MENU

Where the world comes to study the Bible

Mordomia dos Tesouros (Financial Faithfulness - Portuguese)

Related Media

Translated by Maurcio Harada fromt the English.

Introduo

Uma das iluses mais efetivas de satans a idia de que a felicidade est nas coisas que ns possumos. Atravs de sua falcia, ele tem edificado um bezerro de ouro, um dolo chamado materialismo. Como um barbeiro no meio da calada, ele chama todos os que passam, venham e adorem aos seus ps, comprem, vendam, ganhem e possuam, e ele o far feliz.

Cristos, apesar de serem pessoas com um chamado espiritual e um patrimnio celestial incomparvel, no esto automaticamente isentos dos esquemas de satans e nem vacinados contra a infeco da doena mortal do materialismo. Como uma praga, ele nos acua de todas as direes - na televiso, na folha impressa, nas ruas. Em todos os lugares as sedues do materialismo preenche o ar e tenta entrar nas nossas vidas tanto atravs de mensagens subliminares como evidentes.

Num contexto que nos instrui a viver como peregrinos e forasteiros (1Pe. 1:17-18; 2:11), e como um povo que tem que viver com uma viso da herana celestial que a deteriorao no toca e o mal no mancha (1Pe. 1:4), Pedro tambm nos previne para sermos sbrios e alertas contra os dispositivos de satans (1Pe. 1:13; 5:8).

Dinheiro uma coisa muito pequena (Lucas 16:10). Por que? Porque dinheiro no pode comprar felicidade. Dinheiro no pode dar vida eterna e nem dar um sentido real para a vida (Is. 55:1-3; Ap. 3:16-18). Mesmo assim, no h nada que revela nossa orientao espiritual e relacionamento com Deus do que nossa atitude em relao ao dinheiro.

Jesus Cristo deixou claro que uma marca de uma espiritualidade verdadeira era uma atitude certa em relao a riqueza. A marca de um homem bom e piedoso a sua preocupao com Deus e com os tesouros espirituais.

As Escrituras tem muita coisa a dizer sobre dinheiro e posses materiais. Dezesseis das trinta e oito parbolas de Jesus se relacionavam com dinheiro. Um dcimo dos versculos do Novo Testamento tratam deste assunto. As Escrituras tem 500 versculos sobre orao, menos de 500 sobre f, mas mais de 2000 versculos sobre dinheiro. Dinheiro um assunto to importante porque a atitude de uma pessoa em relao a ele determinativo do seu relacionamento com Deus, no preenchimento de seu propsito nesta vida e de seu carter.

A Responsabilidade de Planejar

Sem um planejamento baseado em valores bblicos, ideais e prioridades, o dinheiro se torna um duro capataz, e como uma folha pega por um vento, ns somos jogados dentro da busca do mundo de tesouros terrenos (Lc 12:13-23; 1Tm 6:6-1).

Planejamento financeiro bblico e um caminho para se alcanar uma boa mordomia, para libertar do deus do materialismo, e um meio de proteo contra o desperdcio dos talentos que Deus confiou aos nossos cuidados (Pv 27:23-24; Lc 14:28; 1Co 14:40).

Planejamento financeiro deveria ser feito na dependncia da direo de Deus e em f enquanto ns descansamos nEle para segurana e felicidade mais do que em nossas prprias estratgias (Pv 16:1-4, 9; Sl 37:1-10; 1Tm 6:17; Fp 4:19).

A Responsabilidade para Disciplina

Se nosso planejamento financeiro para funcionar, ele ir requerer disciplina e comprometimento para que nossos planos se traduzam em aes. Ns devemos perseverar nas nossas boas intenes (Pv 14:23). Fidelidade financeira um importante aspecto do completo, bem-formado crescimento espiritual (2Co 8:7). Mas seguir a vontade de Deus requer disciplina (cf. 1Tm 4:8; 6:3-8).

Boas intenes no tem utilidade sem planos que os traduzam em aes. Os Corntios indicaram seus desejos e vontades de distriburem e foram at instrudos em dar de forma planejada (1Co 16:1-2), ainda assim eles falharam em perseverar em suas boas intenes (2Co 8:10-11).

A Responsabilidade para Mordomia

Fidelidade financeira por fim flui do reconhecimento de que tudo que somos e temos pertence ao Senhor (1Cr 29:11-16; Rm 14:7-9; 1Co 6:19-20). Vida uma visita temporria que os Cristos precisam se ver como forasteiros, residentes temporrios, que esto aqui como mordomos da multiforme graa de Deus. Tudo que somos e temos - nossos talentos, tempo, e tesouros - foi nos confiado por Deus para ns investirmos para o reino e a glria de Deus (1Pe 1:17; 2:11; 4:10-11; Lc 19:11-26).

A Responsabilidade para Trabalhar

Uma das maneiras bsicas de Deus prover para as nossas necessidades atravs do trabalho - uma ocupao na qual ns ganhamos nosso sustento para que possamos sustentar ns mesmos e nossos familiares (2Ts 3:6-12; Pv 25:27).

Diretrizes sobre Economizar

Apoio Bblico

1. Deus direciona Jos para guardar para o futuro (Gn 41:35).

2. Economizar para o futuro mostra sabedoria e demonstrado na criao de Deus (Pv 21:20; 30:24-25; 6:6-8).

3. Economizar para o futuro mordomia responsvel quando designada para alcanar ambas as necessidades previsveis e imprevisveis da famlia (1Tm 5:8; 2Co 12:14).

Diretrizes Bblicas

1. Manter uma viso correta de propriedade. Lembre-se, toda a nossa riqueza pertence a Deus. Ns somos gerentes, no donos (1Cr 29:11-16; Lc 16:12).

2. Manter uma viso correta da nossa segurana. Ns temos que colocar nossa confiana no Senhor e no no nossos investimentos (1Tm 6:17).

3. Tomar cuidado com motivos impuros e no bblicos, prioridades, e razes para economizar tais como ansiedade e estocar em grande quantidade por insegurana ou cobia (Mt 6:25-33; Lc 12:13-31).

4. Decises com relao a investimentos futuros tem que ser tomadas em orao na viso da vontade de Deus (Tg 4:13-15).

5. No use dinheiro em programas para economizar/investir que Deus deseja que seja usado para dar aos outros. Isto ocorre quando as economias ou investimentos se tornam extremas e pelas razes erradas da j vistas acima (Lc 12:16-21; 1Tm 6:18-19; 1Jo 3:17).

6. Evite investimentos de alto risco ou esquemas do tipo riqueza rpida (Pv 21:5; 28:20, 22; 1Tm 6:9).

7. Observe estas prioridades. Faa do reino de Deus seu investimento nmero um (Mt 6:33; Lc 12:31; 1Tm 6:18-19).

Diretrizes sobre Gasto

Contentamento

Ns precisamos aprender a nos contentar (espiritualmente independentes dos detalhes da vida para a nossa felicidade e segurana) com o que ns temos (Fp 4:11-13; 1Tm 6:6, 17-19; Hb 13:5). Quando nos contentamos com o que temos, ns estamos livres da servido ao materialismo. Isto significa liberdade para seguir o Senhor; liberdade para perseguir Seus valores e objetivos. Como que algum alcana o contentamento. Contentamento o produto da posse do tesouro celestial e jogar todo o nosso cuidado no soberano Deus como nosso amoroso Pai celestial (Mt 6:19-33; 1Pe 5:6-7).

Tentao

Esteja em guarda para as tentaes e mensagens do mundo (Rm 12:1-2; 13:11-14; 1Pe 1:13-16; 5:8). H milhares de mensagens todos os dias que clamam pela nossa ateno atravs do jornal, televiso, rdio, vendedores, outdoors, etc. - todos destinados a nos fazer comprar coisas que no precisamos, com dinheiro que no temos, para impressionar pessoas que no conhecemos, e para achar alegria onde ela simplesmente no pode ser encontrada.

Avalie Compras de Acordo com os Princpios Bblicos

1. Ns podemos pagar vista ou a compra ir nos por em dvida? (Veja Diretrizes sobre Crdito).

2. Ns temos completa paz em relao a isto sem dvida alguma? (Rm 14:23; Cl 3:15) Ns precisamos observar nossa tendncia de racionalizar - dando a ns mesmos respostas enganosas para fazer uma coisa ruim.

3. uma necessidade real ou uma questo de ganncia? (1Tm 6:9; 1Jo 2:15) Vai ser lucrativo para nossa famlia, nosso crescimento espiritual, nossa sade, nosso ministrio, a reputao do Senhor, e ir incrementar nosso amor pelo Senhor ou ir atrapalhar? (1Tm 3:4; 5:8; 1Co 6:12)

4. O nosso estilo de vida adequado ou mais que adequado? Ns precisamos reduzir nossos gastos atravs da reduo do nosso padro de conforto? (Mt 6:33; Lc 12:15, 23; Pv 15:16-17; 16:8; Ec 5:10-11).

Diretrizes sobre Crdito

Princpios Bsicos

1. Deus prefere o emprstimo (investimento) ao invs do pedir emprestado porque ele promove liberdade e mordomia sbia (Dt 15:5-6).

2. Tomar emprestado com imprudncia pode nos colocar numa posio de servido (Pv 22:7).

3. Use o crdito sabiamente e evite sempre que possvel. Apesar de no ser proibido pelas Escrituras, o crdito geralmente mencionado numa maneira negativa. Romanos 13:8 muitas vezes usado como uma proibio absoluta sobre tomar emprstimo, mas ele no necessariamente probe o uso de crdito. Pode simplesmente estar ensinando a necessidade de pagar as obrigaes de algum seja fsica ou espiritual quando forem necessrias.

4. Em relao ao crdito h duas alternativas bsicas: (a) Compre agora com crdito e pague as parcelas com juros. (b) Economize agora e compre depois vista e economize os juros.

Mantenha a Dvida num Mnimo

1. Juros aumentam o custo de vida e portanto reduz nossa capacidade para uma mordomia sbia. Se ns precisamos tomar emprestado, ns devemos procurar pelos menores juros para perodos curtos.

2. Crdito pode ser arriscado porque ele pode colocar a pessoa cativa dos credores e dos seus desejos ao invs da vontade de Deus. O crdito torna a compra impulsiva muito fcil. O sistema do mundo depende pesadamente em compra impulsiva como um blsamo para no se entediar e ficar frustrado com a vida.

3. Crdito pode ser usado como um substituto para a confiana em Deus ou para termos o que ns queremos ao invs de esperar Nele. Ns o usamos para nos proteger de ter que depender do Senhor. Por que? Porque geralmente temos medo de que Ele no nos dar o que ns queremos e quando ns queremos (Sl 37:7-9, 34; 147:11; Mt 6:30-34; Fp 4:19).

4. Crdito reduz nossa habilidade de dar a Deus e para os que necessitam.

5. O uso do crdito muitas vezes nada mais do que uma falha de se contentar com o que ns temos (o pecado da insatisfao) (Fp 4:11; 1Tm 6:6-8; Hb 13:5). O materialista nunca se contenta, mas o santo aprende a se contentar.

Nos para a Dvida

1. No compre algo no credirio se isto for por em risco sua liberdade financeira.

2. No fique devendo hoje baseado num evento futuro (tal qual um aumento ou uma venda em potencial). Isto presuno em cima de Deus e de Sua soberania.

3. No faa uma dvida por uma casa antes de ter assegurado a fonte de rendimento (Pv 24:27).

4. No financie necessidades dirias, gastos para viver, ou itens para o prazer.

5. No financie itens que depreciam rapidamente, a no ser que o financiamento seja bem curto (30-90 dias).

6. Em itens mais valiosos, como uma casa um investimento de negcio, no tome emprestado alm de sua habilidade de juntar dinheiro vendendo itens que voc j possui, se necessrio for.

7. No permita que as dvidas (excluindo a hipoteca da casa) excedam 20 % da sua renda familiar. Deixa as em 10 % ou menos.

8. No permita que a hipoteca da casa (incluindo o seguro e as taxas) excedam 25 ou 30 % da sua renda familiar.

Questes Para Se Perguntar Antes de Tomar Emprestado

1. Eu realmente necessito disto?

2. Eu pedi isto a Deus e esperei tempo suficiente para que Ele suprisse?

3. Estou eu impaciente e procurando gratificao imediata?

4. Est Deus testando minha f, meus valores, meus motivos, etc.?

5. Gastei eu erroneamente o dinheiro que Deus proveu para este item ou violei os princpios financeiros de Deus?

Sou culpado de:

    Avareza: A quem d liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retm mais do que justo, ser-lhe- em pura perda (Pv 11:24; 11:25-27).

    Precipitao: O homem fiel ser cumulado de bnos, mas o que se apressa a enriquecer no passar sem castigo (Pv 28:20).

    Preguia: Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braos em repouso, assim sobrevir a tua pobreza como um ladro, e a tua necessidade, como um homem armado (Pv 24:33-34).

Diretrizes para Doar

Deus Espera que Ns Doemos

1. Pelo Trabalho da Sua Graa: Atravs da comunho com Ele, doar para ser o produto da graa de Deus trabalhando na vida de algum para que primeiro produza um comprometimento total da vida dele com Deus e o doar seja como um transbordar deste comprometimento prvio (2Co 8:1-2, 6-7; 9:9-11).

2. Na f: Ele prometeu suprir todas as nossas necessidades; nosso doar no ser nossa falta (Fp 4:19).

3. Determinadamente: Ns temos que doar com um planejamento cuidadoso e embaixo de orao (2Co 9:7).

4. Regularmente: No primeiro dia da semana ajuda a promover um doar com diligncia e disciplina. Isto cria uma consistncia e regularidade que traduz boas intenes em aes (1Co 16:2).

5. Pessoalmente: Cada um de vs traz a tona a necessidade de cada crente de tomar o doar como uma responsabilidade pessoal para a qual Deus nos tem como responsveis (1Co 16:2).

6. Sistematicamente: Ponha de parte, e vai juntando desperta a necessidade de ter um mtodo ou sistema pelo qual dinheiro para a obra do Senhor especificamente posto a parte, guardado para doar, para que no seja usado para outras coisas (1Co 16:2).

7. Proporcionalmente: No Novo Testamento, estabelecer quantidade de doao compulsria (como no dzimo) foi substitudo pelo princpio da graa da voluntariedade, determinao, e doao proporcional. O novo padro para hoje conforme a sua prosperidade (1Co 16:2), na medida de suas posses (2Co 8:3), ... ser aceita conforme o que o homem tem e no segundo o que ele no tem. Porque no para que os outros tenham alvio, e vs, sobrecarga; mas para que haja igualdade ... (cf. 2Co 8:12-15, Mc 12:41-44), e cada um contribua segundo o que tiver proposto no corao, no com tristeza ou por necessidade (2Co 9:7).

Para Quem Devemos Doar?

A Igreja Local

(Gl 6:6; 1Tm 5:17-18) Se a igreja local para formar uma slida base para outros ministrios de evangelismo, somente lgico que ela se torne nossa prioridade nmero um para a nossa contribuio.

Outras Organizaes e Indivduos

Isto inclui misses, organizaes para-eclesistica e os indivduos que esto envolvidos nestes ministrios (3Jo 5-8).

Colegas Cristos em Necessidade

Aqueles impossibilitados de suportar eles mesmos ou que tenham enfrentado problemas srios devem ser ajudados conforme nossa possibilidade. Aqueles que se negam a trabalhar no devem ser apoiados (1Jo 3:17; Tg 2:15-16; Gl 6:10; Hb 10:33-34; 13:1-3 com 1Ts 3:6-10).

No Crentes em Necessidade

Nossa primeira prioridade com aqueles que so da famlia da f, mas ns temos que alcanar outros em necessidade conforme nossas possibilidades (Gl 6:10).

O Dzimo do Antigo Testamento

A palavra dzimo significa um dcimo. No Antigo Testamento, no entanto, h uma boa evidncia que para os santos do Antigo Testamento era requerido que eles dessem pelos menos dois dzimos e possivelmente at trs por ano.

O primeiro era dez porcento de toda a posse (Lv 27:30-33). Este era dado para os Levitas, para o servio da tenda da congregao (Nm 18:20-21).

Um segundo dzimo era tirado de todo produto que sobrava aps o primeiro dzimo ser dado. Este dzimo era para as festas e sacrifcios do Senhor (Dt 12:17-18; 14:22). Este mandamento era considerado pelos interpretes Judeus como um segundo dzimo (veja Lv 27:30 e Nm 18:21 para o primeiro; tambm a nota em Ml 3:8), que era trazido para o santurio central tanto em espcie como em dinheiro. Aparentemente o ofertante podia usar uma parte do dzimo para uma festa no santurio (vv. 26-27). (Nota de rodap, New Expanded Ryrie Study Bible, NASB, p. 298)

Um terceiro dzimo era tirado a cada trs anos para o bem estar dos Levitas, estrangeiros, rfos e vivas (Dt 14:26-29). Este terceiro dzimo pode ter sido separado do segundo, mas ns no estamos certos. De qualquer forma, cada famlia Judia era responsvel por dar no dez porcento, mas aproximadamente 19 porcento.

Se o dzimo fosse a vontade de Deus para os crentes de hoje, ento os crentes que do dez porcento esto dando menos do que o devido.

Devido ao dzimo ser requerido no Antigo Testamento, ele era mais como um imposto de renda do que como um presente embaixo do reino teocrtico de Israel. De fato, o Antigo Testamento muitas vezes fala sobre dzimos e ofertas que faz esta distino. Frieson diz, por isto que falhar em dar o dzimo todo poderia ser descrito como roubar a Deus (Garry Frieson, Decision Making and the Will of God, Multnomah Press, Portland, Oregon, p. 357). Se algum do povo de Deus queria expressar seu louvor atravs de uma oferta voluntria, tinha que ser um extra alm dos dois dzimos da sua renda do que era devido (Dt 16:6, 11; 1Cr 29:6, 9, 14).

O Modelo de Contribuio do Novo Testamento

H uma boa evidncia que o dzimo no para os crentes de hoje. H homens de Deus que ensinam sobre o dzimo, mas eles esto se agarrando a uma teologia do Antigo Testamento que no se aplica a igreja hoje. O seguinte apresentado como evidncia para dar suporte a esta posio.

O dzimo do Antigo Testamento era uma parte do sistema econmico da Lei mas o Novo Testamento especificamente ensina que os crentes no esto embaixo da lei (Rm 6:14; 7:4, 6; 8:3; 2Co 3:11; Gl 3:19-25; 4:21-31). H duas nfases aqui:

1. Crentes hoje no esto embaixo do sistema jurdico, econmico, social ou religioso da Lei do Antigo Testamento. A Lei era um sistema temporrio at a vinda de Cristo. A vinda de Cristo e a Nova Aliana, no que se aplica a igreja, substitui a Antiga Aliana por uma lei maior, a lei do Esprito da vida em Cristo Jesus o que possibilita aos crentes preencherem os requerimentos espirituais e de retido da Lei mas atravs da direo do Esprito e no pela imposio de regulamentos legais.

2. Lei em Romanos 6:14 anarthrous. Isto qualitativo. No est falando sobre apenas uma lei especfica, como a Lei do Antigo Testamento, mas todos tipos de lei. Isto significa que ns no estamos embaixo de nenhum tipo de sistema legal de regras externas ou regulamentos legais que ns devemos cumprir com relao ao nosso andar com Deus. Mesmo no estando sem lei, estando embaixo da lei de Cristo (1Co 9:21; Gl 6:2), o padro para o quanto damos na era da igreja no um quantidade definida por alguma lei externa ou alguma forma de compulso. Isto incluiria o dzimo tanto embaixo da Lei ou at antes da Lei, porque de qualquer forma, o momento que um valor definido estabelecido para os crentes ofertarem, ele se torna algo jurdico e externo ao invs de algo do homem interior e do direcionamento do Esprito de Deus (Rm 8:14; Gl 5:1, 18, 24-25).

O Novo Testamento nos ensina que ofertar na era da igreja para ser proporcional ao obra da graa ou ao direcionamento de Deus atravs do Esprito (2Co 8:1-3, 7; 1Co 16:2; 9:7). Mantendo neste conceito, quando procuramos no Novo Testamento ns no encontramos nenhum regulamento do Novo Testamento ou mandamento que continue com o dzimo para os crentes do Novo Testamento. A palavra dzimo nunca usada no Novo Testamento como um mandamento ou regulamento para a igreja. Na verdade, usada somente em ocorrncias histricas quando ela pertencia a Israel embaixo da economia do Antigo Testamento, mas nunca de maneira que implique que esta a regra para a vida da igreja.

Mateus 23:23; Lucas 11:42. Ambas passagens se aplicam a Israel. Cristo estava falando a Judeus que estavam at aquele momento embaixo da Lei. Eles at estavam ofertando sacrifcios no templo tambm.

Lucas 18:12 meramente uma referncia histrica de uma orao de um auto-piedoso Fariseu que ainda estava embaixo da Lei e antes da vinda do Esprito e do comeo da era da igreja.

Hebreus 7:5-9 um referncia histrica a Abrao que pagava os dzimos a Melquisedeque. Alguns usam isto como prova que o dzimo legtimo para hoje. Eles dizem que era pr-lei, ento deveria ser usado com diretriz para todas dispensaes. Mas h duas coisas erradas com esta maneira de raciocinar:

Outras prticas do Antigo Testamento so de antes da Lei, no entanto ela no so usadas como normas ou regulamentos para a igreja. (a) O conceito do Sab veio antes da Lei (cf. Hb 4:3-9), mas ele foi trocado pelo primeiro dia da semana, mas at isto no tido como um requerimento jurdico. (b) Circunciso tambm de antes da Lei (cf. Rm 4:9-13), mas isto foi substitudo pelo batismo. (c) Da mesma forma o dzimo que tambm de antes da Lei (Hb 7:5-9), foi substitudo pela oferta proporcional (1Co 16:2). Insistir no dzimo realmente uma desobedincia da direo de 1 Corntios 16:2.

Ofertar de acordo com um dzimo um estorvo para a oferta proporcional a graa como est prescrito no Novo Testamento. Deixe me explicar.

Muitos crentes do seus um dcimo e nunca nem consideram que eles poderiam (e talvez deveriam) estar ofertando at mais. Na verdade, exigir um dcimo de todos os crentes desobedecer os princpios baixados em 2Co 8:12-15 porque o dzimo pode se tornar um jugo desigual. Quero dizer que ele pode ser um peso para alguns e uma limitao para uma oferta maior para outros de acordo com os princpios de igualdade e da oferta da graa proporcional (1Co 16:1-2). Por favor note o seguinte:

1. Entregar dez porcento para um homem pode ser considerado semear pouco se ele estiver entregando proporcionalmente.

2. Entregar dez porcento para outro pode ser considerado semear em abundncia se ele estiver entregando proporcionalmente.

3. Entregar dez porcento para alguns pode ser entregar alm de suas habilidades e ser considerado uma entrega sacrificial, entregando segundo o que ele no tem. (cf. 2Co 8:12; 9:6).

4. Na essncia isto significa que alguns esto tendo alvio da suas responsabilidades por causa da abundncia deles e outros afligidos pela compulso do dzimo por causa da falta deles (2Co 8:13).

5. Entrega proporcional graa no Novo Testamento elimina isto e traz o que Paulo chama igualdade (2Co 8:14-15). Veja a ilustrao abaixo com relao a entrega proporcional.

6. Isto significa que para ser um bom mordomo dos recursos que Deus prov, os crentes mais prsperos entregam mais da sua abundncia, no apenas em reais mas em porcentagem (20, 30 porcento e at mais), enquanto aqueles com menos entrega uma porcentagem menor, determinada de acordo com o andar deles com o Senhor. Eles podem decidir a dar sacrificialmente como fizeram os Macednios, mas isto devia ser o produto do trabalho do Esprito de Deus e no de uma exigncia legal da igreja que insiste no dzimo. De fato, o dzimo um jugo desigual. Pense sobre isto. Se voc dizima, voc pode estar semeando pouco.

Entrega Proporcional

A grande questo , o que significa entregar proporcionalmente? Como algum determina quanto (que porcentagem) entregar? fcil demais ver quanto dez porcento de alguma coisa, mas quanto segundo tiver proposto no corao, ou na medida de suas posses, ou se h boa vontade, ser aceita conforme o que o homem tem ... Quanto isto?

1. No um valor especfico, ou uma certa porcentagem, mas uma proporo baseado no que tem, suas prprias necessidades, e nas necessidades dos outros, incluindo a obra de Cristo ou ministrio da igreja local.

2. Aqueles que tem pouco podem dar o pouco que eles so capazes (2Co 8:2-3).

3. Aqueles que no tem nada, se h boa vontade, no precisam dar nada (2Co 8:12).

4. Aqueles que tem menos do que o suficiente (necessidades genunas) precisam receber daqueles que tem mais do que o suficiente para que haja um balano, um tipo de igualdade (2Co 8:13-15). Isto no socialismo ou comunismo que coercivo e procura uma total igualdade que no leva em considerao qualquer variao na sociedade baseada nas diferenas individuais, no trabalho duro, nos dons, e no incentivo pessoal (cf 1Tm 6:17-19).

5. Deus no est pedindo aos que tem muito para se tornarem pobres ou sobrecarregados para que os outros se tornem ricos (2Co 8:13). A igualdade visualizada aqui atravs da entrega proporcional tem duas partes: (a) Ela envolve o socorro para ajudar as pessoas atravs de uma condio de necessidade at que elas possam andar sozinhas financeiramente atravs do trabalho (Ef 4:28; 2Ts 3:10-15). Ns no contribumos para que os outros vivam na folga ou tenham o mesmo padro de vida das outras pessoas. (b) Isto cria uma igualdade no senso de que aqueles com menos entregam proporcionalmente menos e aqueles com mais entregam proporcionalmente mais e so capazes de carregar mais da carga ao contriburem.

6. Aqueles que tenham em abundncia precisam ser ricos em boas obras; eles precisam usar sua abundncia liberalmente na causa de Cristo (2Co 8:14; 2Tm 6:17-18).

7. Incremento na prosperidade no deveria resultar num cada vez maior padro de vida, ou num gastar desperdiador, mas num incremento na contribuio, no somente na quantidade mas no porcentagem dada. Se os crentes de hoje estivessem comprometidos com a entrega proporcional, muitos estariam dando mais do que dez porcento. A estatsticas mostram, no entanto, que a maioria dos crentes do no mais que 3-5 porcento.

Definio da Entrega Proporcional

Entrega proporcional a entrega na proporo das bnos de Deus, como um mordomo que quer investir sua vida no tesouro celestial. Entrega proporcional no quer dizer apenas dando mais, mas entregando uma proporo maior do seu rendimento uma porcentagem maior investida na obra de Deus.

Na entrega proporcional:

1. `NOSSO MOTIVO, para a entrega a beno espiritual de Deus, para aumentar a frutificao e trazer glria para Deus (2Co 9:8-15).

2. NOSSA MEDIDA para a entrega a beno material de Deus (1Co 16:2).

Ilustrao da Entrega Proporcional

Cristo A tem um salrio de R$1.000 por ms e ele d dez porcento que R$100. Cristo B tem um salrio de R$4.000 por ms e ele d dez porcento que R$400. Cristo B tem dado R$300 a mais por ms, mas isto no proporcionalmente maior porque o Cristo A tem R$900 sobrando para viver e o Cristo B ainda tem R$3.600, exatamente a mesma proporo que era antes. O Cristo B poderia dar 20 porcento (R$800) e ainda assim ter R$3.200 para viver o que ainda mais do que o triplo do que o Cristo A tem. O Cristo B estaria ento no s entregando mais, mas numa proporo maior tambm.

Promessas para o Generoso Entregador Proporcional

Lc 16:10-11: Em geral, Deus no nos confia mais riqueza para gerenciarmos at que ns provemos que somos fiis com o que temos agora.

2Co 9:8-11: O que dermos nunca teremos falta; Deus ir no somente re-fornecer o que dermos, mas Ele ir aumentar nossa capacidade de entregar quando entregarmos mais abundantemente. O alvo aqui no incrementar a riqueza pessoal, mas um doador maior.

Desafios Bblicos com Relao a Riquezas Terrenas

Onde Est O Nosso Tesouro?

Princpio Bsico: O que ns entesouramos determinado por nossa perspectiva ou compreenso dos valores reais da vida (Mt 6:22-23).

Compreenso Bblica: Nossos tesouros deveriam estar no cu (Mt 6:19-20).

Razes Bblicas:

1. Nossos tesouros no cu so permanentes (Mt 6:20; 1Pe 1:4).

2. Nossos tesouros na terra so temporrios e podem ser perdidos. No podemos levar os tesouros terrenos com ns (Lc 12:20-21; 1Tm 6:7).

3. Nossos tesouros na terra realmente no nos satisfazem, pois eles no podem comprar verdadeira felicidade ou significncia (Is 55:1-3; Lc 12:15, 23; Ec 5:10).

4. Nossos tesouros na terra no podem prolongar a vida ou dar segurana (Lc 12:16-21).

5. Nossos tesouros determinam o que perseguimos e nossas prioridades. Sem os tesouros certos, iremos perseguir as coisas erradas e desperdiar nossas vidas (Mt 6:21; Lc 12:34; 1Tm 6:9-10; Lc 19:23-26).

6. Nosso maior tesouro piedade com contentamento (1Tm 6:6; Hb 13:5; Fp 4:11-12; Pv 15:17; 16:8; 17:1).

Explicao Bblica: Tesouros celestiais consistem em coroas, recompensas, e responsabilidades dadas para os crentes no trono de julgamento de Cristo para mordomia fiel (Lc 19:16-19; 1Co 3:12-15; 9:25; 1Ts 2:19; 2Tm 4:8). O tesouro final glria a Deus (1Pe 4:11; Ap 4:9-11).

Quem Nosso Mestre?

Um servo no pode servir dois mestres. No podemos servir Deus e mamom (materialismo) (Lc 16:1-13, cf. Mt 6:24).

Razo Bblica: impossvel manter lealdade para dois mestres ao mesmo tempo. Nenhum servo pode servir a dois senhores; pois odiar um e amar outro, ou se dedicar a um e desprezar outro. Vocs no podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mamom) (Lc 16:13).

Entendimentos Bblicos:

1. Lucas 16:1-2: Vida uma mordomia e somos cada um de ns servos de Deus que teremos que prestar conta pelo jeito que usamos nossa mordomia. Pare de pensar como um proprietrio. Comece a pensar como um gerente.

2. Lucas 16:1, 11-12: Estamos ns desperdiando o investimento de Deus em nossas vidas ou o investindo com sabedoria para a glria dEle?

3. Lucas 16:10: Dinheiro, em termos de valor verdadeiro, uma coisa pequena, contudo, fidelidade nas coisas pequenas (dinheiro) um indicador da nossa fidelidade nas coisas grandes (valores eternos).

4. Lucas 16:11: O uso do dinheiro um teste de nossa fidelidade.

5. Lucas 16:11: Dinheiro no constitui riqueza verdadeira.

6. Lucas 16:12: Dinheiro para ser usado sbia e fielmente como parte da nossa mordomia de Deus.

7. Lucas 16:12: Dinheiro e sua aquisio, se no tomarmos cuidado, podem se tornar nosso mestre.

Desafio Bblico:

1. Estou eu escravizado pelo dinheiro e tesouros terrenos? possvel que eu esteja e nem saiba disto? Ns devemos escolher entre servir o dinheiro ou servir a Deus!

2. Sacrifico qualidades como as de Cristo e responsabilidades em minha perseguio por tesouros terrenos? (a) Conscincia limpa; (b) Honestidade, carter moral; (c) Amizades; (d) Famlia (esposa, esposo, crianas, sogros); (e) Reputao; (f) Glria de Deus; etc. ...

3. Me preocupo mais com tesouros terrenos e assuntos de dinheiro do que sobre meu relacionamento com o Senhor e a busca do reino do cu? (a) Prioridades; (b) Uso do meu tempo, como e onde ele gasto; (c) Sobre o que eu penso mais - dinheiro e o que eu acho que ele ir comprar ou sobre Deus e minha confiana nEle?

4. Procuro eu do dinheiro e tesouros terrenos (prestgio, poder, posio, prazer, possesses, etc.) aquelas coisas que somente Deus pode dar? (a) Felicidade, alegria verdadeira; (b) Contentamento; (c) Paz de esprito; (d) Segurana; (e) Propsito ou significado na vida.

5. Se voc respondeu sim para qualquer uma das questes acima, o dinheiro se tornou seu mestre em algum grau.

Concluso

Tendo estudado estes princpios, vamos nos perguntar uma questo: Estou eu desejando me comprometer com estes conceitos como um modo de vida para tornar um bom mordomo da graa de Deus? Que Deus mantenha-nos afastado do altar do bezerro de ouro do materialismo.

Uma vez que vocs chamam Pai aquele que julga imparcialmente as obras de cada um, portem-se com temor durante a jornada terrena de vocs. Pois vocs sabem que no foi por meio de coisas perecveis como prata ou ouro que vocs foram redimidos da sua maneira vazia de viver que lhes foi transmitida por seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito (1 Pe 1:17-19)

Related Topics: Finance