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Where the world comes to study the Bible

8. God’s Wisdom Is Perfect

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  • Human wisdom is gained by knowing and applying God’s revelation
  • God’s wisdom in Scripture is the only sure basis for defending the faith
  • Limited and dependent people are unqualified to question God’s wisdom in our circumstances
  • Limited and dependent people are unqualified to question God’s wisdom in history

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9. God Is True and Truthful

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  • We defend and proclaim the God of Scripture, not an unknown “god” or higher power
  • Because God is true, His Word and words are true (inerrancy)
  • The “slippery slope”
  • The only true interpretation of reality is God’s interpretation
  • Truth is unaffected by unbelief and human perception
  • Unbelief reflects the sinful heart and not defects in God’s truth
  • If God is not true and truthful, He is not God

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10. God Is Good and Love

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  • God is the definition, source, and measure of all good in the universe
  • Evil is not necessary or equal with good
  • Evil is not necessary for the existence or knowledge of good
  • Evil is not necessary for free will
  • Contrary choice is not necessary for true love
  • More questions concerning the “problem of evil”
  • Finite and fallen people are unqualified to pass judgment on God’s goodness
  • God’s infinite goodness in Christ comforts the soul amidst the darkest evil

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11. God Is Holy

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  • The beauty of God and His works is holiness
  • God is not and cannot be the author of sin
  • Attempts to defend God and answer unbelief must honor God as holy
  • Sinners have no claims on a holy God
  • The brighter God’s holiness shines the more lovers of darkness hate it

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12. God Is Righteous

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  • God’s judgments must be viewed in light of our human limitations
  • Application of the “slippery slope”
  • We can trust God’s judgments as righteous in the face of the most difficult questions
  • The righteous judge does not sit under the judgment of unrighteous people
  • Was Job’s anger justified against God?
  • Distortions of God’s justice distort or deny the Gospel

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13. God Is Infinitely Powerful

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  • Miracles are reasonable and consistent with God’s nature and universe
  • Your worldview determines your view of miracles
  • Definition and nature of the believing and unbelieving worldview
  • No worldview is neutral
  • The believing and unbelieving worldview cannot be reconciled
  • One’s view of God determines one’s view of miracles
  • One must deny God and His power to deny the miracles of the Bible
  • One must affirm God’s existence to deny the miracles of the Bible
  • Denying the miracles of Scripture presumes the ultimate authority to determine truth
  • Denials of Scripture as true because miracles are “impossible” are worthless
  • Defending miracles by “natural” explanations affirms unbelief
  • Rebellion against God is foolish and doomed to defeat

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14. God Is Sovereign

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  • Everyone reasons by faith in an ultimate authority
  • Science and reason versus faith is a false dichotomy
  • Believing faith is reasonable and justified
  • Unbelieving faith is unreasonable and unjustified
  • Neutrality toward God is contempt toward God
  • Atheists cannot live according to their worldview
  • Unbelievers are reasonable and unreasonable at the same time
  • As God is sovereign over all things, theology addresses the realm of science
  • Philosophers that reject God’s authority repeat the sin of Adam and Eve
  • A proper defense of Christianity challenges the faith assumptions of unbelief
  • Paul’s sermon on Mars Hill
  • True repentance turns from the false faith assumptions of unbelief
  • The negative results of not challenging false faith assumptions
  • Defending the Gospel involves proclaiming the Gospel
  • The relationship of the Gospel to worldview

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Lição 24: A Solução Para a Ansiedade (Filipenses 4:6-7)

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8 de Outubro de 1995

Uma família levou a Avó até ao seu primeiro voo de avião, mas esta não se sentia muito segura quanto à ideia de abandonar o solo em tal maquineta. À chegada, quando foram ter com ela no aeroporto, perguntaram-lhe em tom de brincadeira: “Então, o avião segurou-te bem?” De má vontade, ela lá respondeu: “Sim”; e, rapidamente, acrescentou: “Mas eu nunca cheguei a pôr todo o meu peso em cima dele!”

Muitos cristãos são como esta Avó. A verdade é que estão a ser totalmente amparados por Deus, mas receiam confiar a totalidade do seu peso sobre Ele. Em consequência, são atormentados por ansiedade e não conseguem apreciar o voo.

Poucos de nós desconhecem o que é a ansiedade. Ela invade coisas grandes e pequenas, corroendo-nos as entranhas. Alguém descreveu graficamente a ansiedade como “um pequeno riacho de medo a correr pela mente. Se encorajada, constrói um canal por onde passam a correr todos os outros pensamentos” (Arthur Roche, Reader’s Digest [6/88], p. 64). Com frequência, ouvimos expressões como “estar esgotado” ou “ter um ataque de pânico”. Embora eu discorde da sua abordagem psicológica a este problema, os psiquiatras cristãos Frank Minirth e Paul Meier afirmam que a ansiedade é a perturbação mental mais comum que encontram na sua rede de clínicas a nível nacional (Worry-Free Living [Thomas Nelson], p. 17).

Muitas vezes, sentimo-nos ansiosos por questões financeiras: como vamos conseguir pagar as contas do mês? Como é que vou poder arranjar o meu carro se este avariar? E se eu perder o meu emprego? Como vamos poder mandar os miúdos para a Universidade? Como vamos conseguir pagar as despesas médicas? Como é que alguma vez vamos conseguir poupar o suficiente para a reforma? E se a economia entrar em recessão?

Sentimos ansiedade relativamente à nossa saúde, especialmente à medida que envelhecemos: e se eu vier a ter cancro ou Alzheimer? E se eu ficar incapacitado ou tiver de ir para um Lar? Quando somos jovens, podemos ter preocupações semelhantes relativamente aos nossos pais.

Ficamos ansiosos por causa dos nossos filhos: será que vão crescer bem? Vão evitar drogas e a imoralidade sexual? Vão estar seguros neste mundo infestado de crime? Vão conseguir entrar na Universidade e ter um emprego bem pago? Vão casar com uma pessoa piedosa e ter uma família feliz? Em que tipo de mundo os seus filhos terão de viver?

Esta lista poderia continuar indefinidamente. Talvez fique ansioso só de me ouvir a enumerar diferentes razões para sentir ansiedade! Por vezes, nem sequer conseguimos identificar a razão específica para sentirmos ansiedade, mas ela lá está, perturbando-nos constantemente. Se não aprendermos a lidar bem com ela, pode causar-nos todo o tipo de problemas de saúde, que por sua vez vão aumentar a nossa ansiedade!

Jesus prometeu àqueles que O seguem: “Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27). Ele proferiu estas palavras reconfortantes na noite mais difícil que enfrentou na terra – a noite antes da Sua crucificação. Sete vezes no Novo Testamento o nosso Deus é chamado Deus ou Senhor da paz. Essa paz pode ser constante na vida de um cristão, mesmo na adversidade. No nosso texto, Paulo, feito prisioneiro, explica-nos como:

Para experienciar a paz de Deus em vez de ansiedade, ore com gratidão a respeito de cada preocupação.

Existem três palavras-chave nestes versículos: ansioso; oração; e paz. Estar ansioso é o problema que nos é dito para abandonar; a oração é a prática que devemos adoptar; a paz é o resultado prometido por Deus.

1. Devemos pôr de lado a ansiedade, que é pecado.

“Não andeis ansiosos por coisa alguma.” No Sermão do Monte, Jesus deixou claro que a ansiedade advém da falta de fé e de um foco errado nas coisas do mundo, em vez de no reino de Deus (Mateus 6:25-34, especialmente os versículos 30 e 33). Se desculpamos a nossa ansiedade dizendo “Bem, faz parte de ser humano”, ou “Qualquer pessoa se sentiria ansiosa nesta situação”, não a vamos ultrapassar, pois não estamos a confrontar a verdadeira causa – nomeadamente, o pecado de não crer em Deus e de não procurar o Seu reino e justiça em primeiro lugar.

Como mencionei a semana passada, o nosso testemunho cristão diante de um mundo perdido é um dos principais temas abordados por Paulo na Epístola aos Filipenses. Ele quer que os cristãos experimentem a alegria de Deus em qualquer situação, não apenas para que sejam pessoas felizes, mas para serem testemunhas eficazes de Jesus Cristo (leia Filipenses 2:14-18). Por outras palavras, devemos procurar primeiro o reino de Deus, não a nossa própria felicidade. Se um não-cristão vir um crente subjugado por ansiedade e preocupações, não lhe vai certamente perguntar como pode ter o que ele tem! A ansiedade e a alegria excluem-se mutuamente. Assim, para bem do nosso testemunho de Jesus Cristo, é fundamental que aprendamos a usufruir da paz de Deus, especialmente diante da adversidade.

Isto significa que, no que toca a lidar com a ansiedade, devemos começar por confrontar as nossas razões para querer ter paz. Se a razão para desejarmos estar livres de ansiedade é gozar uma vida tranquila e agradável, o nosso foco é egocêntrico e, portanto, errado. Muitas pessoas recorrem a Cristo porque se sentem ansiosas e desejam a paz que Ele oferece. Contudo, se não lidarem com o facto de que vivem para agradar a si mesmas e não a Deus, acabarão por cair numa existência egocêntrica, “usando Deus” para sua própria paz e conforto. Jesus disse: “Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a vida por minha causa e pelo Evangelho, salvá-la-á” (Marcos 8:35). A paz que Cristo oferece advém de O enaltecer como Senhor e viver para o Seu reino.

Na parábola do semeador (Lucas 8:14), Jesus alerta que a semente caída entre os espinhos representa aqueles que ouvem o Evangelho e, “ao seguirem o seu caminho, são sufocados pelas preocupações, pelas riquezas e pelos prazeres desta vida, e não amadurecem”. Preocupações é o termo relacionado com o verbo grego andar ansioso no nosso texto. O que assusta nas palavras de Jesus é isto: no meu entendimento desta parábola, apenas um dos grupos é verdadeiramente salvo, nomeadamente, aquele que frutifica com perseverança. Aqueles que afirmam crer, mas que depois são sufocados por preocupações, riquezas e prazeres nunca tiraram o seu ego do trono das suas vidas para colocar Jesus e o Seu reino em primeiro lugar. São levados a pensar que são cristãos, mas a verdade é que vivem com o mesmo foco do mundo, isto é, a procura do prazer e paz individuais.

Em relação a Filipenses 4:6, isto significa que o texto não se trata de uma simples fórmula, do género “Se está ansioso, experimente orar; funciona”. Na verdade, significa que “Se está ansioso, examine a sua falta de fé no Deus vivo, que prometeu prover as necessidades básicas dos Seus filhos”. Ou “Examine o seu foco; se vive para Cristo e para o Seu reino, ou se para si mesmo”. Qualquer que seja a raiz do problema, a ansiedade é um pecado que deve ser confessado a Deus e abandonado.

Antes de deixarmos este tópico, permita-me clarificar que Paulo não encoraja uma atitude descuidada, despreocupada ou irresponsável relativamente a pessoas ou problemas. Já vi cristãos transitarem de um estado de ansiedade para apatia ou inacção, afirmando que estão a cumprir o mandamento de não estarem ansiosos. Porém, os cristãos devem preocupar-se profundamente com as pessoas e os seus problemas, trabalhando arduamente para os resolver. Como membros do mesmo corpo, devemos ter cuidado mútuo uns com os outros (1 Coríntios 12:25). Paulo menciona a preocupação que suporta diariamente por todas as igrejas (2 Coríntios 11:28). Ele diz aos Filipenses que Timóteo estava genuinamente interessado no bem-estar deles (Filipenses 2:20). Em cada um destes versículos, o termo correspondente a preocupação equivale à palavra grega para ansioso; porém, não diz respeito a ansiedade pecaminosa, mas a uma preocupação fundamentada. É adequado pensar no nosso bem-estar futuro, na medida em que somos responsáveis por planear e poupar para as nossas necessidades (Provérbios 6:6-11).

Mas a preocupação fundamentada transforma-se em ansiedade pecaminosa quando deixamos de ter fé no papel de Deus enquanto Senhor Soberano e provedor, bem como quando nos colocamos no centro, em vez do reino de Deus e a sua justiça. Assim, o primeiro passo para lidar com a ansiedade é examinar se a mesma se deve a falta de fé ou a um foco errado em nós mesmos. Confesse a Deus o seu pecado e submeta-se a Ele.

2. Devemos orar com gratidão acerca de todas as preocupações.

Paulo menciona quatro palavras gregas para oração cujo significado se sobrepõe, mas que também é útil distinguir: oração, súplicas, acção de graças e pedidos.

*Oração – palavra generalista para oração, usada sempre com referência a Deus, em tom de reverência. Quando Paulo nos diz para apresentarmos os nossos pedidos “a Deus”, o termo grego significa “cara a cara com Deus”, isto é, apresentarmo-nos directamente diante d'Ele. Isto significa que, ao orarmos, devemos recordar que vamos entrar na presença do Deus santo, diante do qual até os anjos cobrem o rosto e clamam “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos” (Isaías 6:3). Sim, é verdade que Ele nos acolhe na Sua presença tal como um pai acolhe os filhos. Através do nosso Sumo-sacerdote, o Senhor Jesus, Deus convida-nos a aproximarmo-nos confiadamente do trono da graça, a fim de alcançarmos misericórdia e graça para nos auxiliar em tempos de necessidade (Hebreus 4:16). Porém, devemos recordar que é do trono do universo e do Deus Soberano e Eterno que nos aproximamos.

Isto implica, como é óbvio, que, sempre que nos aproximamos de Deus em oração, devemos examinar os nossos corações e confessar e abandonar todo o pecado. Como declarou o salmista: “Se eu acalentasse o pecado no coração, o Senhor não me ouviria” (Salmos 66:18). Mas também temos a garantia de que, se confessarmos os nossos pecados, o sangue de Jesus é suficiente para nos purificar (1 João 1:7,9).

Repare que é recomendado ao crente que se aproxime directamente de Deus na oração. Cristo é o nosso mediador e Sumo-sacerdote. O Espírito Santo que habita em cada crente incita-nos a orar, intercedendo por nós (Romanos 8:26-27). Assim, a oração é uma aproximação pessoal ao Deus Trino. Não devemos orar a Maria nem aos chamados “santos”. Não precisamos da mediação de nenhum sacerdote humano. Enquanto crentes, todos somos sacerdotes diante de Deus, capazes de nos aproximarmos directamente d'Ele através da oração eficaz.

*Súplicas – esta palavra enfatiza o sentido de necessidade e contempla pedidos específicos. Por vezes, há quem pergunte: “Porquê orar, se Deus já sabe do que precisamos?” João Calvino escreveu algumas das palavras mais profundas e práticas a respeito da oração que alguma vez li (Institutas da Religião Cristã [Eerdmans], ed. de John McNeill, III:XX). Ele realça que tudo o que precisamos e não temos se encontra “em Deus e no nosso Senhor Jesus Cristo, ao qual o Pai confiou a plenitude da Sua recompensa” (III:XX:1). É através da oração “que alcançamos as riquezas que o nosso Pai Celeste nos oferece” (III:XX:2). A oração é mais para nosso bem do que para Deus. Mostra-nos a nossa necessidade total de Deus – não somente para certos benefícios temporais. Leva-nos a depender d'Ele, de modo a que O “procuremos, amemos e sirvamos, à medida que nos acostumamos a correr para Ele diante de cada necessidade, como uma âncora sagrada”. Purifica os nossos desejos, uma vez que os apresentamos diante de Deus. Prepara-nos para receber com gratidão o que Ele nos oferece, lembrando-nos que tudo provém da Sua mão. Ajuda-nos a meditar na Sua bondade, enquanto nos alegramos com as Suas dádivas. Confirma a nossa própria fraqueza e a grandiosa providência e fidelidade de Deus, que responde às nossas necessidades (Calvino desenvolve estes tópicos em III:XX:3).

Isto significa que as nossas súplicas devem ser concordantes com a vontade e propósito de Deus. Na Oração do Senhor, aprendemos que o primeiro foco das nossas orações deve ser o reino de Deus e a sua justiça, e só depois as nossas necessidades pessoais (Mateus 6:9-13).

*Acção de graças – Se está ansioso, é provável que se encontre numa situação que lhe dê razões para ter ansiedade! Nessas alturas, a acção de graças não surge de forma automática ou espontânea. Tem de ser feita de forma deliberada, com fé. Em tempos de adversidade, a acção de graças reflecte em três aspectos: (1) Relembrar a providência de Deus no passado. Pense na fidelidade que Deus já mostrou para consigo até agora e perceba de que forma a Sua misericórdia o sustentou. Ele tem estado consigo em todas as provações. Ele jamais abandona ou desampara os Seus filhos, ainda que enfrentemos perseguição ou mesmo a morte por Sua causa.

(2) Submissão à soberania de Deus no presente. Agradecer a Deus no meio de uma crise ou provação é dizer: “Senhor, eu não compreendo, mas submeto-me ao Teu propósito soberano nesta situação. Confio que sabes o que estás a fazer e que farás com que tudo resulte em bem.” Não devemos agradecer a Deus apenas quando sentimos vontade de o fazer, mas também quando não a sentimos (1 Tessalonicenses 5:18).

(3) Confiança na suficiência futura de Deus. Um coração grato confia no Deus todo-suficiente, sabendo que, ainda que não percebamos exactamente como o vai fazer, Ele proverá a todas as nossas necessidades se nos confiarmos a Ele. Adoro Jeremias 32:17, especialmente quando penso no respectivo contexto. Jeremias encontrava-se na prisão. Nabucodonosor montara um cerco a Jerusalém, que estava prestes a cair (32:2). Nessa situação, o Senhor pediu a Jeremias que fizesse algo que todos achariam louco – comprar um campo ao seu tio. Toda a gente sabe que não se desperdiça dinheiro a comprar terrenos quando um país está preste a cair sob o comando de um tirano estrangeiro. Porém, Deus queria mostrar ao Seu povo que “casas, campos e vinhas tornarão a ser comprados nesta terra” (32:15). Depois, Jeremias orou: “Ah! Soberano Senhor, Tu fizeste os céus e a terra pelo Teu grande poder e pelo Teu braço estendido. Nada é demasiado difícil para ti” (32:17). Jeremias confiou na suficiência futura de Deus.

Quando cheguei a esta igreja, tínhamos problemas difíceis para resolver. Organizámos uma reunião crucial, que tanto podia apoiar a minha liderança como ir contra mim. Passei o dia a orar e a jejuar mas, ao sair do carro, enquanto caminhava pelo passeio, senti-me ansioso. Estava a recitar Filipenses 4:6 quando quatro palavras pequeninas, “com acção de graças”, me despertaram a atenção, e o Senhor me lembrou que eu não havia agradecido pela situação difícil. Parei e disse: “Obrigado, Senhor, mesmo por estas provações”; de imediato, fui inundado pela Sua paz. Ele actuou nessa reunião de forma óbvia.

*Pedidos – esta palavra sobrepõe-se a “súplicas”, enfatizando a natureza definitiva e específica dos nossos pedidos ao Senhor. Frequentemente, as nossas orações são tão vagas e generalistas que não temos forma de saber se Deus lhes deu ou não resposta. Este é o termo utilizado quando Jesus nos diz: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Mateus 7:7). Ele continua a ilustrar esta perspectiva explicando que, se um menino pedir ao pai uma fatia de pão, este não lhe vai dar uma pedra. Se pedir um peixe para comer, o pai não lhe vai dar uma serpente. Jesus conclui, dizendo: “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?” (Mateus 7:11). Peça ao Pai e, se for bom para si, Ele lho dará!

Por vezes, não fazemos certos pedidos por nos parecerem demasiado triviais ou insignificantes para partilhar com Deus. Contudo, se são grandes o suficiente para me deixarem ansioso, são grandes o suficiente para expor diante de Deus. Uma senhora perguntou ao professor bíblico britânico, Campbell Morgan: “Acha que devíamos orar sobre pequenas coisas das nossas vidas, ou apenas sobre as grandes?” Ele respondeu: “Senhora, consegue pensar em alguma coisa na sua vida que seja grande para Deus?” Assim, sempre que se sentir ansioso, aproxime-se de Deus com uma oração reverente, humilde, específica e grata. O resultado:

3. É-nos prometida a paz incomparável de Deus quando oramos.

“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Filipenses 4:7). Não se trata de uma paz psicológica, conseguida à custa de técnicas de coping. Os psiquiatras cristãos que mencionei previamente propõem vários tipos de métodos psicológicos (a par com “espirituais”) e de “senso comum” para alívio da ansiedade, incluindo escolher uma frase (qualquer uma serve, segundo eles) e repeti-la vezes sem conta (p. 110-111)! Isto não passa de Meditação Transcendental disfarçada!

Porém, Paulo fala da paz que provém de Deus, que nunca está sujeito a ansiedade, pois é o Criador soberano e omnipotente, Senhor do Universo. Nada O apanha desprevenido ou O faz roer as unhas, pensando como é que as coisas vão correr. Esta é a paz que Jesus prometeu – “não como o mundo a dá”. Não é explicável por meios humanos. Mas, graças a Deus, é real, e todos os filhos de Deus a conhecem e sabem que provém apenas de Deus, não de estratégias psicológicas.

Repare que, tal como uma sentinela, esta paz guarda o nosso eu interior, os nossos corações (termo abrangente que designa todo o nosso ser) e mentes (especificamente, os nossos pensamentos, que ameaçam atrapalhar-nos) em Cristo Jesus. Encontramo-nos em união íntima e permanente com Ele; para chegar até nós, a ansiedade tem de passar primeiro por Cristo Jesus! Portanto, o que Deus promete não é apenas uma solução rápida, na qual a oração se torna uma técnica que lhe trará calma quando se encontrar num momento crítico. Paulo refere-se a uma relação íntima, contínua e em constante aprofundamento com o Deus da paz, na qual se procura agradar-Lhe em pensamento, palavras e obras. Em tempos de adversidade, basta aproximar-se do Deus da paz, focar-se na graça que demonstra para consigo em Cristo Jesus e abrir-Lhe o coração; em resultado, a Sua paz guardará o seu coração e a sua mente.

Conclusão

Há pouco mais de um ano, descobri que uma senhora que liderava o grupo coral quando me tornei pastor, há quase 20 anos atrás, foi diagnosticada com três tumores cerebrais malignos. Ela e o marido eram cerca de dez anos mais velhos do que eu. Escrevi-lhe uma carta e ela respondeu-me, contando-me como o marido, que fora construtor durante toda a sua vida, ficara com uma artrite da anca tão grave que deixou de poder trabalhar. Disse-me ainda que os médicos os avisaram de que fizessem o que realmente desejavam, pois o tempo que lhe restava era curto. O último parágrafo que me dirigiu dizia: “A paz que o Senhor me concedeu enquanto me encontrava no hospital está para lá da compreensão. Tudo está sob o Seu controlo – especialmente a duração da nossa vida. Ele disse que a Sua graça basta e eu compreendi que isso é verdade. A Sua força torna-se perfeita na fraqueza.” Ela está agora na presença do Senhor, livre deste corpo mortal.

Você experimenta a paz de Deus no meio de situações que deixam o resto do mundo ansioso? Se não, examine-se: a sua fé encontra-se n'Ele e o seu foco no Seu reino, em vez de em objectivos egoístas? Já se aproximou de Deus através de uma oração reverente, específica e grata? Pode apoiar todo o seu peso n'Ele; Ele irá ampará-lo e dar-lhe-á a Sua paz indescritível. Certamente, o voo será muito mais aprazível!

Questões de Reflexão

  1. Como podemos discernir o momento em que uma preocupação legítima se transforma em ansiedade pecaminosa?
  2. Será errado para um cristão tomar tranquilizantes ou medicamentos para dormir a fim de lidar com o nervosismo ou ansiedade? Será diferente de tomar uma aspirina para tratar uma dor de cabeça?
  3. Qual é a diferença entre usar a oração como técnica ou como modo de vida?
  4. Pode Deus guiar-nos no Seu propósito retirando ou oferecendo a Sua paz? Cite passagens da Escritura para apoiar a sua resposta.

Copyright 1995, Steven J. Cole, todos os direitos reservados.

Related Topics: Prayer, Spiritual Life

Moses: Significant Events In The Life Of Moses (Expository Sermons On O.T. Characters)

This series of sermons will cover some of the main O.T. characters. These sermons will not cover every account or incident in the lives of each person, but are selected (1) to give an overview of how God worked in their lives to accomplish his purposes; and (2) to learn important lessons about character and conduct as it relates to the people of God.

Amongst many other lessons in this series, one thing becomes abundantly clear, that the human heart does not change: it remains deceitful above all things and desperately wicked (Jer. 17:9). Nonetheless, God in his grace continues to reveal himself, often in remarkable ways, to finite, frail, and failing human beings whom he uses to represent him, to communicate his instructions and plans, to provide leadership to others, and, generally, to carry out his purposes as the drama of redemption unfolds through the progress of salvation history.

I hope that this series will bless you as much as it has me. It was a pleasure to preach these sermons and it is now a pleasure to share them with you in written form. May the Lord use them to encourage and inspire you as you serve him and faithfully “preach the word.”

Related Topics: Character Study, Christian Life

1. The Impact of A Godly Mother (Ex. 2:1-10)

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Mother’s day is not a day of celebration for everyone. Some of you may have lost your mothers through death, divorce, or distance. Some of you may want to be mothers but for various reasons are unable.

This study is about a godly woman who is an example for all women, no matter whether you are a mother or not and whether you have a mother or not, for, no matter what your circumstances may be, all of you have an influence on someone else – men, women, and children.

You will remember well the story of Joseph. Joseph was greatly loved by his father, Jacob, but hated by his brothers, who sold him to traders, who, in turn, took him to Egypt where they sold him to Potiphar. Eventually he was raised to the highest position in the land. A famine in Egypt led to Joseph’s food storage plan. People from all over came to buy their food, including his family who were eventually reunited with him and settled in Goshen. While Joseph was Prime Minister, Egypt prospered economically and Jacob’s descendants multiplied greatly, but then a new king came into power who had not known Joseph. He was afraid of the power of the Hebrews, so he set taskmasters over them to afflict them and keep them in servitude. Suddenly, they were stripped of freedom and prosperity and plunged into forced labour and poverty, but the more they were afflicted the more they spread and grew. And as they suffered, they wished for a deliverer to relieve their distress.

In order to stop their population growth the king secretly ordered the midwives to kill all Hebrew baby boys, but the midwives feared God and disobeyed the king (Ex. 1:16-17). So, the king openly intensified his plan and commanded all the people to kill all Hebrew baby boys at birth (Ex. 1:22). The prophecy of Genesis 15:13-14 had come to pass - the Hebrews were “resident aliens… in a land that does not belong to them.” But hard times don’t erase God’s promises, harsh treatment doesn’t escape God’s notice (Heb. 4:13b), and heavy tests don’t eclipse God’s concern.

In the midst of this terror, we come to the story of Jochebed, Moses’ mother. It’s amazing how much we learn in the O.T. about people who are unnamed and silent. Neither Moses’ parents nor his sister, not even Pharaoh’s daughter, are named here. It seems that the Spirit of God keeps them in the shadow to allow the light to shine on the God of Amram and Jochebed. Jochebed is not well-known like Sarah or Rachel. Yet more than any other, she set the foundation for Moses’ faith and she did it under the most adverse circumstances in Hebrew history.

Our subject in this study is “Courageous faith.” In our passage we will see that Jochebed demonstrates the principle that God honours the courageous faith of a godly woman. In her, we see the concern of a godly woman, the love of a godly woman, the faith of a godly woman, and the reward of a godly woman.

I. The Concern Of A Godly Woman Experienced (2:2a)

“She conceived and bore a son” (2:2a). Perhaps Jochebed worked in the brick kilns as a Hebrew slave (cf. Ex. 1:10-14). It was a very oppressive, hateful environment. No evident miracles took place there during the day. The more bricks they made the more was demanded of them and the less straw they were given with which to make them.

The day came when Jochebed discovered that she was pregnant for the third time. Miriam had been born perhaps 7-12 years before, and Aaron about 3 years before. Then began the long wait to discover if this was a boy or a girl, and during those 9 long months she would have had many concerns.

1. She would have been concerned about the conflict in Egypt. At the time of Moses’ birth, the forces of good and evil were in open conflict in Egypt. The king was opposed to the Israelites, fearing that they might rebel against them (1:10). The midwives were opposed to the king and they defied him successfully (1:17). Now all the Egyptian people were under royal orders to oppose the Israelites by killing all the new born Hebrew baby boys (1:22).

Jochebed would have been concerned about that. And...

2. She would surely have been concerned about her pregnancy. What must she have thought during each day of her pregnancy? The threat of death hung over her like a cloud. Every pregnancy had the sentence of death hanging over the child if it was a boy. Those were not the days for renting a mobile sign and putting it on your front lawn announcing, “It’s a boy!” She would have heard the daily wails of other Hebrew mothers as they delivered their babies, only to hear the dreaded news. And she would have seen the Egyptian attendants throwing Hebrew babies into the river. The suspense of those months was broken only by the anxiety and anticipation.

Then, as the days of her pregnancy advanced...

3. She would have been concerned about the birth. Every birth carries with it certain anxieties mixed with a certain awe and wonder at the miracle of childbirth. Every birth is, after all, a miracle. Some births just defy circumstances as God exercises his providential care and control. One of my cousins was born 17 years after his parents had been married – long after they had concluded that they would not be able to have a child! Another family relative was told that her unborn baby would have Downe’s syndrome and that she should have an abortion. Today that baby is a beautiful, normal young adult!

Jochebed’s anxiety of 9 months finally gave way to the pain of childbirth, and the pain of childbirth gave way to the relief of delivery, and the relief of delivery was shattered by the shock of the news – it’s another boy! Jochebed’s concern of nearly a year had become reality. Now she would oppose the king, determined that Moses should live.

Such were the natural concerns of a caring, godly woman. But her concerns gave way to...

II. The Love Of A Godly Woman Proven (2:2b)

Upon Moses’ birth, Jochebed “saw that he was beautiful” (2:2b). Undoubtedly, every mother thinks her baby is the most beautiful in the world. But this comment about Moses is recorded 3 times in Scripture, so it evidently has more meaning than simply that the child was good looking.

This beauty was more than skin deep. This child was to his mother’s natural eyes a beautiful baby boy, but to her eyes of faith he was also a special baby before God. God had provided him and God would providentially protect him. He was “beautiful in God’s sight” (Acts 7:20). Jochebed knew that he was a special gift from God and that God had a unique role for him.

All Christian parents ought to see their children as special gifts from God, whose lives they are to shape and mould to serve God. The training that children receive in their early years sets the pattern for their lives. “Train up a child in the way he should go; even when he is old he will not depart from it” (Prov. 22:6).

Nothing is more important than for parents to train their children spiritually so that they are raised for God. Someone once said: “First talk to God about your children. Then talk to your children about God.” John Wesley said: “I learned more about Christianity from my mother than from all the theologians of England.”

First, then, we see the concerns of a godly woman. Those concerns then give way to love, and that love is strengthened by…

III. The Faith Of A Godly Woman Tested (2:2c-3)

While Jochebed loved with a mother’s heart, she also acted with the faith of a godly woman.

1. A godly woman’s faith trusts implicitly. “She hid him for three months” (2:2c). By faith, Jochebed now defies the king’s commandment. Having recognized that the <“child was beautiful in God’s sight,” Jochebed began to act in faith.

It would have been very difficult to hide a newborn baby for 3 months, but there would be more to the future of this child than just another infanticide. Even though she didn’t know what the outcome of her actions would be, she trusted God implicitly for the future.

St. Augustine’s mother agonized for her son’s salvation. She implicitly trusted God that he would save her son. During Augustine’s years of reckless living, his mother wept and prayed for him. Later Augustine would write in his Confessions: “My mother had now come to me, resolute through piety, following me over sea and land…full of confidence, she replied to me, she believed in Christ that before she departed this life, she should see me a…believer... Fountains of mercies poured she forth more copious prayers and tears, that Thou wouldest hasten Thy help and enlighten my darkness.” Reflecting on his mother’s faithfulness, Augustine wrote: “It is impossible that the son of these tears should perish.”

Even though Jochebed couldn’t have known what a great man Moses would become, it was faith that drove her to hide Moses for three months. What she did know was that a day would come when she wouldn’t be able to hide the baby any longer. And so not only does a godly woman’s faith trust implicitly, but…

2. A godly woman’s faith plans wisely. “When she could no longer hide him, she got a papyrus basket for him and coated it with asphalt and pitch” (2:3a). Her plan of faith defied all her motherly instincts. It defied natural affections when she put Moses in the ark. It defied reason when she placed Moses beside the river - after all, that was the very place where the babies were being drowned! (1:22). I think that Jochebed took that full three months of waiting on God to conceive this plan.

Here we see the providence of God directing her in every detail: (a) The stream that carried the ark to its appointed landing place. (b) The bulrushes that provided protection. (c) The princess taking her bath at the right time, at the right spot. (d) The princess’s curiosity which changed to compassion. She knew her father, Pharaoh’s, edict but her heart was touched not only by the baby’s cry and, perhaps also, by the extent to which a Hebrew mother would go to save the life of her child. (e) The intervention of Moses’ sister and the return of the child to his mother. And, ultimately, (f) even Pharaoh himself took Moses into his own palace.

Jochebed’s faith was accompanied by a well thought-out plan, which she carried out with great skill. Trusting God involves thinking, planning, and applying. Acting in faith includes foresight and wisdom, not simply hindsight and wishful thinking.

Notice that a godly woman’s faith not only trusts God implicitly and plans wisely, but…

3. A godly woman’s faith acts bravely. “She placed the child in it (the papyrus basket) and set it among the reeds by the bank of the Nile” (2:3b). Now Jochebed did the unthinkable - she gave up her baby. Everything within her would have screamed out against such an action but her faith was rooted in the providence of God, faith that God would work all things out according to his purposes.

She bravely faced danger when she laid the ark in the reeds beside the river. She put him into the river in a basket of bulrushes and then she waited to see what God would do. This was an act of ultimate commitment. Ironically, it complied with Pharaoh’s edict to put the babies in the river, except that this didn’t lead to death.

She bravely faced her fears by faith and she became the preserver of a boy who became one of the world’s greatest figures. She trusted God to protect and preserve her child in this most unlikely of habitats and nothing would stop her from protecting the child’s life - not a murderous king, nor a crocodile-infested river. And because of her bravery and faith, she is listed in the Hebrews Hall of Fame: “By faith Moses, after he was born, was hidden by his parents for three months, because…they didn’t fear the king’s edict” (Heb. 11:23).

God is fully trustworthy even in the face of life-threatening danger. It’s fear that holds us back from trusting Him, but faith gives birth to courage. That’s why the people of faith in Hebrews 11 were tortured, mocked and scourged, imprisoned, stoned, sawn in two, and killed with the sword (11:35-37). It was faith that spurred them on, as Paul says: “God has not given us a spirit of fear, but one of power, love, and sound judgment” (2 Tim. 1:7).

Waiting is tough but waiting in faith is tougher as we wait for God to do His work. Jochebed did everything she could, then she set that little ark by the river and waited. There was nothing more that she could do but wait. Trusting as we wait is the secret.

When a godly woman’s love is proven and her faith is tested, God responds with…

IV. The Reward Of A Godly Woman Granted (2:4-10)

Jochebed is rewarded in that...

1. Her plan worked flawlessly. Pharaoh’s daughter took pity on the baby even though he was a Hebrew. What relief must have swept across Jochebed and Miriam when they saw Pharaoh’s daughter’s reaction. And God rewarded Jochebed by permitting her to raise Moses during his formative years - and she even got paid for it (2:9).

Perhaps Jochebed had about 5 years to pour her life and faith into her son. These were the years when he would have received his basic childhood instruction about God and about faith. No wonder Moses grew up to be the man he was with a mother like that. He practiced her implicit faith in God and he acted with her fearless courage. Jochebed and Amram were not afraid of the king (Heb. 11:23b) and Moses, later in his life, wasn’t afraid of the king either (Heb. 11:27a).

This godly woman was rewarded by God in that her plan worked flawlessly. And also in that...

2. Her children followed her faith. God honoured her love, faith, and courage. Aaron became Israel’s first high priest and founder of the Aaronic priesthood. Miriam became a gifted poetess and musician. Moses became the great leader of God’s people out of slavery and wrote the first 5 books of the Bible. From Adam to Christ none was greater than Moses.

In Moses’ life we see so many striking antitheses:

a) The child of a slave…but the son of a queen.

b) Born in a hut…and lived in a palace.

c) Inherited poverty…but enjoyed unlimited wealth.

d) Leader of armies…and keeper of flocks.

e) Mightiest of warriors… and meekest of men.

f) Educated in the wisdom of Egypt…but lived by faith.

g) Fitted for the city… but wandered in the wilderness.

h) Tempted with the pleasures of sin… but chose to suffer for righteousness.

i) Backward in speech… but talked with God.

k) Carried a shepherd’s rod… but wielded divine power.

l) A fugitive from Pharaoh… but an ambassador from heaven.

m) Giver of the law… but the forerunner of grace.

n) No one was present at his death…but God buried him.

Final Remarks

What an example Jochebed is of a godly woman, a godly woman whose concerns were overshadowed by her love for her child and her faith in God. A godly woman who was rewarded with children who followed her faith and her God. A godly woman who demonstrated courage in the midst of danger, who trusted God without knowing the outcome. A woman who knew the truth that He who is for us is greater than all the forces of evil against us (Rom. 8:31).

And the good news is that the God of Jochebed is our God! He still preserves our children, still provides courage, and still rewards faith. Jochebed’s God is still “able to do above and beyond all that we ask or think according to the power that works in us” (Eph. 3:20).

To every woman today, whether you are a Sunday School teacher, aunt, friend, grandmother or mother, you can have the same impact on the children whom you influence in your life. And when the chips are down and you face challenges as to how to give these children good advice, how to protect them in times of danger, how to teach them in a way that will serve them well when they grow up, know this: God is still sovereign and in control of their lives.

Can you trust them to God? Do you believe that He will care for them just as Jochebed believed that God would care for the ark in that river? What relief and peace comes from resting confidently in the providence of God. God works in our children’s lives as providentially as He moved in Moses’ life, and He controls the actions and thoughts even of unbelievers to accomplish his will. When we have done all that we can in any task or situation, then we must wait and trust everything to God.

We must never deny or forget the providence of God by which He sovereignly cares for and controls all things in carrying out of his grand design. Around the cradle of bulrushes was the shield of God, just as an army of horses and chariots of fire were all around Elisha. But, like Elisha’s servant, we often fail to see it (2 Kings 6:15-17).

No matter what the circumstances or the forces that are marshalled against us, God’s sovereign purposes will be done for the God of Jochebed still lives!

Related Topics: Character Study, Christian Life, Mothers

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