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Where the world comes to study the Bible

4. We Don't Abandon Love (1 Peter 1:22 - 2:10)

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1 Peter: Suffering Precedes Glory (part four)

While writing to persecuted Christians, Peter reminds them that they are not alone in this journey. They don't have to suffer in isolation. That's the good news. The bad news is that when Christians face hardships, they can misdirect their anger toward those they're called to love-other believers. Peter reminds us that love should define our relationships within the covenant community. He also helps us understand what that love should look like. This is particularly helpful in our culture that tends to have a shallow, emotional, conditional definition of love. Instead, love means living righteously toward one another. Does that describe your relationship with other members of the body of Christ?

Related Topics: Fellowship, Love

5. We Don't Impose Our Will (1 Peter 2:11-25)

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1 Peter: Suffering Precedes Glory (part five)

After describing how believers should love one another, Peter now instructs these persecuted Christians in how they should relate to those outside of the church. The groups he describes constitute those who are responsible for the hardships his readers are facing. They are the persecutors. What tactic does Peter prescribe so that persecuted believers can still enjoy their happy freedoms while getting what they deserve in this life? Brace yourself. Peter's radical approach is especially counter-cultural to an American's ears. When you are mistreated by nonbelievers: do good, suffer unjustly, and endure mistreatment.

Related Topics: Christian Life, Suffering, Trials, Persecution

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Vivendo em amor: Os Segredos dos Casamentos Bíblicos

Viver em Amor originalmente foi publicado em 1978 por Tyndale House Publishers, Inc. sob o título "Casais Famosos da Biblia" (Famous Couples in the Bible). O livro foi escaneado e é usado com permissão.

Tradução: Mariza Regina de Souza de Inglés.

1. A Lua de Mel Acabou— A História de Adão e Eva

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A lua de mel é uma época deliciosa. A própria palavra transborda a novidade e o entusiasmo do amor dos jovens. O termo parece ter sido cunhado para transmitir a ideia de que a primeira lua ou o primeiro mês do casamento é o mais doce e o mais feliz de todos. Mas não é assim que deveria ser. Deus Se agradaria se os nossos casamentos ficassem melhores com o passar do tempo. Cada novo mês deveria ser mais doce e mais prazeroso que o anterior. Infelizmente, alguns casamentos acabam se tornando exatamente o que a palavra lua de mel sugere — o primeiro mês é o melhor, e depois tudo vai por água abaixo. Talvez possamos ajudar a reverter esta tendência examinando a Palavra de Deus.

A Escritura não fala exatamente isso, mas tenho a impressão de que a lua de mel de Adão e Eva durou bem mais de um mês.

Só Deus sabe quantos meses ou anos de puro êxtase se passaram entre os capítulos dois e três de Gênesis. Mas nenhum relacionamento humano jamais superou o deles naqueles primeiros dias de pura alegria e incrível deleite. Aquele casamento era, sem dúvida alguma, um casamento perfeito.

Pense nisso por um instante. Se já houve algum casamento feito nos céus, esse casamento foi o deles. Ele foi planejado e realizado com perfeição por um Deus perfeito. Primeiro, Deus esculpiu Adão (Gênesis 2:7). Modelado pelo Mestre da Criação, Adão, sem dúvida, tinha um belo corpo, atlético e sem defeito. E ele foi feito à imagem e semelhança do próprio Deus (Gênesis 1:27). Isso significa que tinha personalidade parecida com a de Deus — tudo perfeito: intelecto, emoções e vontade. Ele possuía uma mente brilhante, ainda não afetada pelo pecado. Suas emoções eram impecáveis, inclusive o amor, terno e totalmente abnegado, o amor do próprio Deus. E ele tinha uma vontade que estava em total sintonia com os propósitos do Seu Criador. Mulheres, quem de vocês não gostaria de um homem assim? Perfeito em tudo! No físico, na mente, nas emoções e no espírito.

Mas deixe-me falar sobre Eva. “Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe” (Gênesis 2:21-22). Adão deve ter olhado para Eva com admiração e apreço. Ela era o melhor do gênio criativo de Deus; graça e beleza imaculada, rosto e corpo puros e belos. Moldada pela mão do próprio Deus, Eva devia ser a criatura mais extraordinária que já andou pela face da terra. E, como Adão, ela também foi feita à imagem de Deus. Sua mente, suas emoções e sua vontade ainda não tinham sido afetadas pelo pecado. Que homem não gostaria de ter uma mulher assim?

Adão imediatamente reconheceu a semelhança de Eva consigo mesmo. E disse: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gênesis 2:23). Parece que, sem nenhuma revelação especial de Deus, Adão instintivamente soube que Eva fora feita dele; ela era parte dele; era sua igual; era sua companheira e contraparte. Ele a chamou de mulher, “varoa”. Ele a tomou para si com ternura. Ela acabou com a terrível solidão dele e encheu sua vida de felicidade. Ela era exatamente o que ele precisava. E nada deu a ela maior satisfação do que a garantia de que seu marido precisava muito dela. Que prazer intenso e indescritível eles encontraram na companhia um do outro! Como eles se amaram!

A casa deles ficava no Éden, o lugar perfeito (Gênesis 2:8). A palavra Éden significa “deleite”, e deleitoso ele era. Bem regado pela nascente de quatro rios, o Éden era um paraíso verdejante, recoberto com todo tipo de plantas belas e comestíveis (Gênesis 2:9-10). Eles cultivavam a terra, mas como não havia espinhos ou ervas daninhas para atrapalhar, seu trabalho era muito leve e agradável. Lado a lado, eles viviam e trabalhavam em perfeita harmonia, compartilhando um sentimento de interdependência mútua, desfrutando a liberdade de comunhão e comunicação, tendo uma afeição profunda que os unia em espírito. Eles eram inseparáveis.

Ah, havia uma ordem de autoridade no seu relacionamento. Adão foi feito primeiro, depois Eva, como o apóstolo Paulo teve o cuidado de mencionar (1 Timóteo 2:13). E Eva foi feita para Adão, não Adão para Eva, como Paulo demonstrou (1 Coríntios 11:9). Mas ela era sua auxiliadora (Gênesis 2:18) e, para ser uma auxiliadora idônea, ela tinha de compartilhar todas as coisas da vida com ele. Ela estava com ele quando Deus lhes deu a ordem para subjugar e dominar a terra; por isso, ela dividia igualmente essa tremenda responsabilidade com seu marido (Gênesis 1:28). Ela fazia tudo o que uma auxiliadora devia fazer. Ela o ajudava, incentivava, aconselhava e inspirava, e fazia tudo isso com um doce espírito de submissão. Adão nunca se ressentia da sua ajuda, nem mesmo dos seus conselhos. Afinal de contas, foi por isso que Deus a deu a ele. E nem ela se ressentia da sua liderança. A atitude dele nunca era maculada pela superioridade ou pela exploração. Como poderia? O amor dele era perfeito. Ela era alguém muito especial para ele e ele a tratava como tal.

Ele não poderia dar de si o suficiente para expressar sua gratidão a ela, e nunca tinha um pensamento sequer sobre o que recebia em troca. Não havia como ela se ressentir de uma liderança como essa.

A Palavra de Deus diz: “Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam” (Gênesis 2:25). Eles tinham uma relação de perfeita pureza e inocência. Não havia pecado neles. Não havia brigas entre eles. Eles estavam em paz com Deus, em paz consigo mesmo e em paz um com o outro. Aquele era verdadeiramente um casamento perfeito. Era o paraíso. Como gostaríamos que tivesse durado, que pudéssemos experimentar o mesmo grau de felicidade conjugal que eles desfrutaram naqueles dias gloriosos. Mas algo aconteceu.

A narrativa bíblica nos leva, em seguida, para a entrada do pecado. Não há dúvida de que o sutil tentador que se aproximou de Eva neste episódio foi Satanás usando o corpo de uma serpente (cf. Apocalipse 12:9). Sua primeira abordagem foi colocar em cheque a Palavra de Deus: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1). Depois de ter colocado em dúvida a Palavra de Deus, ele a negou categoricamente: “É certo que não morrereis.” (Gênesis 3:4). Finalmente, ele escarneceu de Deus e descaradamente distorceu Sua Palavra: “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gênesis 3:5). Tudo bem, eles conheceriam o mal, mas não seriam como Deus. Aliás, seriam exatamente o contrário. A semelhança com Deus de que desfrutavam seria manchada e estragada. Os métodos de Satanás não mudaram muito ao longo dos séculos. Sabemos muito bem disso — as dúvidas, as distorções, as negações. Nós também somos vítimas disso tudo. Podemos nos identificar com Eva em seu momento de fraqueza. Sabemos o que é ceder à tentação.

Satanás usou a árvore do conhecimento do bem e do mal para realizar seu trabalho sinistro. Deus havia colocado a árvore no jardim para ser símbolo da submissão de Adão e Eva a Ele (Gênesis 2:17), mas Satanás às vezes usa até mesmo coisas boas para nos afastar da vontade de Deus. “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gênesis 3:6). Já reparou que Eva foi tentada nas três áreas principais relacionadas em 1 João 2:16? 1) A concupiscência da carne — “boa para se comer”; 2) A concupiscência dos olhos — “agradável aos olhos”; 3) A soberba da vida — “para dar entendimento”. Estas são as mesmas áreas usadas por Satanás para nos deixar mal com Deus e com os outros — desejo de satisfazer nossos apetites físicos, desejo por coisas materiais e desejo de impressionar os outros com nossa importância.

Em vez de fugir da tentação, como mais tarde a Escritura nos exorta a fazer, Eva flertou com ela. Ela tinha tudo o que alguém poderia desejar, mas ficou ali e permitiu que sua mente pensasse na única coisa que ela não tinha, até que isso se tornou uma obsessão e fez sua alegre lua de mel chegar a um final infeliz. Desde então, esse mesmo tipo de desejo incontrolável tem acabado com a lua de mel de muitas pessoas. Maridos às vezes desperdiçam o dinheiro do supermercado com materiais de lazer, passatempos, carros e roupas. Esposas às vezes levam o marido a ganhar mais dinheiro para poderem ter coisas maiores, melhores e mais caras. E os bens materiais deste mundo acabam causando a separação entre eles. Quando permitimos que a nossa mente cobice coisas materiais, Deus chama isso de idolatria (Colossenses 3:5). E Ele nos exorta a fugir dela: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1 Coríntios 10:14).

Eva não fugiu. Ela “tomou-lhe do fruto e comeu” (Gn. 3:6). O texto não é claro, mas as palavras “deu também ao marido” talvez impliquem em que Adão a observava. Não temos ideia do por que ele não tentou impedi-la ou por que não se recusou a segui-la em seu pecado. Mas o que sabemos é que ele falhou lamentavelmente com ela nessa ocasião. Ele negligenciou a liderança espiritual que Deus queria que ele tivesse e, em vez disso, ele deixou Eva conduzi-lo ao pecado. Que influência poderosa tem uma mulher sobre seu marido! Ela pode usar sua influência para desafiá-lo a novos patamares de realizações espirituais ou para arrastá-lo às profundezas da vergonha. Deus deu Eva a Adão para ela ser sua auxiliadora, mas seu coração ansioso o destruiu.

Juntos, eles esperaram pelas novas delícias da sabedoria divina prometidas por Satanás. Em vez disso, uma sensação horrorosa de culpa e vergonha tomou conta deles. Seu espírito morreu no mesmo instante (Gênesis 2:17), e seu corpo físico começou um lento processo de degeneração que estragaria a bela obra-prima de Deus e, no final, acabaria na morte física. Era sobre isso que Paulo falava quando disse: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12). Esse é o jeito do pecado. Promete demais e entrega de menos. O pecado promete liberdade, sabedoria e prazer, mas gera escravidão, culpa, vergonha e morte.

De repente, a nudez deles se tornou símbolo do seu pecado (Gênesis 3:17). Ela os expôs abertamente aos olhos penetrantes do Deus Santíssimo. Eles tentaram se cobrir com folhas de figueira, mas isso não era aceitável. Mais tarde Deus revelaria que a única cobertura adequada para o pecado envolveria o derramamento de sangue (Gênesis 3:21; Levítico 17:11; Hebreus 9:22).

Isso nos leva, finalmente, ao doloroso desfecho. O pecado vem acompanhado de consequências desastrosas, estejamos ou não dispostos a admitir nossa culpa. Adão jogou a culpa pela sua parte na tragédia sobre Eva e Deus: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12). Eva disse que foi enganada pela serpente (Gênesis 3:13). Quase da mesma forma, sempre tentamos jogar a culpa pelos nossos problemas conjugais em outra pessoa. “Se ela parasse de me encher a paciência, eu poderia…”; “Se ele me desse mais atenção, eu poderia…” Mas Deus responsabilizou os dois pelo que aconteceu, da mesma forma que Ele também nos responsabiliza pela nossa parte. E, geralmente, os dois lados são culpados. Deus quer que enfrentemos as consequências com honestidade, sem fazer rodeios.

As consequências foram quase maiores do que Adão e Eva poderiam suportar. Para Eva, a dor do parto seria um lembrete constante do seu pecado. Além disso, ela iria experimentar o desejo insaciável por seu marido, um desejo agudo de estar com ele, de ter sua atenção, sua afeição e sua segurança. Sua carência seria tão grande que seu marido pecador raramente estaria disposto a atendê-la.

E, finalmente, a autoridade que Adão tinha sobre ela desde a criação foi reforçada com a regra: “e ele te governará” (Gn. 3:16). Nas mãos de um homem pecador, essa regra às vezes resultaria num domínio cruel e impiedoso sobre ela — desrespeito pelos seus sentimentos e desprezo pelas suas opiniões. Eva, sem dúvida, aguçada pelo pecado, devia se encher de rancor quando Adão se afastava dela, lhe dava menos atenção e ficava mais ocupado com outras coisas. Amargura, ressentimento e rebelião começaram a tomar conta da sua alma.

Para Adão, cultivar o solo tornou-se uma tarefa interminável e tediosa. A ansiedade tomou conta da sua capacidade de prover o sustento da sua família, deixando-o agitado e irritado, e menos atencioso às necessidades de sua esposa. Como resultado, o conflito entrou em seu lar. O pecado sempre traz tensão, briga e conflito. E isso nunca foi tão dolorosamente evidente para Adão e Eva do que quando eles estavam ao lado do primeiro túmulo da história da raça humana. Seu segundo filho perdera a vida numa terrível briga de família. A lua de mel tinha acabado!

Esta seria a história mais triste que já se contou, não fossem os raios gloriosos de esperança com os quais Deus iluminou as trevas. Dirigindo-se a Satanás, ele disse: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). Deus prometeu que o descendente da mulher, uma criança nascida na raça humana, destruiria as obras do diabo, inclusive o caos que ele tinha causado no lar. Esta é a primeira profecia bíblica a respeito da vinda do Redentor. E Ele já veio! Ele morreu pelos pecados do mundo. Seu sangue perfeito é a cobertura satisfatória para os pecados de cada ser humano que nEle crê. Ele nos dá o Seu perdão gratuitamente e nos restaura pelo Seu favor. E Ele nos concede a Sua força para nos ajudar a vencer o nosso pecado.

Ele pode até nos ajudar a superar as consequências do pecado em nossos relacionamentos conjugais. Ele pode dar aos maridos o mesmo amor terno e a mesma consideração abnegada que Adão teve por Eva antes de eles pecarem. Ele pode dar às esposas a mesma solicitude encorajadora e a mesma submissão afetuosa que Eva tinha para com Adão antes da queda. Em outras palavras, a lua de mel pode recomeçar. Mas, primeiro, é preciso receber Jesus Cristo como Salvador. Não há esperança de um relacionamento conjugal se tornar tudo o que pode sem que ambos, marido e esposa, recebam a garantia do perdão e da aceitação de Deus. Esta garantia só pode ser experimentada quando reconhecemos o nosso pecado e colocamos a nossa confiança no sacrifício perfeito de Jesus Cristo na cruz do Calvário, o qual nos libertou da condenação eterna merecida pelo nosso pecado.

Se você tem alguma dúvida, acabe com ela agora. Com toda sinceridade e franqueza, ore assim: “Senhor, reconheço meu pecado diante de Ti. Creio que Jesus Cristo morreu para me livrar da culpa do meu pecado, da pena pelo meu pecado e do controle do pecado em minha vida. Eis-me aqui, agora ponho minha confiança nEle como meu Salvador pessoal e O recebo em minha vida. Graças Te dou, Senhor Jesus, pois entraste na minha vida e perdoaste o meu pecado”. Quando você toma esta decisão, o caminho fica livre para Deus encher o seu coração da Sua ternura e do Seu amor, tirar o seu egoísmo e a sua teimosia, e lhe dar uma preocupação abnegada pelas necessidades do seu cônjuge. E você ainda pode desfrutar um pouquinho do paraíso.

Vamos conversar sobre isso

  1. A questão da salvação eterna está bem resolvida na sua cabeça? Se não, existe alguma razão para você não resolvê-la agora?
  2. Quais ingredientes que fizeram do casamento de Adão e Eva uma “lua de mel” podem ajudar no seu casamento?
  3. De que forma Satanás pode usar o desejo de satisfazer as necessidades físicas para afetar o relacionamento entre marido e mulher atualmente? E o desejo por coisas materiais? E o desejo de ser reconhecido pelos outros?
  4. De que forma uma esposa pode desafiar o marido a objetivos mais elevados? De que maneira uma esposa pode enfraquecer ou destruir seu marido?
  5. O que maridos e esposas podem fazer para não jogar a culpa de seus problemas um no outro?
  6. O que o marido pode fazer para satisfazer a tremenda carência de atenção e carinho de sua esposa?

Tradução: Mariza Regina de Souza

Related Topics: Christian Home, Marriage

Think Again

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The Thinking process has stimulated many remarks concerning the thought process and the value and limitations of the mind. Although many commend and are committed to time spent in thought, Henry Ford once remarked, “Thinking is the hardest work there is, which is probably why so few engage in it.” Some have pointed out certain dangers involved in the thinking process such as too much self esteem. Thus Spinoza observed, “Pride is therefore pleasure arising from a man’s thinking too highly of himself.”1 As speech devoid of thinking,

My words fly up, my thoughts remain below:
Words without thought never to heaven go.2

Nevertheless, we need to be reminded of the necessity of sound thinking. Thus Sir Thomas Vaux declared,

When all is done and said,

In the end this shall you find:

He most of all doth bathe in bliss

That hath a quiet mind;

And, clear from worldly cares,

To deem can be content

The sweetest time in all his life

In thinking to be spent.3

Such is particularly the case in times when a person may be experiencing difficulties in his life. N. V. Peale therefore encouraged people to exercise sound thinking by dismissing negative thoughts: “To overcome troubles you must use the good mind God gave you. Think through and understand them. And you cannot think clearheadedly while seething with a sense of outrage, hating other people or life or even God for some harsh experience that has befallen you. Neither can you weep and wail about it—and at the same time think.”4

Paul’s admonition concerning the necessity and value of properly using one’s God-given mind is particularly apropos for believers. In what follows we shall note several scriptural passages concerning the dangers of faulty thinking and the need for exercising the sound mind that the Lord has entrusted to us.

Improper Thinking

It should be noted at the outset that the Scriptures plainly teach that man’s thinking and thoughts are too often incorrect. They are at times guided by such things as: incorrect or insufficient data, or misguided opinions and conclusions, or hasty decisions (cf. Prov. 21:5; 29:20). As the old saying expressed it: “haste makes waste,” whether in thinking or actions. This is especially true with regard to spiritual matters. Even the conclusions of many gifted teachers, philosophers or even religious leaders are ultimately simply finite observations. Indeed, man’s natural thinking is tied to “earthly things” (Phil. 3:19), hence too easily leads to unrighteous thoughts, which generate selfish attitudes and actions. Underlying all of this, of course, is that which led to man’s original sin—pride. Therefore, man recreates his god in terms of earthly values or things.

Rather than doing so, as God’s “offspring, we should not think the deity is like gold or silver or stone, an image made by human skill or imagination” (Acts 17:29).5 The same may be said of man too often conceiving of God in ways which are self pleasing and satisfying. The mindset of the natural man is thus fleshly and in strict contrast to that of a true, yielded believer in the Lord. The Apostle Paul declares, “Those who live according to the flesh have their outlook shaped by the things of the flesh, but those who live according to the Spirit have their outlook shaped by the things of the Spirit” (Rom. 8:5). The contrast is a pronounced one, for Paul goes on to add, “The outlook of the flesh is hostile to God, for it does not submit to the law of God nor is it able to do so. Those who are in the flesh cannot please God. You, however, are not in the flesh but in the Spirit, if indeed the Spirit of God lives in you” (vv. 7-9). The warning and admonition in the ancient proverb still rings loud and true:

Pride goes before destruction
and a haughty spirit before a fall.
It is better to be lowly in spirit with the afflicted
than to share the spoils with the proud. (Prov. 16:18-19)

Man’s sense of self worth or pride is often mentioned or portrayed in the Bible. It is linked with many improper areas of thinking that lead to unholy attitudes or actions such as: “perverse utterances” (Prov. 8:13), “boastings” (Jer. 48:30), lack of concern for those in need such as the poor (Ezek. 16:49), and at the root of it all, indifference to or a mindset against “The Holy One of Israel” (Jer. 50:29). Indeed, “The biblical images of pride add up to such a repulsive figure that they would lead one to abhor it, yet the frequency with which it appears in the Bible suggests something of its perennial appeal to the sinful heart.”6 How understandable, then, is Paul’s admonition to the Roman Christians that they should not “think too highly of yourself than you ought to think” Rom. 12:3). As we shall see below, rather than being prideful, people should follow Jesus’ own example of humility (cf. Matt. 11:29; Phil. 2:6-8).

Ungodly pride can lead to selfish greed. Such was pointed out long ago by David:

Yes, the wicked man boasts because he gets what he wants;
the one who robs others curses and rejects the LORD.
The wicked man is so arrogant he always thinks,
“God won’t hold me accountable, he doesn’t care.”
He is secure at all times.
He has no regard for your commands. (Ps. 10:3-5a)

Indeed, all too easily a person’s prideful greed can lead to the disregard of or the taking advantage of others. Moreover, from their arrogance arises not only a disdain for the standards of God but even a disdain for the Lord himself. As Van Gemeren remarks, “These greedy have no regard for God or his commandments.… Their goal in life is a purposeful avoidance of God.... They are not atheists but instead have conveniently chosen to live without God.… Worship of the creator-covenantal God has been exchanged for worship of themselves.”7 Such a prideful, arrogant thinking individual is an example of someone who is self-deceived. In his preoccupation with himself he mistakenly imagines that he is the master of his own little world and that he is the only one that matters. As Paul warned the Galatian believers, “If anyone thinks he is something when he is nothing, he deceives himself” (Gal. 6:3). In their preoccupation with themselves, some may on the one hand even consider themselves and their desires to be supremely important in life and yet on the other hand, think themselves to be maintaining a religious course of life (cf. Col. 1:20-23). Such, however, follow a false religiosity and are gravely in error. James warns with regard to someone who goes through the motions of religion yet is not profited spiritually by it to such an extent that that he even disdains or disparages others:

If someone thinks he is religious, yet does not bridle his tongue, and so deceives his heart, his religion is futile. Pure and undefiled religion before God the Father is this: to care for orphans and widows in their misfortune and to keep oneself unstained by the world. (James 1:26-27)

Is what a person thinks or desires all that matters? Think again! The Scriptures are quite clear in pointing out that improper thinking such as selfish desires and greed leads too readily to improper or fleshly attitudes and actions. As Paul writes to the Galatians:

For the flesh has desires that are opposed to the Spirit and the Spirit has desires that are opposed to the flesh, for these are in opposition to each other so that you cannot do what you want…. Now the works of the flesh are obvious: sexual immorality, impurity, depravity, idolatry, sorcery, hostilities, strife, jealousy, outbursts of anger, selfish rivalries, dissensions, factions, envying, murder, drunkenness, carousing, and similar things. I am warning you, as I have warned you before: Those who practice such things will not inherit the kingdom of God. (Gal. 5:17, 19-21; cf. Col. 3:5-10)

Accordingly, it is essential for all people, not only unbelievers but believers as well, to develop and pursue proper thinking—thinking that is in accordance with God’s thoughts.

Proper Thinking

God and Thinking. Basic to understanding the relation between God’s thoughts and man’s is the realization that the Lord is omniscient (Isa. 40:28). Therefore, he has a depth of wisdom, knowledge, and thinking that is beyond the grasp of human intelligence (Ps. 139:6; cf. Ps 92:5). Thus the Lord spoke through Isaiah saying,

For My thoughts are not your thoughts,
and your ways are not My ways.
This is the LORD’s declaration.
For as heaven is higher than earth,
so My ways are higher than your ways,
and My thoughts than your thoughts. (Isa. 55:8-9; NASB)

Commenting on God’s declaration, Edward Young says, “The ways and thoughts of God are incomprehensible to man. Even though God reveal them to man, he cannot fully understand them; to him they are incomprehensible.”8 Smith adds: “Surely there are few similarities between God and the wicked, but there are some similarities between the righteous believer who reads or hears about thoughts and ways and attempts to live a life consistent with God’s instructions. Nevertheless, even with these few similarities with the righteous, it is not hard to accept the idea that God’s plans and purposes are exceedingly higher than anything the smartest righteous person has ever thought or imagined.” 9 All too often people may think that God does not see, know, or care about what they are doing. To the contrary, they should be aware of the fact that the Lord is so fully aware of them and their deeds that he even knows their thoughts and their motives (Ps: 94: 3-11). For example, Isaiah reports the Lord as saying,

“As for those who consecrate and ritually purify themselves so they can follow their leader and worship in the sacred orchards, those who eat the flesh of pigs and other disgusting creatures, like mice—they will all be destroyed together,” says the LORD. “I hate their deeds and thoughts.” (Isa. 66:17-18)

Indeed, the Lord knows the thoughts and motives all people—not just the wicked. Accordingly, when David was turning the kingdom over to his son Solomon, he admonished him:

“And you, Solomon my son, obey the God of your fathers and serve him with a submissive attitude and a willing spirit, for the LORD examines all minds and understands every motive of one’s thoughts. If you seek him, he will let you find him, but if you abandon him, he will reject you permanently.” (1 Chron. 28:9)

Although David’s charge to Solomon, his son and successor, was aimed at the necessity for Solomon to follow the Lord’s intentions and directions for building the temple, the principle that lay behind David’s words is true and exceedingly applicable. God does indeed have an intricate knowledge of man’s thoughts, motives, attitudes, and desires. As David pleads with the Lord elsewhere,

May the evil deeds of the wicked come to an end!
But make the innocent (the godly) secure,
O righteous God,
you who examines the inner thoughts and motives. (Ps. 7:9; cf. Jer. 11:20)

In harmony with all of this, David begins Psalm 139 by openly acknowledging that the Lord knows him thoroughly, including his every thought and action:

O LORD, you examine me and know.
You know when I sit down and when I get up;
even when far away you understand my motives.
You carefully observe me when I travel or when I lie down to rest,
you are aware of everything I do.
Certainly my tongue does not frame a word
without you, O LORD, being thoroughly aware of it.

Appropriately, Leupold observes, “Before the thought has taken shape to the point where it can be cast into the appropriate word, God knows what it is going to be. This is knowledge superlative.”10 David admits that such awareness is “beyond my comprehension” (v.6). “How difficult it is for me to fathom your thoughts about me, O God! How vast is their sum total!” (v.17). Yet because David knows that God’s omniscience means that the Lord understands David better than does David himself, he goes on to plead with the Lord to examine his thoughts so that David might be led to living a thoroughly righteous life before the Lord.

Examine me and probe my thoughts!
Test me, and know my concerns!
See if there is any idolatrous tendency in me!
and lead me in the reliable ancient path! (vv. 23-24)

David’s prayerful thoughts are reflected in the familiar hymn by J. Edwin Orr:

Search me, O God, and know my heart today;
Try me, O Savior, know my thoughts I pray.
See if there be some wicked way in me;
Cleanse me from ev’ry sin and set me free.

….

Lord, take my life and make it wholly Thine;
Fulfill Thy word and make me pure within.
Take all my will, my passion, self and pride;
I now surrender, Lord—in me abide.11

Applying David’s desires to Christian believers, Futato remarks,

“I want the Lord to know me, so that I can know myself better. I want the Lord to know me, so that he can ‘lead me along the path of everlasting life’ (139:24) and that path is walked in a humble and loyal relationship with the God who knows me (139:1-6), who is always present with me (139:7-12), and who cares for me (139:13-18)—all because of his love for me in the Lord Jesus Christ.”12

God’s thoughts toward people carry a genuine concern for them. Thus in his concern for peoples’ spiritual health and true welfare, God continues to reveal his thoughts and standards to them (Amos 4:13). Therefore, people should gladly and willingly submit to the Lord, not only for God’s glory but for their own good. The psalmist’s words, though designed specifically for his people Israel, doubtless have application for all believers:

How blessed is the one whom you instruct, O LORD,
the one whom you teach from your law.
Certainly the LORD does not forsake his people. (Ps. 94: 13-14a)

It is likewise simply the case also that the old proverb in God’s everlasting Word remains pertinent:

Trust in the LORD with all your heart,
and do not rely on your own understanding.
Acknowledge him in all you ways,
and he will make your paths straight.
Do not be wise in your own estimation;
fear the LORD and turn away from evil.
This will bring healing to your body
and refreshment to your inner self. (Prov. 3:5-8)

As Buzzell rightly observes, “This means more than guidance; it means God removes the obstacles, making a smooth path or way of life, or perhaps better, bringing one to the appointed goal.”13

Man and Thinking. The Scriptures do invite people to participate in active, even deep, thinking (cf. Prov. 22:17). Indeed, many human examples of such a process (e.g., Einstein) could be cited. On a time-honored popular level the example of Arthur Conan Doyle’s Sherlock Holmes remains a classic standard. One is reminded of Holmes’ famous maxim: “When you have excluded the impossible, whatever remains, however improbable, must be the truth.”14 Put another way, one might say, “When you have eliminated the seemingly impossible, and exhausted all seemingly possible conclusions, then something of the seemingly impossible, however improbable, must be possible.” It is a maxim that atheists, agnostics, and skeptics could well heed. Indeed, as the Scriptures point out, people may even profit by listening to wise counsel (cf. Prov. 1-9), especially when it is clothed with godly wisdom (e.g., Prov. 2:1-6).

Quite obviously, as we have noted above, the thinking capacity even of a redeemed, believing person, however well educated and informed, can never equal or even approximate the thinking of the omniscient God (cf. Pss. 40:5; 139:17; Eph. 3:20). Left to themselves, the wisest people, even believers, may at times be foolish in their thinking (cf. Ps. 73: 21-22). For example, even though some may find this difficult to understand, as not only an omniscient God, but as a loving Lord he is concerned for people’s welfare. Some may think, “If God really did exist, he would be too great and too occupied with cosmic affairs to examine men’s minds, much less guide his thinking or be concerned for their situation.” Thus the psalmist asks:

O LORD, of what importance is the human race,
that you should notice them?
Of what importance is mankind,
that you should be concerned about them? (Ps. 144:3).

Upon reviewing God’s essential power and goodness, however, he eagerly concludes, “How blessed are the people whose God is the LORD” (Ps. 144:15b). Thus by allowing God to control the thought processes, foolish thinking can be reversed, so as to allow a person to be guided by the Lord’s counsel (Ps 73: 24; cf. Ps. 7:9b). When he realizes this fully, he will desire and consistently seek God’s mind and will for his life. For he will have come to understand that God’s will is not only the best for him, but as a concerned God, “The Lord is near!” (Phil. 4:5; cf. Ps 34:18-20) to help and care for him.

Indeed, all people need to come to grips with the fact that (as we have seen) God does know their thoughts and desires. This is especially true for believers. As redeemed by Christ, believers can and should utilize godly thinking in their lives. As Paul admonishes the Colossians, believers need to overcome their preoccupation with self and everyday matters and, “keep thinking about things above, not on things earth, for you have died and your life is hidden with Christ in God” (Col 3:2-3; cf. Rom 8:5). As Bruce remarks,

“Don’t let your ambitions be earthbound, set on transitory and inferior objects. Don’t look at life and the universe from the standpoint of these lower planes; look at them from Christ’s exalted standpoint. Judge everything by the standards of that new creation to which you now belong, not by those of the old order to which you have said a final farewell.”15

There is indeed, then, such a thing as proper thinking. Believers have the greatest example of proper thinking in the Lord Jesus himself. Among Jesus’ departing words to his disciples was the declaration “I am doing just what the Father commanded me, so that the world may know that I love the Father” (John 14:31). In his farewell prayer to the Father he points out that he had “glorified the work you gave me to do” (John 17:4) and adds further, “Now they understand that everything you have given me comes from you, because I have given them the words you have given me. They accepted them and really understand that I came from you and they believe that you sent me” (vv. 7-8). Thus Jesus demonstrates to his disciples that his thoughts and resulting actions were because he was reproducing the Fathers thoughts and will.

Still further, Jesus revealed that after his departure, he would send the Holy Spirit who will, “Guide you into all truth,” and will, “receive from me what is mine and will tell it to you” (John 16: 13, 15). As Tenney points out, “Through the Holy Spirit every Christian can be provided with individual authoritative instruction.”16 Thus as Jesus reproduced the Father’s thoughts and will, so the Holy Spirit delivers the thoughts and instructions of Christ and the Father to believers in order that they may think and act in accordance with the divine perspective.

As those united to Christ, then, believers are enabled through the Holy Spirit’s guidance to think and act in accordance with Jesus’ example. As did the Apostle Paul, believers should “take every thought captive to make it obey Christ” (2 Cor. 10:5). In so doing their very lives will be transformed. As Paul admonished the Roman Christians, if believers are to grow in their spiritual walk, they must,

Present your bodies as a sacrifice—alive, holy, and pleasing to God—which is your reasonable service. Do not be conformed to the present world, but be transformed by the renewing of your mind, so that you may test and approve what is the will of God—what is good and well-pleasing and perfect. (Rom 12:1-2)

Thus Cranfield wisely remarks, a believer should “allow himself to be transformed continually, remoulded, remade, so that his life here and now may more and more clearly exhibit signs and tokens of the coming order of God—that order which has already come—in Christ.”17 Such can indeed be accomplished by freely yielding to the Holy Spirit’s guidance and instruction.

In this regard, an examination of the word “transformed” is most helpful. The Grreek background of the verb rendered “transformed,-- metamoprhoomai informs us that this word was used in a variety of ways. Meaning basically to change into another form, that transformation could involve not only an outward change easily perceived by the senses, but on occasion, an inward spiritual one as well. The root idea is appropriately used in a number of fields of knowledge. Geologists apply it to rocks whose structure is so completely altered that their original form is no longer seen, calling them “metamorphic” rocks. Biologists use it to designate changes in the natural world by which creatures adapt to a new environment or way of living, such as tadpoles becoming frogs, and term it metamorphosis. Certain linguists speak of processes whereby meanings in the deep structure are transformed into the resultant words of the surface structure of the sentence.

The verb appears only three times in the New Testament but is especially instructive for Christian living in each case. Paul reminds the believer that, having presented himself as a living sacrifice, the whole person, inside out, is to “go on being transformed” in realizing the will of God (Rom.12:1-2). There is a metamorphic process that is to take place in ourselves, to conform us to “the image of his Son” (Rom. 8:29), that involves an attitude of full surrender to Christ, But, granted this truth, how can that metamorphic, sanctifying process be fully realized? The two other contexts in which this verb is employed suggest two other avenues whereby the Christian can grow in grace.

In the first instance (Matt. 17:1-2) metamorphoomai is used of Christ’s transfiguration. Matthew reports that on that occasion Christ’s essential inner excellence shone out so brightly that not only was his intrinsic glory seen but his very clothing glistened with dazzling brightness. The parallel account in Luke 9:29 makes it clear that Jesus transformation took place as he prayed, This suggests that one means for the believers growth in grace is through prayer. Time spent in daily communion with God to know his mind and will allows the structure of our beings, already dramatically changed at conversion, to be further transformed. By knowing God better, we learn to think his thoughts after him and so to be like him.

In 2 Corinthians 3:18 Paul reports that the Holy Spirit also brings to the believer full liberty to behold the glory of the Lord in the Scriptures and thereby to be “changed, into the same image from glory to glory.” Thus, beholding the living Word in the written Word and submitting to its precepts brings such a transformational change in the depths of our beings that it must surface in the activities of our daily lives. Believers are programmed for holy living in a new, changed life situation (2 Cor. 5:17). The word metamorphoomai reminds us of the means that we have for allowing the sanctifying work, the metamorphic process of the Holy Spirit, to be effective: (a godly mind and attitude of full commitment to Christ, (2) an effective prayer life, and (3) the consistent study of Gods Word.

Paul goes on in Romans 12:3 to point out some of the results of the transformational process: (1) it will enable believers to think “with sober discernment.”; (2) it will perfect their faith; (3) It will produce genuine humility –a humility that reflects Jesus’ own humbling of himself to the Father’s will (cf. Matt 11:29). Paul also reflects this in his advice to the Philippians by saying, “Instead of being motivated by selfish ambition or vanity, each of you should, in humility, be moved to treat one another as more important than yourself. Each of you should be concerned not only about your own interests, but about the interests of others, as well” (Phil. 2:3-4). As Phil Comfort remarks:

A humble mind is the key to cooperative unity. Humility is the realization that we are creatures who are totally dependent on God, the Creator. If we are really humble before God, we are totally relying on God. This affects our attitude toward others, for as equally dependent creatures, we cannot take pride in ourselves.18

Paul then goes on to point to Christ as the ultimate example of humility and concern for others (Phil 2:5-7). Despite being fully divine, he was willing to assimilate human nature to his being and truly be concerned for the human beings, while submitting to the Father’s will in order to accomplish man’s redemption. This he did at the cost of his own life: “He humbled himself, by becoming obedient to the point of death—even death on a cross!” (Phil. 2:8). As Comfort goes on to say, “Christ is put forth as the ultimate example of someone who cooperated with the divine will of his Father by exhibiting humility to the utmost.”19

By following Jesus’ example of true humility, believers will be enabled to live their redeemed life “with awe and reverence” (Phil. 2:12). And as they do so, even the thought of Jesus their redeemer and hope becomes very precious.

Jesus the very thought of Thee,
With sweetness fills my breast;
But greater far Thy face to see
And in Thy presence rest.20

The believer’s life becomes one where his thoughts and desires are to follow the Lord in full dependence on his leading. Such will become evident in the believer’s everyday life and conduct. Full submission to the Lord will involve a life of prayer in order to know and follow God’s will. As Paul admonishes the Philippians,

Be not anxious about anything. Instead, in every situation through prayer and petition with thanksgiving, tell your requests to God. And the peace of God that surpasses all understanding will guard your hearts and minds in Christ Jesus. (Phil 4:6-7)

The believer will also understand more clearly the will of God as revealed in the Word of God and motivate him to share that Word with others. As Paul tells the Colossians:

Let the word of Christ dwell in you richly, teaching and exhorting one another with all wisdom, singing psalms, hymns and spiritual songs, all with grace in your hearts to God. And whatever you do in word or deed, do it all in the name of the Lord Jesus, giving thanks to God the Father through him.” (Col. 3:16-17)

Thus Paul could serve as an example to the Philippian believers saying,

What ever is true, whatever is worthy of respect, whatever is just, whatever is pure, whatever is lovely, whatever is commendable, if something is excellent or praiseworthy, think about these things; and what you learned and received and heard and saw in me, do these things. And the God of peace will be with you. (Phil. 4:8-9)

James also points to the fruit of exercising godly wisdom declaring,

But the wisdom from above is first pure, then peaceable, gentle, accommodating, full of mercy and good fruit, impartial, and not hypocritical. And the fruit that consists of righteousness is planted in peace among those who make peace. (James 3:17-18)

Such peace involves a total well-being of person, a full, healthy personal relationship with others, and above all, a complete and perfect identity in heart and mind with the Lord.

May we as believers always seek the mind of the Lord so as to do that which is proper and well-pleasing to him. As Kate Wilkinson expressed it,

May the mind of Christ my Savior
Live in me from day to day.
By His love and pow’r controlling
All I do and say.
May the Word of God dwell richly
In my heart from hour to hour,
So that all may see I triumph
Only through His pow’r.21

Ah, then, you who claim, “I am all that really matters.” Think again! Rather than living for self, by having the mind of the Lord and living for him, a person’s life will be of far greater value both now and eternally.

May we truly be able to say,

All that I am and have—Thy gifts so free—
In joy, in grief, thru life, dear Lord for Thee!
And when Thy face I see, my ransomed soul shall be,
Thru all eternity, something for Thee.22


1 Benedict [Baruch] Spinoza, Ethics, III, proposition 2, note as cited in John Bartlett, Bartletts Familiar Quotations, ed. Justin Kaplan, 16th ed. (Boston: Little, Brown and Company, 1992), 278.

2 William Shakespeare, Hamlet, Act III, Scene iii, line 97, as cited in Bartlett, 197.

3 Sir Thomas Vaux, as cited in Masterpieces of Religious Verse, ed. James Dalton Morrison (New York: Harper, 1948), 440.

4 Norman Vincent Peale, as cited in Lloyd Cory, Quotable Quotations (Wheaton: Scripture Press, 1989), 399. Cory (ibid.) also quotes C. Neil Strait as saying, “Negative thoughts poison the mind. What a mind poisoned with negative thoughts contributes, then, to life is not progress, but problems.”

5 Unless otherwise noted, all scriptural citations are taken from the NET Bible.

6 “Pride,” in Dictionary of Biblical Imagery, eds. Leland Ryken, James C. Wilhoit, and Tremper Longman III (Downers Grove: InterVarsity Press, 1998), 662.

7 Willem A. VanGemeren, “Psalms,” The Expositors Bible Commentary, eds. Tremper Longman III and David E. Garland 13 vols. (Grand Rapids: Zondervan, rev. ed., 2008) 5: 156.

8 Edward J. Young, The Book of Isaiah, The New International Commentary on the Old Testament, 3 vols. (Grand Rapids: Eerdmans, 1972) 3:383.

9 Gary V. Smith, Isaiah 40-66, New American Commentary, ed. E. Ray Clendenen (Nashville; Broadman and Holman, 2009), 510.

10 H. C. Leupold, Exposition of the Psalms (Grand Rapids: Baker, 1969), 944.

11 J. Edwin Orr, Cleanse Me (verses1,3).

12 Mark D. Futato, “Psalms,” in Cornerstone Biblical Commentary, ed. Philip W. Comfort, 18 vols. (Carol Stream: Tyndale House, 2009)16:140.

13 Sid S. Buzzell, “Proverbs,” in The Bible Knowledge Commentary, eds. John F. Walvoord and Roy B. Zuck (Wheaton: Victor Books, Scripture Press, 1985), 911. See also, Bruce K. Waltke, The Book of Proverbs, Chapters 1-15, The New International Commentary (Grand Rapids: Eerdmans, 2004) 243-47.

14 Sir Arthur Conan Doyle, “The Adventure of the Beryl Coronet,” in The Complete Sherlock Holmes (New York: Barnes & Noble, 1992), 315. See also this maxim in “The Sign of the Four,” ibid., 111.

15 F. F. Bruce, “Colossians,” in The Epistles to the Colossians, to Philemon, and to the Ephesians, The New International Commentary on the New Testament (Grand Rapids; Eerdmans, 1984), 134.

16 Merrill C. Tenney, John: The Gospel of Belief (Grand rapids: Eerdmans, 1976), 238.

17 C. E B. Cranfield, The Epistle to the Romans, The International Critical Commentary, 2.vols. (Edinburgh: T & T Clark, 1979) 2: 608.

18 Phil W. Comfort, “Philippians,” in Cornerstone Biblical Commentary, 18 vols. (Carol Stream: Tyndale House, 2008) 16:168.

19 Comfort, ibid., 173.

20 Bernard of Clairvaux, trans. Edward Caswell, “Jesus the Very Thought of Thee.”

21 Kate B. Wilkinson, “May the Mind of Christ My Savior.”

22 Sylvanus D. Phelps, “Something for Thee.”

Related Topics: Bible Literacy, Christian Education, Christian Life, Discipleship

2. Sim, Meu Senhor — A História de Abraão e Sara

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Deus disse a Eva: “o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará” (Gênesis 3:16). Isso foi parte das dificuldades causadas à mulher pelo pecado, e é interessante observar que os principais relacionamentos entre marido e mulher que se seguem nas Escrituras ilustram a submissão da esposa ao governo do marido. Sara é elogiada duas vezes pelos escritores do Novo Testamento: uma por sua fé (Hebreus 11:11) e outra por sua submissão ao marido (1 Pedro 3:5-6). O apóstolo Pedro foi ainda mais longe quando disse que ela “obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor”.

Em nossa cultura, nem sonharíamos em pedir a uma esposa que chamasse o marido de “senhor”, mas, naquela época, essa era a forma de Sara expressar sua submissão. Por mais estranho que pareça, estes dois princípios, fé e submissão, realmente andam juntos. Para a esposa, submissão é, basicamente, crer que Deus opera por meio do seu marido para realizar aquilo que é melhor para ela. E esta é a história da vida de Sara com Abraão.

Em primeiro lugar, vamos examinar a fonte da fé. A história começou em Ur, próspera metrópole perto da antiga costa do Golfo Pérsico. Um homem, pelo menos, se enchia de repulsa diante da idolatria e do pecado daquela cidade, pois havia conhecido o único Deus vivo e verdadeiro: “Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12:1-3). Armado com essa poderosa promessa, Abraão levantou acampamento e, com Tera, seu pai, Ló, seu sobrinho, e Sara, sua esposa, deu início à longa jornada para o norte, ao longo do crescente fértil, rumo à cidade de Harã.

Mudar-se não é divertido, principalmente quando a empresa de mudanças é um camelo ou uma mula, e especialmente quando você nem sabe para aonde vai! “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hebreus 11:8). Talvez isso bem mais difícil para a mulher do que para o homem. Sara não é mencionada neste versículo, mas sua fé está ali, tão firme quanto a de Abraão. Ela sabia que Deus a sustentaria durante aquela árdua jornada e mostraria a seu marido o lugar que Ele havia escolhido para eles.

Sara não era uma cabeça-oca, fraca, sem personalidade, excessivamente dependente. Seus pais lhe deram o nome de Sarai, e os nomes tinham significado no antigo mundo bíblico. O dela queria dizer “princesa”. Talvez seu nome descrevesse sua grande beleza, a qual é mencionada duas vezes no relato inspirado (Gênesis 12:11, 14). É possível também que descrevesse sua criação, sua educação refinada, seu encanto e suas maneiras graciosas. Quando Deus mudou seu nome para Sara, Ele não retirou a conotação de princesa, mas acrescentou a dignidade de ser mãe. Nesse contexto, ela é chamada de “a mãe das nações” (Gênesis 17:15-16, ARC).

Sara era uma mulher inteligente e capaz. Mas, quando se casou com Abraão, ela teve de tomar uma decisão. Ela estabeleceu como missão ajudar o marido a realizar os propósitos de Deus para ele. Isso não foi fraqueza. Foi a vontade de Deus para a vida dela: a verdadeira submissão bíblica. Algumas esposas têm sistematicamente sabotado o plano divino para o marido por não estarem dispostas a crer em Deus e se entregar à Sua sabedoria. Elas simplesmente não acreditam que Deus use seu marido para fazer o que é melhor. Elas acham que precisam colaborar com Deus tentando dominar o marido.

Parece que o pai de Abraão não quis prosseguir quando eles chegaram a Harã. Ele era idólatra (Josué 24:2), e a cidade de Harã lhe convinha perfeitamente para passar o resto da vida. Ele atrasou os planos de Deus para Abraão, mas não pôde destruí-los. Com a morte de Tera, Abraão, então com 75 anos de idade, deixou Harã e foi para a terra que Deus lhe prometera (Gênesis 12:4). Foi outra mudança para um lugar desconhecido, mas ao lado dele estava Sara, uma mulher de submissão e fé (Gênesis 12:5). Os dias por vir veriam sua fé severamente testada e sua submissão, duramente provada.

Em segundo lugar, vamos explorar as contínuas lutas da fé. A fé cresce quando está sob ataque. Quem ora para Deus afastar seus problemas pode estar pedindo uma vida espiritual deficiente. Às vezes, a nossa fé vacila diante do estresse, mas quando reconhecemos nossas falhas e aceitamos o perdão de Deus, mesmo essas falhas podem contribuir para o nosso crescimento espiritual. Abraão e Sara são elogiados nas Escrituras pela sua grande fé, mas suas falhas foram registradas para nossa instrução e encorajamento.

O primeiro ataque veio logo após eles terem entrado em Canaã. Havia grande fome na terra e Abraão decidiu deixar o lugar que Deus lhe prometera, fugindo para o Egito (Gênesis 12:10). Se ele tivesse consultado Sara, ela poderia ter-lhe mostrado a tolice de sua decisão, mas, como muitos homens, ele levou adiante seu plano sem levar em conta as dificuldades que poderia causar a ela. Muitos homens não gostam de pedir conselho à esposa. Eles acham que sua autoridade lhes dá a prerrogativa de fazer o que bem entendem sem conversar com a esposa para chegar a um acordo mutuamente aceitável. Eles receiam que elas encontrem falhas em sua lógica ou desmascarem seu egoísmo tacanho. Por isso, seguem em frente com seus planos e toda família acaba sofrendo com isso.

Quando se aproximaram do Egito, Abraão disse à esposa: “Ora, bem sei que és mulher de formosa aparência; os egípcios, quando te virem, vão dizer: É a mulher dele e me matarão, deixando-te com vida. Dize, pois, que és minha irmã, para que me considerem por amor de ti e, por tua causa, me conservem a vida” (Gênesis 12:11-13). Isso foi um tributo à beleza de Sara, a qual, aos 65 anos de idade, ainda era tão irresistível que Abraão pensou que os egípcios pudessem matá-lo por causa dela. E a beleza de Sara não estava só nos olhos dele. “Tendo Abrão entrado no Egito, viram os egípcios que a mulher era sobremaneira formosa. Viram-na os príncipes de Faraó e gabaram-na junto dele; e a mulher foi levada para a casa de Faraó” (Gênesis 12:14-15). Mesmo achando que eles o matariam para ficar com ela, Abraão tinha certeza de que o tratariam como convidado de honra se pensassem nela como sua irmã. E ele não estava errado. Eles lhe deram muitos servos e animais por causa dela (Gn. 12:16). Bem, tecnicamente, Sara era sua irmã, sua meia-irmã (Gn. 20:12). Esse tipo de casamento não era incomum naquela época. Mas o que Abraão disse a faraó era apenas meia-verdade, e meias-verdades são mentiras nas coisas de Deus. Deus não pode aceitar o pecado.

Por que Sara consentiu com esse plano pecaminoso? Este não seria o caso onde a obediência a Deus era melhor que obediência ao marido? Creio que sim. A esposa não tem obrigação de obedecer ao marido quando essa obediência compromete a vontade claramente revelada de Deus (cf. Atos 5:29). Sara tinha uma boa justificativa para não obedecer ao marido. Mas isso não mostraria o quão profunda era sua fé e sua submissão. Sara acreditava na promessa feita por Deus a Abraão de que ele seria pai de uma grande nação. Já que eles ainda não tinham filhos, ela era dispensável, mas Abraão tinha de viver e ter filhos, mesmo se fosse com outra mulher.

Talvez ela também acreditasse que Deus interviria e a livraria antes de acontecer alguma imoralidade, o que era bastante provável, dado o tamanho do harém de faraó. Da mesma forma, talvez ela acreditasse que Deus a uniria novamente ao marido e os resgataria das mãos de faraó. E, devido ao que ela acreditava, ela acabou se submetendo. Deus os teria protegido mesmo sem o plano egoísta de Abraão, mas a fé em Deus e a submissão de Sara ao marido são lindamente ilustradas nesta narrativa do Antigo Testamento. O verdadeiro teste para a submissão de uma esposa pode vir quando ela sabe que o marido está cometendo um erro.

É difícil imaginar como um homem pode descer tanto quanto Abraão nesta ocasião. Até o rei pagão o censurou pelo que ele fez (Gênesis 12:18-20). Abraão falhou miseravelmente com Sara, mas Deus foi fiel a ela. Ele honrou sua fé e a livrou. Deus nunca abandona quem confia nEle. Nós poderíamos pensar que, depois dessa experiência, a lição sobre o cuidado soberano de Deus teria ficado gravado de forma tão indelével na alma de Abraão, que ele nunca mais comprometeria sua esposa para se proteger. Mas ele comprometeu. Cerca de vinte anos mais tarde, ele fez exatamente a mesma coisa com Abimeleque, rei de Gerar (Gênesis 20:1-8). Isso mostra como um fiel pode ser fraco e sem fé. Há pecados que talvez achemos que nunca mais iremos cometer, mas é preciso ter muito cuidado, pois é exatamente aí aonde Satanás vai nos atacar. O surpreendente é que Sara foi novamente submissa, e novamente Deus a livrou, mais uma evidência da sua fé e da fidelidade de Deus.

Outro motivo de grande tensão para a fé de Abraão e Sara é revelado nesta afirmação: “Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos” (Gênesis 16:1). Em breve Deus mudaria o nome de Abrão para Abraão, de “pai exaltado” para “pai de uma multidão”. Mas como Abraão poderia ser pai de uma multidão quando nem tinha filho? Agora era a vez de Sara usar a engenhosidade humana para dar um jeito na situação. Ela ofereceu a Abraão sua escrava egípcia, Agar, para que ele tivesse um filho com ela. Sua sugestão, temos de admitir, mostrou que ela acreditava que Deus manteria Sua palavra e daria um filho a Abraão. Obviamente, ela foi motivada por seu amor a Abraão e pelo desejo de ele ter um filho. E, dividir o marido com outra mulher, deve ter sido um dos maiores sacrifícios que ela poderia fazer. Mas esse não era o jeito de Deus. Era só mais uma solução carnal. E o jeito de Deus sempre é o melhor, mesmo quando Ele não faz aquilo que achamos necessário naquele momento.

Muitas vezes, nós, terráqueos preocupados com o tempo, ficamos ressentidos com a demora de Deus e cuidamos do assunto pessoalmente, em geral, para nossa própria tristeza. Se aprendêssemos a manter a confiança em Deus quando a situação parecesse ruim, pouparíamos a nós mesmos de muito sofrimento.

Esse pecado impulsivo afetou o relacionamento de Abraão e Sara. Agar engravidou e acabou se tornando orgulhosa e incontrolável. Sara jogou a culpa em Abraão, quando, na verdade, a ideia foi dela mesma. Depois, ela tratou Agar com rispidez, e sua grosseria revelou a amargura e o ressentimento da sua alma. Enquanto isso, Abraão se esquivava da sua responsabilidade. Antes de tudo, ele deveria ter dito “não” ao plano pecaminoso de Sara. Mas agora ele lhe diz para cuidar do problema sozinha, fazer o que quiser e parar de encher a paciência dele com isso (Gênesis 16:6).

É difícil para uma esposa ser submissa a um banana, um homem que não enfrenta seus problemas, fica em cima do muro e se esquiva de suas responsabilidades. Não há a quem se submeter, não há liderança a seguir. A esposa não pode ajudar o marido a cumprir o propósito de Deus para a vida dele quando ela nem sabe o que ele pretende.

Até mesmo grandes homens e mulheres de fé têm seus momentos de fraqueza. E, para Abraão e Sara, não houve momento pior do que quando eles se riram de Deus. Os dois riram. Deus disse a Abraão que abençoaria Sara e a faria mãe de nações. Reis de povos procederiam dela. Abraão se prostrou com o rosto em terra e se riu, dizendo: “A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará à luz Sara com seus noventa anos?” (Gênesis 17:17). Abraão tentou fazer Deus aceitar Ismael como seu herdeiro, mas Deus lhe disse: “De fato, Sara, tua mulher, te dará um filho, e lhe chamarás Isaque; estabelecerei com ele a minha aliança, aliança perpétua para a sua descendência” (Gênesis 17:19).

A seguir, foi a vez de Sara. O Senhor apareceu na tenda de Abraão na pessoa de um visitante, e Sara o ouviu dizer: “Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho” (Gênesis 18:10). Ela estava escutando na porta da tenda, e se riu, dizendo: “Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?” (Gênesis 18:12). A propósito, foi assim que Pedro soube que ela chamou Abraão de “senhor”. A submissão estava ali, mas sua fé estava vacilante. As lutas da fé são reais e todos passamos por elas. Os dardos de dúvida lançados por Satanás parecem voar em nossa direção quase o tempo todo, e muitas vezes somos tentados a achar graça só de pensar em Deus resolvendo nossos problemas espinhosos.

Mas graças a Deus pelo triunfo final da fé. Creio que a reviravolta na fé relutante de Abraão e Sara ocorreu durante o último contato com o Senhor: “Por que se riu Sara?”, Deus prontamente perguntou. “Acaso, para o SENHOR há coisa demasiadamente difícil?” (Gênesis 18:13-14). Essas palavras incisivas e desafiadoras penetraram fundo naqueles corações vacilantes, e sua fé foi reavivada, fortalecida e solidificada. Houve mais um pequeno contratempo em Gerar (Gênesis 20:1-8), mas, basicamente, as coisas ficaram diferentes daí por diante.

De Abraão, o apóstolo Paulo escreveu: “E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera” (Romanos 4:19-21).

De Sara, o escritor aos Hebreus disse: “Pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa” (Hebreus 11:11). Sua fé foi recompensada; Sara teve um filho e eles o chamaram de Isaque, que significa “riso”. E Sara nos diz porque lhe deu esse nome: “Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo” (Gênesis 21:6). Seu sorriso de dúvida se transformou em um riso triunfante de alegria, a qual nós podemos compartilhar com ela.

Haveria também outros problemas para Abraão e Sara. A vida de fé nunca está livre de obstáculos. Agar e Ismael ainda estavam por perto para zombar de Isaque. E Sara ficou transtornada com isso. Quando viu Ismael caçoando do seu pequeno Isaque, parece que ela ficou descontrolada. Ela correu até Abraão e furiosamente exigiu: “Rejeita essa escrava e seu filho; porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho” (Gênesis 21:10). Seria esta a mesma mulher exaltada no Novo Testamento por sua submissão e obediência? Sim, é ela mesma. Submissão saudável não impede alguém de expressar suas opiniões. A submissão doentia geralmente é motivada por baixa autoestima (“minha opinião não vale nada”), receio de enfrentar circunstâncias desagradáveis (“a única coisa que eu quero é paz”) ou para se esquivar de responsabilidade (“outro que tome a decisão; não vou levar a culpa”).

Pelo menos, Sara disse o que pensava. E, além do mais, ela estava certa! Em ficar transtornada, não; mas Ismael não devia ser herdeiro com Isaque, e Deus queria que Ismael saísse da família. Deus disse a Abraão para ouvir Sara e fazer tudo o que ela dissesse (Gênesis 21:12). Imagine só — mesmo quando Sara ficou perturbada, Deus queria que Abraão aceitasse seu conselho. Deus sempre quer usar as esposas para corrigir os maridos, para aconselhá-los, amadurecê-los, ajudá-los a resolver seus problemas e dar-lhes discernimento. É para isso que são auxiliadoras.

Alguns maridos fazem a esposa se sentir como uma pessoa ignorante, cujas ideias são ridículas e cujas opiniões não valem nada. O marido que faz isso é quem é o verdadeiro ignorante. Ele está perdendo o melhor de Deus para ele. Se a esposa diz ao marido que o casamento está com problemas, Deus quer que ele a ouça — ouça sua avaliação da situação, ouça as mudanças que ela acha devem ser feitas, ouça quando ela tenta dividir seus sentimentos e necessidades — e então faça alguma coisa construtiva sobre isso. Um dos principais problemas nos casamentos cristãos da atualidade é que os maridos são orgulhosos demais para admitir quando há alguma coisa errada e teimosos demais para tomar uma atitude. Talvez Deus queira ensiná-los por meio de sua esposa.

A escrava e o filho finalmente foram despachados. Ismael já tinha idade suficiente para sustentar sua mãe e Deus lhe deu habilidade com o arco (Gênesis 21:20). Com aquela mulher irritante fora do caminho, o pequeno e feliz trio familiar desfrutou durante algum tempo do companheirismo e da fé sem empecilhos. Mas a pior de todas as provações ainda estava por vir. “Depois dessas coisas, pôs Deus Abraão à prova” (Gênesis 22:1). Esta ia ser uma provação bastante incomum. Deus disse: “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei” (Gênesis 22:2). O nome de Sara não aparece nesse capítulo e raramente a mencionamos quando falamos sobre o assunto. Mas, com certeza, ela sabia o que estava para acontecer. Provavelmente, ela os ajudou na preparação para a viagem. Ela viu a lenha, o fogo, e a faca; ela viu o filho, Isaque, e viu Abraão, um olhar de agonia franzindo sua testa envelhecida. Mas não viu nenhum animal para o sacrifício. A Escritura diz que Abraão acreditou que Deus poderia até ressuscitar Isaque dos mortos (Hebreus 11:19). Sara também deve ter acreditado.

Ela os viu desaparecer no horizonte e, embora seu coração de mãe estivesse arrasado, ela não proferiu sequer uma palavra de protesto. Esta, provavelmente, foi a maior demonstração da sua fé em Deus e de submissão à vontade e propósito do marido. “Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma” (1 Pedro 3:5-6). A esposa cristã não precisa ter medo de ser submissa quando sua esperança está em Deus. Ele será fiel à Sua Palavra e usará a obediência dela para fazer aquilo que é melhor para ela.

Sara foi uma daquelas mulheres de quem o rei Lemuel falou que faziam bem e não mal ao marido todos os dias da sua vida (Provérbios 31:12). Uma mulher só pode ser esse tipo de esposa quando crê que nada é difícil demais para Deus, e quando crê que Deus pode até usar os erros do seu marido para glorificar a Si mesmo e abençoar a vida deles. E um homem só pode ser digno de uma esposa tão submissa, quando aprende a seguir a orientação de Deus, em vez de ir atrás de seus objetivos egoístas. Tal homem sabe que não tem autoridade para garantir sua posição de liderança. Isso lhe foi dado por Deus. Por isso, ele a aceita como um dever sagrado, exercendo sua autoridade com submissão total a seu Senhor e consideração desvelada por sua esposa e por aquilo que é melhor para ela.

Vamos conversar sobre isso

1. Para os maridos: Quais são os objetivos da sua vida? Já conversou sobre eles com sua esposa? Para as esposas: De que forma você pode ajudar seu marido a cumprir o propósito de Deus para ele?

2. Por que o marido deve buscar o conselho da esposa nas decisões que afetam a ela?

3. Em quais situações a mulher encontra mais dificuldade para ser submissa?

4. Como Deus espera que a esposa reaja quando sente que o marido não faz aquilo que é da vontade de Deus?

5. Para as esposas: Existe alguma área da sua submissão que seja motivada pela baixa autoestima, pelo receio de enfrentar circunstâncias desagradáveis ou para se esquivar de responsabilidade? Qual é a base da submissão saudável?

6. Como os maridos, às vezes, usam sua autoridade como um porrete para conseguir as coisas do seu jeito? O que podem fazer para evitar isso?

7. Tendo Deus dado o papel de liderança ao marido, quais, então, são suas obrigações para com sua esposa?

8. Para as esposas: Como Deus deseja que você expresse suas opiniões e desejos ao seu marido? Para os maridos: Como Deus espera que você reaja quando sua esposa está tentando lhe dizer alguma coisa?

Tradução: Mariza Regina de Souza

Related Topics: Christian Home, Marriage

The Net Pastor's Journal, Eng Ed, Issue 11 Spring 2014

Spring 2014 Edition

Produced by ...

Dr. Roger Pascoe, President,

The Institute for Biblical Preaching

Cambridge, Ontario, Canada

www.tibp.ca

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“Strengthening the Church in Biblical Preaching and Leadership”

Part I: Preparing For Preaching

“Selecting Texts and Topics”

By: Dr. Roger Pascoe

The Institute for Biblical Preaching,

Cambridge, Ontario, Canada

Let’s continue our discussion on the subject of “Preparing for Preaching: Selecting Texts and Topics.” The first aspect of “selecting texts and topics” we discussed last time (Winter 2014 Edition) was how a “Preaching Plan” helps you in preparation for preaching.

In this edition of the NET Pastors Journal, I would like to discuss some biblical principles and some good practices for selecting preaching texts and topics.

Some Biblical Principles For Selecting Texts And Topics

In Paul’s farewell address to the elders at Ephesus (Acts 20: 28-30), he outlines at least three principles that govern a preaching ministry in order to faithfully discharge our responsibility to preach the whole counsel of God (Acts 20:27).

1. A Principle For The Scope Of Your Preaching Ministry

Paul sets out the biblical principle concerning the nature and content of what we must preach. At Ephesus, Paul preached evangelistic messages (21, 24-25) and edifying messages (20). In sum, Paul’s preaching covered what he calls the whole counsel of God (27), which, we could say, is the general principle for a preaching ministry

Paul does not describe for us the content of, or exactly what he means by, “the whole counsel of God,” but evidently it embraces the full scope and comprehensive teaching of the Scriptures - the entirety of God’s revealed truth.

The whole counsel of God undoubtedly includes (a) “repentance toward God and faith in our Lord Jesus Christ” (21); (b) “the gospel of the grace of God” (24); and (c) “the kingdom of God” (25). In other words, it probably includes both evangelistic messages and messages for edification, exhortation, and comfort (1 Cor. 14:3).

Preaching the whole counsel of God amounts to the full discharge of our obligation as preachers. Paul’s point seems to be that, whatever the content or nature of his preaching was, he had fully and faithfully carried out his responsibilities so that he was “innocent of the blood of all men” (26). He had neither been negligent in his preaching nor had he shunned to declare certain truths to them, whether they were pleasant or unpleasant, received by them or rejected by them. He had “left behind (at Ephesus) a comprehensive message and instruction that would enable further growth of the church in the future (20).”1

Therefore, to preach the whole counsel of God, we must...

(A) Preach Faithfully.

This means making sure your preaching has width (scope). Be fully committed to declaring the full scope of God’s Word and God’s message.

(B) Preach Comprehensively.

This means making sure your preaching has breadth. Embrace the full range of biblical truth (the “whole” counsel) in order to (i) edify (teach) the church; (ii) exhort the church; (iii) admonish the church; (iv) strengthen the church; (v) grow the church.

When you “preach the whole counsel of God,” you will preach comprehensively in that you will instruct believers in the truth of God and thus build them up in “their most holy faith”; and you will invite unbelievers to repentance. The Word of God is applicable and effective for all people in all situations (cf. 2 Tim. 3:14-17).

(C) Preach Thoroughly.

This means making sure your preaching has depth. Be methodical and systematic in your preaching. Research its meaning carefully. Make sure you know what you’re talking about. Be precise. Pay attention to detail.

(D) Preach Proportionately.

This means making sure your preaching has balance so that (i) you do not favour certain topics or texts more than others; (ii) you exposit the full scope of Scriptural truth; (iii) you declare what is needed, not necessarily what is wanted. This means seeking out the right Scripture for the occasion through the leading of the Holy Spirit.

This, then, is a biblical principle for the scope of your preaching. Then there is ...

2. A Principle For Practicing What You Preaching

Your preaching and teaching will be powerless if it is not supported by your personal example. So ...

  • Practice personal humility. Paul says that he “served the Lord will all humility” (19)
  • Practice pastoral responsibility. Paul says: “I did not cease to warn everyone night and day with tears” (31). We have pastoral responsibilities that include warning people.
  • Practice personal integrity. “These hands have provided for my necessities and for those who were with me” (34-35). In other words, Paul was not in ministry for the money or personal benefits, but he provided for his own needs and for those who ministered with him.

The third principle for selecting texts and topics is...

3. A Principle For Developing Leaders Through Your Preaching

What you preach and teach has a direct impact on your church’s leadership – their spirituality, style, training, mentoring etc. Preparing church leaders, according to the apostle Paul, includes: appointing them (28), instructing them (28-31), exhorting them (31), and entrusting them with the responsibility of shepherding the church (32).

When you preach the whole counsel of God and practice it in your own life, you will go a long way to preparing and training other leaders by instructing them in the whole counsel of God, and by demonstrating how to put the Scriptures into practice in their own lives.

4. Conclusion

If you preach the whole counsel of God, your preaching will have a profound impact on your church, mission organization, or other Christian ministry. You will leave behind a lasting legacy. You will strengthen your organization in the truth. You will train up leaders to give godly oversight. As a result, you will not be ashamed of, nor feel regret about, your preaching.

In addition to these Biblical Principles for Selecting Texts and Topics, let me suggest some...

Good Practices For Selecting Texts And Topics

1. Select Your Texts And Topics Prayerfully

Prayer is the only solid basis for selecting preaching texts and topics. Prayer safeguards the dangers and concerns of preaching plans – viz. that they will be of the flesh and not of the Spirit. Ministry planning that is done prayerfully recognizes and bows to the sovereignty of God and the leading of the Holy Spirit.

Be sure to establish your preaching plans under the authority of the Spirit. Whether you preach message by message, series by series, or whether you plan your preaching on a quarterly, annual, topical, or thematic basis, the sermons must be planned prayerfully under the guidance of the Holy Spirit.

Be sure to take time for this. Make it a priority. Be intentional in praying about what you should preach over the next few weeks, or the next year, or the next season (e.g. Christmas or Easter). Wait on God - be open to His direction for a series or a single message.

2. Select Your Texts And Topics According To Established Priorities

The process of planning begins with establishing priorities in your church. Church leaders need to establish a plan for the congregation as a whole and for small groups within the congregation based on certain priorities and goals that they prayerfully decide need to be addressed. Too many churches have no plan for their preaching and teaching ministries. Then they wonder why their people are spiritually immature, or biblically illiterate.

The following priorities start with the centre of ever widening concentric circles:

(A) Establish Biblical Priorities

Biblical Priority #1: Preach Christ. This is the central theme of the Bible. Paul said, “We preach Christ crucified” (1 Cor. 1:23; 2:2; cf. Col. 1:28) – i.e. “the gospel” (Rom. 1:16). This is the focus of the entire Bible and, therefore, every sermon must somehow relate to this theme.

Biblical Priority #2: Preach the faith. This refers to the central doctrines of the Bible - i.e. the truth of the gospel; “the faith which was once-for-all delivered to the saints” (Jude 3); the defined set of truths that constitute the essence of Christian belief. You can make a list of these central doctrines from biblical or systematic theology books, or from your own study of Scripture.

Biblical Priority #3: Preach the Scriptures. Text selection must give attention to the whole counsel of God, the entire scope of Scripture, since God has given it all us to preach. You may not be able to preach the whole Bible during your lifetime, but the point is that we preach the Old Testament and New Testament, character studies, doctrines, historical narratives, prophetic Scriptures, wisdom literature, epistles, gospels etc., taking into account the diversity and depth of Scripture.

(B) Establish Practical Priorities

Text selection is affected by the realities that occur from day-to-day. In this regard, there is no set pattern to follow other than the fact that you apply the biblical priorities for preaching to the practical priorities of ministry – i.e. relate the reality of what is needed in your congregation or organization to the obligations of preaching.

This will depend on (a) your ministry (i.e. youth, seniors, evangelism etc); (b) your gifting (prophetic preaching, evangelistic preaching etc); and (c) the type of opportunities you have to preach (Sunday morning services, funerals, weddings etc.).

This brings together three components: (i) the gift God has given you; (ii) the ministry God has called you to; and (iii) the message God has given you.

Part II: Leadership: Being A Godly Role Model

“Your Personal Surrender to the Holy Spirit”

Leaders must be Spirit-filled and Spirit-led people. We often talk about the filling of the Spirit, but what does it really mean to be filled with the Spirit? And what does that look like in reality? How do you obtain this filling and what difference does it make in your life? How does a Spirit-filled person act, relate to others, speak, think etc.?

For our answer, we’re going to Ephesians 5, but before doing so I want you to notice the importance of the subject of the Holy Spirit for Paul in Ephesians. He talks about the sealing of the Spirit (1:13); the indwelling of the Spirit (2:22); the strengthening of the Spirit (3:16); the uniting of the Spirit (4:3); the grieving of the Spirit (4:30); and the filling of the Spirit (5:18).

Further, Paul emphasizes in Ephesians this matter of “filling” or “fullness” - the fullness of the times (1:10); the fullness of the church, Christ’s body (1:23); the fullness of God (3:19); the fullness of Christ (4:13); the fullness / filling of the Spirit (5:18).

The word in Greek is πληρωμα, which can be active or passive. Actively it refers to that which fills up, to fill to the full. Passively, it refers to that which has been filled or completed, to be filled. Fullness, as Paul uses this word, speaks of that which is full of something; or that which is brought to fullness or completion; the sum total, the full measure, the abundance (cf. Rom. 11:25; 15:29; Col. 2:9; Eph. 3:19; Jn. 1:16), or the state of being full (cf. Gal. 4:4; Acts 13:52).

Eph. 5:18 introduces the subject of the filling of the Spirit in the believer, which is then developed as to what that looks like in various aspects of life (in the church, in the home, in the workplace, and in the world) right through to 6:20.

This is not intended to be an exhaustive study of this passage, but to give you a flavour of what the filling of the Spirit is in precept and what it looks like in practice. First...

The Meaning Of The Spirit-Filled Life

What does it mean to be filled with the Spirit? It says: Do not be drunk with wine in which is dissipation; but be filled with the Spirit (5:18). The context is that the unwise, foolish, reckless person (5:15, 17) is controlled by his passions (the flesh), which is sometimes manifested in drunkenness. On the other hand, the careful, circumspect, wise person (5:15), who understands what the will of the Lord is (5:17), is controlled by the Spirit, which is manifested in (a) Spirit-filled unity in the church (5:19-21), (b) Spirit-filled harmony in the home (5:22-6:4), (c) Spirit-filled co-operation in the workplace (6:5-9), and (d) Spirit-filled victory in the world (6:10-20).

So, what’s the connection between being “drunk” and being “filled with the Spirit?” It’s a contrast between alcoholic and spiritual intoxication, both of which are the result of coming under the control of an external power. It has to do with who is in control of our lives. The drunk person lives recklessly, controlled by the power of alcohol. The spiritual person lives carefully, controlled by the power of the Spirit.

Everything about a drunk people indicates that they are under the influence of a power other than their own - that they are out of control, in the way they walk, talk, look, and think. Everything about Spirit-filled people, on the other hand, indicates that they are under an authority more powerful than themselves - that they are in control of the way they walk, talk, look, and think.

Drunk people gain temporary happiness, temporary forgetfulness, temporary relief from reality through drunkenness, but it soon fades until it starts all over again. Spirit-filled people, on the other hand, don’t have to search for happiness because they have it. They don’t need a fake substitute; they have the real thing. They aren’t drunk; they are filled. They aren’t under the influence of wine, but under the influence of the Spirit. The Spirit of God fills them with a joy and peace that passes all understanding – their life overflows with it.

Grammatically, the phrase “be filled with the Spirit” tells us that:

  • It is plural – addressed to the whole church, includes us all
  • It is imperative – a command, an obligation, not optional
  • It is passive – the Holy Spirit fills us, not we ourselves.

This is a peculiar grammatical construction. How can we obey a passive command? It is both passive and a command in the sense of “Let yourself be filled …”. We must allow the Holy Spirit to do it and in no way hinder Him from filling us. It is imperative in that we must and can respond to it - it is not something that occurs without our effort or action. But it is passive in that it is something the Holy Spirit fulfills.

  • It is present continuous – “Keep on being filled”. We have been “sealed with the Spirit” once-for-all, but we must be filled continuously by living according to the principles, practices, and programs of the new man.

So, what does it mean to be filled with the Spirit? What does this look like in reality?

1. What The Filling Of The Spirit Is Not

The filling of the Spirit is not some sort of dramatic phenomenon – e.g. falling to the ground, twitching, or making strange noises. It is not a second blessing subsequent to conversion. It is not a temporary experience of ecstatic speech or visions. It is not a progressive process by which we gradually receive more of Him until we are full of Him, since all believers possess him in fullness (not in part, as though He could be divided up – see Jn. 3:34).

It is not the same as being “indwelled by the Spirit”, since all believers are indwelled at the moment of salvation (Rom. 8:9). It is not the same as “the baptism of the Spirit”, since all believers are baptized with the Spirit at the moment of conversion, when we become part of the body of Christ. It is not the same as being “sealed w/ the Spirit”, since this also an accomplished fact (1:13). Nowhere are believers commanded to be indwelled, baptized, or sealed with the Spirit. The only command is to “be filled with the Spirit.”

2. What The Filling Of The Spirit Is

To be filled with the Spirit means to manifest what we truly are. We are sealed with the Spirit when we trust Christ and we manifest that sealing by letting him “fill” us, so that it is evident who controls our lives. The disciples were “filled” with the Spirit at Pentecost so much so that everyone knew it.

When He fills us, we live in the fullness of His presence and His power. He enables us to live according to the new man, to be God-centred, to be light (8-14), to live carefully and use our time wisely (15-16), to understand what the will of the Lord is (17), worshiping God (19-20) and living together in unity (21).

To be filled with the Spirit is to be controlled by the Holy Spirit, to live in the power of the Spirit, to be sensitive to the operation of the Spirit, to surrender moment by moment to the Spirit. Just as some people are filled with sorrow, fear, or anger, and that emotion takes control of their life, so we are to be so consumed by the Holy Spirit that He has control of our lives. When He fills us, we are not under our own control but His - dominated by Him, overpowered and mastered by Him.

To be filled with something means that there is no room for anything else. That’s the very nature of something that is filled – you can’t get a drop more in; if you could, it would not be filled. That’s the nature of being filled with the Spirit – no room for self, the world, or the flesh.

And whatever you are filled with characterizes your entire life. Someone has pointed out that a Christian who is filled with the Spirit is like a glove. A glove without a hand in it is powerless and useless, since a glove works only as the hand controls and uses it. A glove’s only work is the hand’s work – it can’t complete any tasks without the hand, nor can the glove take any credit or boast about what it does. In the same way a Christian who is not filled with the Spirit can accomplish no more than a glove that is not filled with a hand. Anything done without the Spirit is of no value.2

Here are twelve aspects or evidences of being filled with the Spirit:

1. Confessing your sins.

2. Renewing your mind through the transforming power of the Spirit.

3. Dying to self; mortifying the flesh (Gal. 5:16, 24).

4. Presenting your body as living a sacrifice (Rom. 12:1).

5. Being God-centred, not self-centred.

6. Being light, not darkness.

7. Being careful how you live, not reckless.

8. Living according to the new man, not the old.

9. Living in the consciousness of the personal presence of the Lord; letting his life dominate yours.

10. Filling yourself with the Word of God so that His thoughts are your thoughts, His standards your standards, His holiness your holiness.

11. Keeping in step with the Spirit (Gal. 5:25); living your life under his control - every thought and every decision.

12. Manifesting the fruit of the Spirit which He produces in you - love, joy, peace etc (Gal. 5:22-23).

Spirit-filled living is most fully realized in community, when we are together and dwelling together in unity.

That, then, is the meaning of the Spirit-filled life. In subsequent editions of the NET Pastors Journal we will continue to look at the necessity of the Spirit-filled life, the reality of the Spirit-filled life, and the activity of the Spirit-filled life.

Part III: Devotional Thoughts

“Manna in the Morning”

By: Dr. Stephen F. Olford

If you and I were to discuss the matter personally, probably you would say that it is a most commendable practice for every Christian to have a daily meeting with God through the Word and prayer.

And you would be right, of course. Except that this daily communion, this “quiet time” with God, is more than a commendable practice; it is absolutely vital to a life of sustained spirituality, effectiveness and love. It is the barometer of the Christian life.

Let me support that position. Jesus said, “Man shall not live by bread alone, but by every word that proceeds from the mouth of God” (Matt. 4:4).

Read that without the negative comparison and you will see what man is to live on. “Man shall live by every word that proceeds from the mouth of God.” Literally it is: “Man shall live by every spoken word that comes from God.”

That is not the Bible memorized, nor the Bible on your bookshelf or in your study. It is the word that God speaks to your soul in the quiet place of prayer and meditation. That is how man lives. You can be doctrinally correct, and yet be spiritually dead. The thing that maintains life is the living word of God which is spoken to your soul every day.

The quiet time is vital to spiritual health, whether you are newly converted or a mature Christian (see 1 Peter 2:2 and Heb. 5:14).

The quiet time is vital for spiritual cleansing. You are initially cleansed by the precious blood, that is true, and again and again you have to come back to the cross for restoration. But the day-to-day cleansing is from the laver of the Word (see Ps. 119:9; John 15:3; 17:17).

The quiet time is also vital to spiritual counsel.You can never know the true principles that determine a life of holiness and righteousness without letting the Word of God “dwell in you richly” (see Col. 3:16 and Ps. 73:24).

The quiet time is likewise vital in equipping you for spiritual conflict. The supreme example is our Lord Jesus Christ when He encountered Satan in the wilderness. I feel sure that for forty days and nights He had fed His soul on the book of Deuteronomy, and could therefore make His sword thrusts from personal experience of the written Word.

Paul later exhorted the believers at Ephesus to “take…(unto them) the sword of the Spirit, which is the word of God” (Eph. 6:17).

Important as all these things are, however, the greatest incentive to your having a quiet time each day is not your need, great as that is, but the fact that God wants to meet with you. Therefore, it is not merely a duty. It is a privilege and an honour.

God in Christ, your Lord, has a trysting place with you. His heart is saddened when you fail to keep the appointment. He longs, as He did with the woman of Samaria, to drink afresh of your love, devotions and worship (see John 4:23, 24).

I would warn you that establishing your quiet time is never easy. As a minister, I will confess frankly that it is harder for me to have my quiet time now than it was when I was first converted. The reason for this is that what counts costs.

You will find that the most vicious attacks of the adversary will be directed toward robbing you of that daily time with your Lord. And you will have to guard it fearlessly if you are to keep it.

Whatever your sphere of service – as a pastor, Sunday school teacher, missionary, or Christian in the office or home – I give you little hope of living victoriously unless you are successful in maintaining your quiet time.

But now I want to turn to some practical and specific requirements which I feel are necessary for the quiet time.

First, you will need a definite place and time – that almost goes without saying. And don’t ever say you can’t have a quiet time because you haven’t a place or a prearranged time. Consider again the example of the Lord Jesus (see Mark 1:35).

Next, have a good sized Bible, one with print you do not have to strain to read. Don’t get into the habit of waking up in the morning, rolling over in your bed, and with sleepy eyes trying to read a Bible with small print. Don’t stay in bed at all! Get up and wash your face, or have a shower, so that you are fully alert.

I love the story of a young student at Cambridge who wanted to be a burning light for God, but couldn’t get up in the morning. So he rigged up a clock in such a way that when the alarm rang it released from the ceiling a sponge filled with water which fell on his face!

Another essential is a prayer list or prayer cycle, something to keep reminding you to stress a different request for each day. My wife and I use one that works this way:

Monday: “M” is for missionaries.

Tuesday: “T” is for thanksgiving – that’s when we give the Lord special thanks for wonderful answers to prayer.

Wednesday: “W” is for workers.

Thursday: “T” is for tasks – our job at the church, the ministry that God has given us. Friday: “F” is for our families.

Saturday: “S” is for the saints – and especially young Christians, that Christ may be formed in them.

Sunday: “S” is for sinners and, in particular, the gospel services for which we are responsible.

Then you should have what I call a quiet time notebook. I believe that the thoughts of every quiet time should be written down, even if only in brief sentence form. God gives you there something you’ll never find in a commentary or anywhere else – and the thoughts are worth keeping. (To be continued next time).

Part IV. Sermon Outlines

John 13:1-11, Jesus Dialogue With The Disciples

For the audio versions of these sermons, click on these links: Link 1 - Jn. 13:1-3, Pt. 1; Link 2 - Jn. 13:1-3, Pt. 2; Link 3 - Jn. 13:1-3, Pt. 3; Link 4 - Jn. 13:4-5; Link 5 - Jn. 13:6-11

Title: True Servanthood

Point #1: We must understand the basis of true servanthood

1. The basis of true servanthood is the confidence that comes from knowledge (1-3)

a) The knowledge of where we are going and how we are getting there (1a-b)

b) The knowledge of who we are and how we fit in (3a)

c) The knowledge of where we have come from and why we are here (3b)

2. The basis of true servanthood is the motivation that comes from love

a) The motivation that comes from love is shown in the object of that love (1c)

b) The motivation that comes from love is shown in the extent of that love (1d-2)

Point #2: We must demonstrate the character of true servanthood (4-11)

1. In the way that we present ourselves to others (4b-c)

2. In the things we do for others (5)

3. In the manner we relate to others (6-11)

a) ... by being courteous to those who oppose us (6-8)

b) ... by being patient with those who don’t understand us (9-11)


1 Olford, Stephen F. with David L. Olford, Anointed Expository Preaching (Nashville: Broadman & Holman, 1998), 82.

2 MacArthur, John, Ephesians (Chicago: Moody Bible Institute, 1986), 250.

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La Revue Internet Des Pasteurs, Fre Ed 11, Edition du printemps 2014

Edition du printemps 2014

Sous la direction du

Dr Roger Pascoe, Président de

l’Institut pour la Prédication Biblique

Cambridge, Ontario, Canada

www.tibp.ca

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Institut Biblique pour le Ministère Pastoral

Renforcer les capacités de l’Eglise dans la prédication biblique et le leadership

1ère Partie: La Préparation De La Prédication

“Le choix du texte et du thème”

Par: Dr. Roger Pascoe,

Président de l'Institut pour la prédication biblique,

Cambridge, Ontario, Canada

Continuons notre discussion sur le thème : «Préparation de la prédication: Le choix du texte et du thème». Le premier aspect dont nous avons discuté la dernière fois portait sur l’aide qu’un « programme de prédications » pourrait vous apporter dans la préparation de vos prédications. 

Dans la présente édition de la Revue Internet des Pasteurs, je voudrais discuter de quelques principes bibliques et de bonnes pratiques en matière de choix de textes et sujets de prédication.

Quelques Principes Bibliques Pour Le Choix Des Textes Et Themes

Dans le mot d’au revoir de Paul aux anciens de l’église d'Ephèse (Act 20, 28-30), il présente au moins trois principes qui doivent régir un ministère de prédication si nous voulons nous acquitter fidèlement de notre responsabilité qui est de prêcher tout le conseil de Dieu (Actes 20:27).

1. Le Principe De Comprendre La Portée De Votre Ministère Prédication

Paul énonce un principe biblique en rapport avec la nature et le contenu de ce que nous devons prêcher. À Ephèse, Paul a prêché des messages d'évangélisation (21, 24-25) et des messages d’édification (20). En somme, la prédication de Paul a couvert ce qu'il appelle tout le conseil de Dieu (27), qui, pourrait-on dire, doit être le principe général pour tout ministère de prédication

Paul ne décrit pas pour nous le contenu et ne précise pas ce qu'il entend exactement par « tout le conseil de Dieu», mais l’on comprend évidemment que cela concerne toute l’étendue et l’intégralité de l’enseignement des Saintes Ecritures – l’entièreté de la vérité révélée par Dieu.

On peut dire que tout le conseil de Dieu comprend (a) «la repentance envers Dieu et la foi en notre Seigneur Jésus Christ» (21); (b) «l'évangile de la grâce de Dieu» (24); et (c) «le royaume de Dieu» (25). En d'autres termes, cela comprend probablement à la fois les messages d'évangélisation et les messages d'édification, d'exhortation, et de consolation. (1 Cor. 14:03).

Prêcher tout le conseil de Dieu c’est s’acquitter pleinement de toutes nos obligations en tant que prédicateurs. Ce que Paul souligne avec force ici c’est que, quelque soit le contenu ou la nature de sa prédication, il s’était pleinement et fidèlement acquitté de ses responsabilités, en sorte qu’il était «innocent du sang de tous les hommes» (26). Il n'avait pas été négligeant dans sa prédication, ni évité de proclamer certaines vérités – que ces vérités leur ait été agréables ou désagréables, reçues ou rejetées. Il avait laissé derrière lui (à Ephèse) le message complet et toute l’instruction qu’il fallait à l'église pour croitre par la suite (20).1

Par conséquent, pour prêcher tout le conseil de Dieu, vous devez ...

(A) Prêcher Fidèlement.

Cela signifie s'assurer que votre prédication a de la longueur (ou de la portée). Être pleinement engagé à proclamer la Parole de Dieu et le message de Dieu dans toute son envergure.

(B) Prêcher De Façon Complète.

Cela signifie s'assurer que votre prédication a de la largeur (ou de l’étendue). Intégrez la gamme complète de la vérité biblique (« tout » le conseil) afin de (i) édifier (enseigner) l'église; (ii) exhorter l'église; (iii) corriger ou réprimander l'église; (iv) fortifier l'église; (v) faire croitre l'église.

Lorsque vous prêchez « tout le conseil de Dieu» vous prêchez de façon  exhaustive et complète en ce sens que vous instruirez les croyants dans la vérité de Dieu et donc les fortifiez dans «leur très sainte foi»; et vous invitez les incroyants à la repentance. La Parole de Dieu est applicable et efficace pour toutes les personnes dans toutes les situations (cf. 2 Tim. 3:14-17).

(C) Prêcher Avec Méthode.

Cela signifie s'assurer que votre prédication a de la profondeur (de la consistance). Soyez méthodique et systématique dans votre prédication. Étudiez soigneusement sa signification (ses implications). Assurez-vous de savoir ce dont vous parlez. Soyez précis. Prêtez attention aux détails.

(D) Prêcher De Façon Mesurée.

Cela signifie s'assurer que votre prédication a de l’équilibre afin que (i) vous ne privilégiez pas certains sujets ou textes au détriment des d'autres; (ii) vous exposez toutes les facettes de la vérité de la Parole; (iii) vous déclarez ce qui est nécessaire, pas forcement ce qui est souhaité ou désiré. Cela signifie rechercher sous  la direction du Saint-Esprit le texte approprié pour la circonstance particulière. 

Il faut donc comprendre le principe biblique de la portée de votre prédication. Ensuite, nous avons ...

2. Le Principe De Mettre En Pratique Ce Que Vous Prêchez

Votre prédication et votre enseignement seront impuissants s’ils ne sont pas confirmés par votre exemple personnel. Ainsi donc :

  • mettez en pratique l'humilité personnelle. Paul dit qu'il a servi le Seigneur «en toute humilité» (19)
  • mettez en pratique la responsabilité pastorale. Paul dit: «je n’ai cessé nuit et jour d’exhorter avec larmes chacun de vous.» (31). Nous avons des responsabilités pastorales, et cela inclut la réprimande ou la discipline. 
  • Pratiquez l'intégrité personnelle. «ces mains ont pourvu à mes besoins et à ceux des personnes qui étaient avec moi.» (34-35). En d'autres termes, Paul n'était pas dans le ministère pour l'argent ou des avantages personnels, mais il a pourvu à ses propres besoins et pour ceux qui étaient dans le ministère avec lui.

Le troisième principe de choix des textes et des thèmes c’est ...

3. Le Principe De Développer Des Leaders Par Votre Prédication

Ce que vous prêchez et enseignez a un impact direct sur les responsables de votre église - leur spiritualité, leur style, leur formation, leur encadrement, etc. Préparer les responsables dans l'église, selon l'apôtre Paul, consiste à: les nommer (28), les équiper (28-31), les exhorter (31), et de leur confier la responsabilité de paître l'église (32).

Lorsque vous prêchez tout le conseil de Dieu et que vous le mettez en pratique dans votre propre vie, vous pourrez efficacement préparer et former d'autres responsables dans la même voie.

4. Conclusion

Si vous prêchez tout le conseil de Dieu votre prédication aura un impact profond sur votre église, organisation missionnaire, ou autre ministère chrétien. Vous laisserez derrière vous un héritage durable. Vous enracinerez votre organisation dans la vérité. Vous formerez vos responsables à gérer l’œuvre dans la crainte de Dieu. En conséquence, vous ne serez jamais confus, ni n’éprouverez aucun regret au sujet de votre prédication.

En plus de ces principes bibliques pour le choix textes et thèmes, permettez-moi de suggérer une liste de ...

Bonnes Pratiques Pour Le Choix Des Textes Et Des Themes

1. Choisissez Vos Textes Et Vos Thèmes Dans La Prière

La prière est la seule base solide pour le choix des textes et de thèmes de prédication. La prière préserve des dangers et des craintes liés aux programmes de prédication (voir numéro précédent) - à savoir que ces programmes proviendront de la chair et non de l'Esprit. La planification du ministère qui se fait dans la prière reconnaît et se soumet à la souveraineté de Dieu et la direction du Saint-Esprit.

Assurez-vous de placer vos programmes de prédication sous l'autorité de l'Esprit. Que vous prêchez message par message, par série, ou que vous préparez votre prédication sur une base trimestrielle, annuelle, ou sur une base thématique, vos prédications doivent être planifiées dans la prière sous la direction du Saint-Esprit.

Assurez-vous de consacrer du temps pour cela. Faites-en une priorité. Priez intentionnellement au sujet de ce que vous devez prêcher au cours de la semaine, de l’année, ou de la saison à venir (par exemple Noël ou Pâques). Attendez vous à Dieu – soyez sensible à sa direction autant pour une série que pour un seul message.

2. Choisissez Vos Textes Et Thèmes En Fonction De Priorités Préétablies

Le processus de planification commence par l'établissement des priorités pour votre église. Les responsables d’église se doivent d'établir un plan pour l’assemblée dans son ensemble et pour les sous groupes au sein de l’assemblée, et cela en fonction d’un certain nombre de priorités et objectifs qu'ils ont décidé dans la prière de poursuivre. Beaucoup trop d’églises n'ont pas de programmes pour leur prédication et leur ministère d’enseignement. Et ils se demandent pourquoi leurs gens sont si spirituellement immatures, ou bibliquement illettrés.

Les priorités suivantes constituent les plus importantes :

(A) Etablissez Des Priorités Bibliques

Priorité biblique n°1: Prêcher Christ. Christ est le thème central de la Bible. Paul a dit: «nous, nous prêchons Christ crucifié» (1 Cor 1:23; 2:02; cf. Col 1:28) - C'est à dire «l'Évangile» (Rom. 1:16). C’est là le point focal de toute la Bible et, par conséquent, chaque sermon doit, d’une manière ou d’une autre, se rapporter à ce thème.

Priorité Biblique n°2: Prêcher la Foi. Il s’agit là des doctrines centrales de la Bible - c'est à dire la vérité de l'Évangile; «la foi qui a été transmise aux saints une fois pour toutes.» (Jude 3); l'ensemble des vérités qui constituent l'essence de la foi chrétienne. Vous pouvez faire une liste de ces doctrines centrales à partir de livres de théologie biblique ou systématique, ou à partir de votre propre étude des Saintes Ecritures.

Priorité biblique n°3: Prêcher la Parole. Le choix de texte doit tenir compte de tout le conseil de Dieu - toute l’étendue des Saintes Ecritures, puisque Dieu nous les a données dans leur entièreté pour être ainsi prêchées. Vous ne pourrez peut être pas prêcher la Bible toute entière au cours de votre vie, mais l’essentiel c’est que preniez en compte la diversité et la profondeur des Saintes Ecritures. Et pour ce faire, faites en sorte de prêcher sur des textes de l'Ancien et du Nouveau Testament, sur des personnages, des doctrines, des récits historiques, des écrits prophétiques, des livres de sagesse, des épîtres, les évangiles, etc.

(B) Etablissez Des Priorités Pratiques

Le choix de texte dépend aussi des circonstances qui se produisent de jour en jour. Ainsi, il n'y a pas de modèle préétabli à suivre, hormis la nécessité de mette en œuvre  les priorités bibliques en tenant compte des priorités pratiques du ministère - c'est à dire faire le lien entre la réalité des besoins dans votre assemblée et les principes de la prédication.

Tout cela est fonction de (a) votre ministère (par exemple jeunes, personnes âgées, évangélisation, etc.); (b) de votre don particulier (prédication prophétique, prédication d’évangélisation, etc.); et (c) du genre de circonstances dans lesquelles vous prêchez (cultes du dimanche, funérailles, mariages, etc.)

C’est donc la combinaison de trois composantes: (i) le don que Dieu vous a accordé; (ii) le ministère que Dieu vous a appelé à faire; et (iii) le message que Dieu vous a donné.

2eme Partie: Le Leadership - Etre Un Modele Selon Le Cœur De Dieu

«L’abandon de votre personne au Saint Esprit»

Par: Dr Roger Pascoe

L'Institut pour la prédication biblique

Cambridge, Ontario, Canada

Les leaders doivent être remplis et conduits par l'Esprit. Nous parlons souvent de la plénitude du Saint Esprit, mais qu'est-ce que cela signifie vraiment d'être rempli de l'Esprit? A quoi cela ressemble t-il dans la réalité? Comment obtenez-vous cette plénitude de l’Esprit et quelle différence cela fait-il dans votre vie? Comment est ce qu’une personne remplie de l'Esprit agit, interagit avec les autres, parle, pense, etc.?

Pour y répondre, nous irons dans Ephésiens 5 ; mais avant cela, je souhaite vous faire remarquer l'importance du sujet de l'Esprit Saint pour Paul dans l’épitre aux Éphésiens. Il parle du fait d’être scellé par l'Esprit (1:13); habité par l'Esprit (2:22);  fortifié par l'Esprit (3:16); unis par l'Esprit (4:3); attrister l'Esprit (4:30); et être rempli de l'Esprit (5:18).

En outre, Paul évoque dans l’épitre aux Ephésiens cette question de la «plénitude» - la plénitude des temps (1:10); la plénitude de l'Église, corps du Christ (1:23); la plénitude de Dieu (3:19); la plénitude du Christ (4:13); la plénitude de l'Esprit (5:18).

Le mot grec est πληρωμα, ce qui peut être actif ou passif. Au sens actif il réfère à ce qui remplit, ce qui remplit jusqu’au bout. Au sens passif, il réfère à ce qui a été rempli ou complété. Le mot plénitude tel que Paul l’utilise, désigne ce qui est plein ou rempli de quelque chose; ou ce qui a été amené à la plénitude et à la finition; la somme totale, la pleine mesure, l'abondance (cf. Rm 11:25; 15:29; Colossiens 2:9; Ep 3:19. Jean 1:16), ou l'état de ce qui est complet (cf. Gal 4:04. Actes 13:52).

Eph. 5:18 introduit le sujet de la plénitude de l'Esprit dans le croyant, puis cela est développé par la suite jusqu'à 6 :20 en expliquant à quoi cela ressemble dans divers aspects de la vie (dans l'église, à la maison, au travail, et dans le monde).

Nous n’avons pas l’intention de faire ici une étude exhaustive de ce passage, mais c’est juste pour vous donner une idée de ce qu’est la plénitude de l'Esprit en théorie et dans la pratique. Premièrement  ...

Ce Que Signifie Une VIe Remplie De L'esprit

Qu'est-ce que cela signifie d'être rempli de l'Esprit? Il est écrit: Ne vous enivrez pas de vin : c’est de la débauche. Soyez, au contraire, remplis de l’Esprit ; (5:18). Le contexte c’est que l'insensé, la personne imprudente (5:15, 17) est contrôlée par ses passions (la chair), qui se manifeste bien souvent dans l'ivresse. D'autre part, la personne circonspecte, prudente, sage (5:15), qui comprend quelle est la volonté du Seigneur (5:17), est contrôlée par l'Esprit, qui se manifeste dans (a) une unité suscitée par l'Esprit dans l'église (5:19-21), (b) une harmonie inspirée par l'Esprit dans les foyers (5:22-6:04), (c) une collaboration motivée par l'Esprit dans le lieu de travail (6:5-9) , et (d) une victoire assurée par l'Esprit dans le monde (6:10-20).

Alors, quel est le lien entre être «enivré de vin» et être «rempli de l'Esprit?» C'est le contraste qu’il ya entre l'intoxication par l’alcool et l'intoxication spirituelle ; tous deux étant le résultat du fait d’être sous le contrôle d'une influence externe. Tout dépend de qui est au control dans notre vie. La personne ivre vit avec imprudence, contrôlée par la puissance de l'alcool. La personne spirituelle vit consciencieusement, contrôlée par la puissance de l'Esprit.

Tout dans la vie des gens ivres indique qu'ils sont sous l'influence d'une puissance extérieure à eux mêmes - qu'ils sont hors de control, dans leur façon de marcher, de parler, regarder et penser. D’autre part, tout dans la vie des personnes remplies de l'Esprit, indique qu'ils sont sous une autorité supérieure à eux-mêmes et qu'ils sont au control de leur façon de marcher, parler, regarder et penser.

Les personnes ivres acquièrent une joie temporaire, un oubli temporaire, un soulagement temporaire de la réalité par l'ivresse, mais tout s'estompe subitement,  puis  le cycle recommence. Mais de l’autre coté, les gens remplis de l'Esprit, n'ont pas à rechercher la joie parce qu'ils l'ont déjà. Ils n'ont pas besoin d'un faux substitut; ils ont l’original. Ils ne sont pas enivrés; ils sont remplis. Ils ne sont pas sous l'influence du vin, mais sous l'influence de l'Esprit. L'Esprit de Dieu les remplit d'une joie et d’une paix qui surpasse toute intelligence - leur vie en déborde.

Grammaticalement, l'expression «soyez remplis de l'Esprit» montre bien que:

  • C’est pluriel – c’est adressé à toute l'Église, nous sommes tous inclus ;
  • C’est un impératif - un commandement, une obligation, non pas une option ;
  • C’est une forme passive - le Saint-Esprit nous remplit, nous ne sommes pas remplis de nous mêmes.

Il s'agit d'une construction grammaticale particulière. Comment pouvons-nous obéir à un ordre passif? C’est à la fois une forme passive et un commandement parce que ca revêt le sens suivant : «Laissez-vous être rempli ...». Nous devons permettre à l'Esprit Saint de le faire et en aucun cas l'empêcher de nous remplir. C’est un impératif en ce sens que nous devons et pouvons répondre à cela - ce n'est pas quelque chose qui se produit sans notre effort ou notre action. Et il est pour autant passif parce que c'est une chose que l'Esprit Saint accomplit.

  • C’est un présent continu - «Continuez à être rempli». Nous avons été «scellé de l'Esprit» une fois pour toutes, mais nous devons être remplis en permanence en vivant selon les principes, pratiques et programmes de l'homme nouveau.

Alors, qu'est-ce que cela signifie donc d'être rempli de l'Esprit? A quoi cela ressemble t-il dans la réalité?

1. Ce Que La Plénitude De l'Esprit N'est Pas

La plénitude de l'Esprit n'est pas une sorte de phénomène dramatique - par exemple tomber à terre, convulser, ou émettre des sons étranges. Ce n'est pas une seconde bénédiction consécutive à la conversion. Ce n'est pas une expérience temporaire de la parole ou une vision extatique. Ce n'est pas non plus un processus progressif par lequel nous recevons progressivement plus de lui jusqu'à ce que nous soyons  pleins de Lui, puisque tous les croyants le possèdent pleinement (pas en partie, comme s'il pouvait être divisée - voir Jean 3:34.).

Ce n'est pas la même chose qu’être «habité par l'Esprit», puisque tous les croyants sont habités au moment où ils reçoivent le salut (Rom. 8:9). Ce n'est pas la même chose que «le baptême de l'Esprit», puisque tous les croyants sont baptisés du Saint-Esprit au moment de leur conversion, quand ils font partie du corps du Christ. Ce n'est pas le même qu’être «scellé de l'Esprit», puisque c’est aussi un fait accompli (1:13). Nulle part il n’est ordonné aux croyants d’être habités, baptisés, ou scellés du Saint-Esprit. Le seul commandement c’est : «soyez rempli de l'Esprit.»

2. Ce Qu’est La Plénitude De l'Esprit

Etre rempli de l'Esprit c’est manifester ce que nous sommes en réalité. Nous sommes scellés du Saint-Esprit quand nous plaçons notre confiance en Christ et nous manifestons ce sceau en le laissant nous «remplir», en sorte qu'il est évident qui contrôle notre vie. Les disciples étaient si «remplis» de l'Esprit à la Pentecôte que tout le monde l’a su. 

Quand il nous remplit, nous vivons dans la plénitude de sa présence et de sa puissance. Il nous permet de vivre selon l'homme nouveau, d’être centré sur Dieu, d’être des enfants de lumière (8-14), de vivre consciencieusement et d’utiliser notre temps à bon escient (15-16), de comprendre quelle est la volonté du Seigneur ( 17) ; louant Dieu (19-20) et vivant ensemble dans l'unité (21).

Etre rempli de l'Esprit c’est être contrôlé par le Saint-Esprit, c’est vivre dans la puissance de l'Esprit, c’est être sensible à l'action de l'Esprit, c’est s’abandonner à chaque instant à l'Esprit. Tout comme certaines personnes sont remplies de tristesse, de peur ou de colère au point que cette émotion prend le contrôle de leur vie, nous devons être si consommés par l'Esprit Saint au point qu'il ait le contrôle de nos vies. Lorsqu’il nous remplit, nous ne sommes pas sous notre propre control mais sous le sien - dominé par Lui, conquis et maîtrisé par Lui.

Etre rempli de quelque chose signifie qu'il n'y a plus de place pour autre chose. C'est la nature même de quelque chose qui est rempli- vous ne pouvez plus ajouter la moindre goute; si vous y arrivez, c’est que ce n’était pas rempli. Il en est de même de la plénitude de l'Esprit – il n’ya plus de place pour mon égo, pour le monde, ou pour la chair.

Et tout ce dont vous êtes rempli caractérise toute votre vie. Quelqu'un a fait remarquer que le chrétien qui est rempli de l'Esprit est comme un gant. Le gant sans la main est impuissant et inutile, puisque le gant ne fonctionne que lorsque la main le contrôle et l'utilise. Le seul travail du gant c’est le travail que fait la main – Le gant ne peut accomplir la moindre tâche sans la main, encore moins prendre le mérite ou se vanter de ce qu'il fait. De la même manière, un chrétien qui n'est pas rempli de l'Esprit ne peut faire mieux qu'un gant isolé de la main. Tout ce qui est fait sans l'Esprit n’a pas de valeur.2

Voici douze aspects ou des preuves qu’une personne est remplie de l'Esprit:

1. Vous confessez vos péchés.

2. Vous renouvelez votre esprit grâce à la puissance transformatrice de l'Esprit.

3. Vous êtes mort à soi-même; vous mortifiez la chair (Gal. 5:16, 24).

4. Vous présentez votre corps comme un sacrifice vivant (Romains 12:1).

5. Vous êtes centré sur Dieu, et n’êtes pas égocentrique.

6. Vous êtes de lumière, non pas ténèbres.

7. Vous prêtez attention à la manière dont vous vivez, vous n’êtes pas insouciant.

8. Vous vivez selon l'homme nouveau, et non pas l'ancien.

9. Vous vivez dans la pleine conscience de la présence personnelle du Seigneur; laissant Sa vie dominer la vôtre.

10. Vous vous remplissez de la Parole de Dieu afin que ses pensées soient vos pensées, ses standards vos standards, sa sainteté votre sainteté. 

11. Vous marchez selon l'Esprit (Galates 5:25); laissant votre vie sous son control - chaque pensée et chaque décision.

12. Vous manifestez le fruit de l'Esprit qu'il produit en vous - l'amour, la joie, la paix, etc. (Gal. 5:22-23).

La vie remplie de l'Esprit se réalise le plus pleinement dans notre assemblée, lorsque  nous sommes ensemble et que nous demeurons ensemble dans l'unité.

C’est là que la vie remplie de l'Esprit prend son sens. Dans les éditions ultérieures de la Revue Internet des Pasteurs nous allons continuer à développer la nécessité d’avoir une vie remplie de l'Esprit, la réalité pratique d’une vie remplie de l'Esprit, et l'action d’une vie remplie de l'Esprit.

3ème Partie: Meditation Biblique

«La Manne du matin»

Par le Dr Stephen F. Olford

Si vous et moi avions une conversation en privé, vous diriez probablement qu’il n’ya rien de plus recommandable que d’avoir un rendez-vous quotidien avec Dieu dans la Parole et la prière.

Et vous auriez raison, bien sûr. Sauf que cette communion quotidienne, ce «temps de méditation personnelle» avec Dieu, est bien plus qu’une pratique louable; il est absolument vital pour une vie de spiritualité durable, d’efficacité et d'amour. C’est le baromètre de la vie chrétienne.

Permettez-moi de défendre cette affirmation. Jésus a dit: «L’homme ne vivra pas de pain seulement, mais de toute parole qui sort de la bouche de Dieu.» (Matthieu 4:4).

Lisez ce verset sans la comparaison négative et vous verrez de quoi l'homme est censé vivre. «L'homme vivra de toute parole qui sort de la bouche de Dieu.» Littéralement, cela signifie: «L'homme vivra de toute parole prononcée qui vient de Dieu.»

Il ne s’agit pas de la mémorisation de la Bible, encore moins de la Bible posée sur votre étagère ou dans votre bureau personnelle. C'est la parole que Dieu qui est dite à votre âme durant votre temps de prière et de méditation. C'est cela qui fait vivre l'homme. Vous pouvez être doctrinalement correct, et pourtant être spirituellement mort. La seule chose qui maintient la vie c’est la parole vivante de Dieu qu’il adresse à votre âme chaque jour.

Le temps de méditation personnelle est essentiel à la santé spirituelle, que soyez nouvellement converti ou un chrétien mature (voir 1 Pierre 2:2 et Héb. 5:14).

Le temps de médiation est essentiel pour la purification spirituelle. Il est vrai que vous êtes dès le départ purifié par le sang précieux, mais il vous faut revenir encore et encore à la croix pour votre restauration. Cette purification au jour le jour se fait dans  la cuve de la Parole (cf. Ps 119:9; Jean 15:3; 17:17).

Le temps de méditation personnelle est également essentiel pour le conseil spirituel. Vous ne pourrez jamais connaître les vrais principes qui déterminent une vie de sainteté et de droiture tant que vous ne laissez pas la Parole de Dieu «habiter en vous abondamment» (voir Col 3:16 et Ps. 73:24).

Le temps de méditation personnelle est également essentiel pour vous équiper en vue du combat spirituel. L'exemple suprême est notre Seigneur Jésus-Christ lorsqu’il a rencontré Satan dans le désert. Je suis sûr que pendant quarante jours et nuits, il avait nourri son âme avec le livre du Deutéronome, et ainsi il pouvait donner ses  coups d'épée à partir de son expérience personnelle de la Parole écrite.

Plus tard, Paul a exhorté les croyants d’Ephèse à prendre « l’épée de l’Esprit, qui est la parole de Dieu...» (Eph. 6:17).

Toutefois, quoique ces raisons soient très importantes, ce n'est pas votre besoin - aussi grand soit-il, qui constitue la plus grande incitation à avoir un moment de médiation personnelle chaque jour, mais bien plus, c’est le fait que Dieu désire vous rencontrer. Ce n'est donc pas un simple devoir. C'est un privilège et un honneur.

Dieu dans le Christ, le Seigneur, a un temps de rencontre avec vous. Son cœur est attristé quand vous n’arrivez pas à respecter pas ce rendez vous. Il aspire, comme il l'a fait avec la femme de Samarie, de boire à nouveau de votre amour, votre dévotion et votre adoration (voir Jean 4:23, 24).

Je vous préviens que l'établissement d’un temps de méditation personnelle n'est jamais facile. En tant que serviteur de Dieu, je vous avouerai franchement que c'est plus difficile pour moi d'avoir mon temps de médiation maintenant que ce n'était le cas lorsque j'étais nouvellement converti. La raison c’est que ce qui compte vraiment a un  coût.

Vous constaterez que les attaques les plus vicieuses de l’ennemi seront dirigées vers votre privation de ce moment quotidien avec votre Seigneur. Vous allez devoir défendre vigoureusement ce moment si vous tenez vraiment à le garder.

Quel que soit le domaine de votre ministère - que vous soyez pasteur, moniteur de l'école du dimanche, missionnaire, ou chrétien au bureau ou à la maison - à moins de réussir à maintenir votre temps de méditation personnelle, je vous donne peu de chances d’avoir une vie victorieuse.

A présent, je voudrais partager un certain nombre d’exigences pratiques et spécifiques qui me semblent incontournables pour un temps de méditation réussi.

D'abord, vous aurez besoin d'un endroit précis et d’une heure précise – cela va de soi. Mais ne dites jamais que vous ne pouvez pas avoir un moment de médiation parce vous n'avez pas un endroit ou un moment prédéfini. Reconsidérez l'exemple du Seigneur Jésus (voir Marc 1:35).

Ensuite, ayez une bible dont la taille est raisonnable, une bible dont vous n’aurez pas à faire de très grands efforts pour lire les écritures. Ne prenez pas l'habitude de vous réveiller le matin, et de faire votre lit tout en essayant, les yeux encore lourds de sommeil, de lire une bible imprimée en petits caractères. Ne restez même pas au lit ! Levez-vous et lavez votre visage, ou prenez une douche afin d’être pleinement en état d’alerte.

J'aime l'histoire de ce jeune étudiant à Cambridge qui voulait être un flambeau pour Dieu, mais il ne parvenait pas se lever tôt le matin. Il a donc positionné un réveil de  telle manière que lorsque l'alarme sonnait, le dispositif décrochait du plafond une éponge remplie d'eau qui tombait sur son visage!

Une autre chose essentielle, c’est une liste de prière ou un cycle de prière, quelque chose qui vous rappelle une requête différente pour chaque jour. Ma femme et moi utilisons une qui se présente comme suit:

Lundi: «M» (pour Monday en anglais) est pour les missionnaires.

Mardi: «T» (Tuesday) est consacré à l'action de grâce (Thanksgiving) - c'est là que nous donnons au Seigneur des remerciements spéciaux pour ses merveilleuses réponses à nos prières.

Mercredi: «W» (Wednesday) est pour les travailleurs (Workers).

Jeudi: «T» est pour les Tâches - notre travail à l'église, le ministère que Dieu nous a donné.

Vendredi: «F» est pour nos Familles.

Samedi: «S» est pour les Saints - et en particulier les jeunes chrétiens, afin que le Christ soit formé en eux.

Dimanche: «S» est pour les pécheurs (Sinners) et en particulier, les activités d’évangélisation dont nous sommes responsables.

Ensuite, vous devriez avoir ce que j'appelle un carnet de note pour méditation personnelle. Je crois que les idées et pensées qui vous viennent durant la méditation doivent être notées, même si c’est sous forme de phrases courtes. Dieu vous donne là quelque chose que vous ne trouverez ni dans un commentaire, ni ailleurs - ces idées valent la peine d’être conservées. (A suivre la prochaine fois).

4ème Partie: Plans De Predication

John 13:1-11/ Jésus Dialogue Avec Ses Disciples

Pour la version audio anglaise de ces messages, cliquez sur ces liens : Link 1 - Jean 13:1-3, Partie 1; Link 2 - Jean 13:1-3, Partie 2; Link 3 - Jean 13:1-3, Partie 3; Link 4 - Jean 13:4-5, Partie 4; Link 5 - Jean 13:6-11, Partie 5

Titre: Le service authentique

Point n °1: Nous devons comprendre la base du service authentique

1. La base du service authentique c’est l’assurance qui vient de la connaissance (1-3)

a) La connaissance de notre destination et de comment nous y parviendrons (1a-b)

b) La connaissance de notre identité et de notre position (3a)

c) La connaissance de notre origine et de la raison de notre présence ici (3b)

2. La base du service authentique c’est la motivation qui vient de l'amour

a) La motivation qui vient de l'amour est manifestée dans l'objet de cet amour (1c)

b) La motivation qui vient de l'amour est manifestée dans l’ampleur de cet amour (1d-2)

Point n ° 2: Nous devons démontrer le caractère du service authentique (4-11)

1. Dans la manière dont nous nous présentons aux autres (4b-c)

2. Dans les choses que nous faisons pour les autres (5)

3. Dans notre manière d’interagir avec les autres (6-11)

a) ... En étant courtois envers ceux qui s'opposent à nous (6-8)

b) ... En étant patient avec ceux qui ne nous comprennent pas (9-11)


1 Olford, Stephen F. et David L. Olford, Prédication par exposition ointe (Nashville: Broadman & Holman, 1998), 82.

2 MacArthur, John, L’épitre aux Ephésiens (Chicago: Moody Bible Institute, 1986), 250.

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