro de ouro .

Mordecai provavelmente sentia falta das bênçãos de Deus por não ter retornado a Israel, mas seu discernimento espiritual tinha aumentado desde então. Ele estava começando a compreender um pouco da graça soberana de Deus e da providência divina. Ele mandou responder a Ester: “Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?” (Ester 4:13-14). Ester não estava mais segura do que qualquer outro judeu. Quando soubessem que ela era judia, sua vida também estaria em perigo. No entanto, Mordecai estava convencido de que Deus ia cuidar do Seu povo, Israel. Eles podiam estar distante dEle, mas Ele não podia deixá-los perecer, pois isso seria contrário às Suas promessas. Se Deus não usasse Ester para livrá-los, Ele usaria algum outro meio. Deus é um Deus soberano.

Veja, Mordecai tinha compreendido o fato de que Deus permitiu a eles ficarem na Pérsia e talvez agora estivesse prestes a transformar a decisão deles em glória para Si mesmo e libertação para o povo judeu. “Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha? (NVI)”. Que ilustração notável da grandeza do nosso Deus. Ele não só pode cuidar das circunstâncias da nossa vida que estão além do nosso controle, como também pode cuidar das decisões erradas que tomamos, e até dos pecados que cometemos, e usá-los para o bem. Diz o salmista: “Pois até a ira humana há de louvar-te” (Salmo 76:10).  Se Deus pode fazer a ira humana louvá-lO, quanto mais nossos pecados e nossas fraquezas.

Obviamente, isso não significa que podemos viver indiferentes à vontade de Deus e esperar que Ele dê um jeito na bagunça feita por nós. Há uma enorme carga de infelicidade e tristeza no caminho, como muitos cristãos podem testemunhar. As consequências do pecado deliberado podem ser insuportáveis. Significa, no entanto que, quando colocamos nossa vida nas mãos de Cristo e nos entregamos a Ele sem reservas, podemos ter certeza de que Ele tem um grande plano para nós daí por diante. Ele pode usar qualquer coisa que tenha nos acontecido no passado e qualquer circunstância do presente para ajudar a realizar esse plano.

Deus tem um propósito para você, exatamente agora, exatamente onde você está, não importa quem você seja, onde more, com que seja casado, o que tenha vivido no passado ou o que tenha de enfrentar no futuro. Na verdade, Ele permitiu que você chegasse até aqui para um propósito definido, “para um momento como este”. Ele tem algo específico para você realizar na presente situação e quer que você procure as oportunidades para isso na sua esfera atual de influência.

Veja, os crentes são parte do grande programa de Deus na terra; eles devem viver com fé, como pessoas destinadas a um propósito. Deus não nos quer lamentando a nossa situação, procurando uma saída. Ele será honrado quando invocarmos a Sua graça para sermos aquilo que Ele quer que sejamos e façamos aquilo que Ele quer que façamos na atual circunstância. Precisamos aproveitar as oportunidades que Ele nos dá aqui e agora. Talvez, mais tarde, Ele abra oportunidades mais amplas se for esse o Seu propósito, mas isto está em Suas mãos. Nossa responsabilidade é deixá-lO nos usar onde estivermos.

Ester reagiu de forma positiva ao sábio conselho de Mordecai. Ela enviou uma mensagem, dizendo: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci” (Ester 4:16). A menção ao jejum mostra sua confiança no poder da oração, especialmente em comunhão com outros crentes. Quando estamos enfrentando situações difíceis, talvez seja bom pedir oração a outros cristãos. Não precisamos lavar nossa roupa suja, depreciar nosso cônjuge ou fazer fofoca de quem está envolvido no problema. Tudo o que precisamos é admitir que temos uma necessidade e pedir aos nossos amigos que orem por nós.

Sob a proteção do manto da oração, o passo seguinte é dispor nosso coração a fazer a vontade de Deus em tal situação, custe o que custar. “Irei ter com o rei”, disse Ester, “se perecer, pereci”. Deus pode querer que realizemos alguma tarefa desagradável. Talvez isso envolva o confronto com alguém a quem preferimos evitar, ou admitir alguma coisa que tentamos esconder, como aconteceu com Ester. No entanto, se sabemos que essa é a vontade de Deus, precisamos fazer. E Deus honrará nossa atitude. Ele fez assim com Ester.

Deus operou de forma maravilhosa. Na verdade, Ele realizou um milagre para nos servir de incentivo. Em primeiro lugar, Ele dispôs o coração do rei para estender o cetro de ouro, e Ester se aproximou do trono. Ela falou de modo comedido ao invés de fazer exigências egoístas ou acusações furiosas. E, em vez de despejar o problema de uma vez, ela convidou Assuero e Hamã para jantar naquela noite. No jantar, mais uma vez ela ignorou o assunto, convidando-os novamente para jantar na noite seguinte. Não é que ela estivesse tentando amaciá-los ou manipulá-los. Ela estava usando o bom senso, e muitos maridos e esposas deveriam aprender com ela sobre como e quando falar. Graça e tato são palavras-chave na nossa abordagem.

Deus opera de maneiras estranhas. Na noite entre os banquetes, Assuero não conseguiu dormir. Ele pediu que lhe trouxessem o livro de registros do seu reino e o lessem para ele. Provavelmente isso o fazia dormir quando nada mais funcionava. No registro constava a história de um plano de assassinato contra ele, o qual fora descoberto e revelado por Mordecai, pelo que ele nunca fora recompensado (Ester 6:1-3). Esse pequeno episódio incrível preparou o caminho para os acontecimentos do dia seguinte.

Primeiro, Hamã foi obrigado a honrar Mordecai por seu patriotismo. Depois, veio o segundo banquete de Ester. Enquanto festejavam, o rei disse a ela: “Qual é a tua petição, rainha Ester? E se te dará. Que desejas? Cumprir-se-á ainda que seja metade do reino”. A resposta dela foi brilhante: “Se perante ti, ó rei, achei favor, e se bem parecer ao rei, dê-se-me por minha petição a minha vida, e, pelo meu desejo, a vida do meu povo. Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem e aniquilarem de vez; se ainda como servos e como servas nos tivessem vendido, calar-me-ia, porque o inimigo não merece que eu moleste o rei”.  O rei ficou chocado. “Quem é esse e onde está esse cujo coração o instigou a fazer assim?” E, para horror de Hamã, Ester apontou para ele (Ester 7:1-6).

As consequências do banquete foram espantosas. Hamã foi enforcado na forca que tinha preparado para Mordecai e Mordecai foi promovido a primeiro ministro da Pérsia. E, embora a ordem contra os judeus não pudesse ser anulada, eles tiveram permissão para se defender contra seus adversários. Mais de 75.000 inimigos declarados foram mortos e o povo de Deus foi libertado. Foi realmente um milagre! Mas Deus ama realizar milagres para quem se vê como parte do Seu plano, que vê as circunstâncias como parte dos Seus desígnios e vive para fazer a Sua vontade seja onde for.

Contudo, há mais uma coisa que precisamos observar nesta narrativa, a qual é um memorial para todas as épocas. Tanto Mordecai quanto Ester ficaram tão agradecidos a Deus pela Sua fidelidade que enviaram cartas aos judeus de todas as províncias da Pérsia instruindo-os a celebrar os dois dias da sua libertação todos os anos. Essa comemoração é chamada de festa do Purim, da palavra Pur, que significa “sorte” ou “dado”. Hamã tinha lançado sortes para determinar o dia em que os judeus deveriam morrer (cf. Ester 3:7, 9:24, 26). Deus transformou esse dia em dia de vitória e eles foram gratos a Deus por Sua libertação. Os judeus celebram a festa do Purim até hoje. É um memorial permanente da fidelidade de Deus.

Deus também opera em nossa vida tão definitiva e decisivamente quanto operou na vida de Ester. As circunstâncias ao nosso redor talvez não sejam como gostaríamos. No entanto, de um jeito ou de outro, podemos ser gratos a Deus por elas. Elas dão a Ele oportunidade de demonstrar Seu amor e cuidado soberanos, e a nós, oportunidade de glorificá-lO. Creiamos que todas as coisas cooperam para o bem e, assim, procuremos servir a Ele em todas as circunstâncias. 

Vamos conversar sobre isso

  1. 1. Por que você acha que Deus colocou o livro de Ester na Bíblia?
  2. 2. Relembre alguns problemas enfrentados por você no passado, os quais agora percebe que Deus planejou para o bem.
  3. 3. Quais circunstâncias presentes na sua vida você gostaria que fossem diferentes? Que oportunidades você teve com elas para glorificar ao Senhor? Como você pode servir ao Senhor em tais circunstâncias?
  4. 4. Como podemos ajudar uns aos outros a passar pelas dificuldades da vida?
  5. 5. O que você aprendeu com o relacionamento de Assuero e Ester que poderá ajudá-lo em seu relacionamento com outras pessoas?

Tradução: Mariza Regina de Souza

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